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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Primeiro trailer para "Wonder Woman 1984"

Foi lançado o primeiro trailer para Wonder Woman 1984, sequela do primeiro filme dedicado à titular personagem, interpretada por Gal Gadot.


Após o sucesso do primeiro filme, que trouxe um renovado interesse do público para os filmes recentes baseados nas personagens da DC Comics, Patty Jenkins ocupa novamente o lugar da realização após o filme anterior.


Com o regresso inexplicado de Steve Trevor (Chris Pine) após a sua morte no final de Wonder Woman, os restantes pormenores são ainda escassos, sabendo apenas que Kristen Wiig interpretará a arqueóloga tornada vilã Barbara Minerva / Cheetah, e Pedro Pascal será Maxwell Lord, um homem de negócios de carácter aparentemente suspeito.

Mulher Maravilha 1984 estreia em Portugal no dia 4 de Junho de 2020.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Primeiro trailer para "Birds of Prey"


Foi revelado o primeiro trailer para Birds of Prey: And the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn, filme baseado em diversas personagens das bandas desenhadas da DC Comics:


Apesar de dar seguimento à personagem de Harley Quinn (Margot Robbie) apresentada em Suicide Squad, parece distanciar-se o máximo desse filme, contando uma narrativa menor em escala, focada na excentricidade da personagem principal, enquanto se junta a outras "heroínas" para salvar uma jovem rapariga de Black Mask (Ewan McGregor). 

Birds of Prey estreia em Portugal no dia 6 de Fevereiro de 2020.

domingo, 29 de setembro de 2019

Joker, por Eduardo Antunes


Título original: Joker (2019)
Realização: Todd Phillips
Argumento: Todd Phillips, Scott Silver

Aparte as mais claras mas desnecessárias ligações ao universo do cavaleiro das trevas, este não é certamente o filme que corresponderá às expectativas que o público possa ter criado. Não é um filme sobre Joker, apesar do título, antes uma visão demasiado real sobre a condição de um homem conturbado levado ao mais extremo dos limites que uma sociedade descontrolada lhe impôs, sem filtros, assustadoramente actual e, de alguma forma, criticamente intemporal.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Novo trailer para "Joker"


Foi revelado o trailer final para Joker, filme inspirado na famosa personagem da banda desenhada da DC Comics:


Os eventos deste filme oferecem uma história de origem original para o vilão icónico, não baseada em nenhuma material de origem concreto segundo o realizador Todd Phillips (Trilogia The Hangover), oferecendo um estudo sobre a personagem de Arthur Fleck (Joaquin Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade e levado ao seu ponto de ruptura.

Joker estreia em Portugal no dia 3 de Outubro de 2019.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Batman: The Telltale Series - Temporada 1, por Eduardo Antunes

https://splitscreen-blog.blogspot.com/2019/08/batman-telltale-series-temporada-1-por.html

Título original: Batman: The Telltale Series (2016)
Plataforma: PC, PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360, iOS, Android, Nintendo Switch
Género: Aventura gráfica
Desenvolvimento: Telltale Games

Há já algum tempo que os videojogos se começaram a equiparar ao cinema e televisão como meio de representação narrativa, através do seu carácter interactivo particular a tornar-se uma ferramenta interessante para tornar mais imersivos os eventos que passam no ecrã. A Telltale tornou-se exímia a contar essas narrativas interactivas, fazendo por inovar a cada "série" que cria, e do qual esta dedicada a Batman se torna exemplo representativo de todos os seus pontos fortes.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Aquaman, por Eduardo Antunes


Título original: Aquaman (2018)
Realização: James Wan

Após a demonstração da insegurança por parte dos estúdios responsáveis pelas personagens da DC em arriscar com Justice League, Aquaman demonstra de forma muito peculiar a faca de dois gumes que pode ser apostar numa visão e universo ambiciosos em total liberdade.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Liga da Justiça, por Eduardo Antunes

https://splitscreen-blog.blogspot.com/2017/11/liga-da-justica-por-eduardo-antunes.html

Título original: Justice League (2017)
Realização: Zack Snyder
ArgumentoChris Terrio, Joss Whedon, Zack Snyder

Depois do sucesso crítico de Wonder Woman, ficou claro que a fórmula pela qual os filmes da DC se regiam e a direcção geral que Zack Snyder pretendia injectar nestas narrativas, estavam necessitadas de uma revisão. E por muito que este Justice League tente revitalizar o tom deprimente em que Batman v Superman insistia, a volta é tão grande que acaba por falhar em quase tudo.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Mulher Maravilha, por Eduardo Antunes

http://splitscreen-blog.blogspot.com/2017/05/mulher-maravilha-por-eduardo-antunes.html

Título original: Wonder Woman (2017)
Realização: Patty Jenkins

Com a reputação medíocre que as adaptações cinematográficas de histórias baseadas nas personagens das bandas desenhadas da DC Comics têm tido desde 2013, e face à pressão que os estúdios da Warner Bros. têm claramente sentido relativamente às adaptações por parte dos Estúdios Marvel, poderá finalmente a Mulher Maravilha ser a esperança por detrás da Warner Bros. em finalmente conseguir chegar a críticos e fãs da mesma maneira?

sexta-feira, 25 de março de 2016

Primeiro teaser trailer de "The LEGO Batman Movie"


Com o lançamento do antecipado Batman v Superman: Dawn of Justice, a Warner Bros. e a DC Comics aproveitaram para divulgar o primeiro teaser trailer de The LEGO Batman Movie:


Depois do sucesso de The LEGO Movie (2014), a mesma versão de Batman (com voz de Will Arnett) ganha um filme a solo, com um olhar mais pessoal ao vigilante solitário. Chris McKay (Robot Chicken) realiza a partir de um argumento de Seth Grahame-Smith (Dark Shadows).

The LEGO Batman Movie estreia a 10 de Fevereiro de 2017, nos Estados Unidos.

sábado, 11 de julho de 2015

Ben Affleck escreverá, realizará e protagonizará novo filme de Batman


Depois de fazer a sua primeira aparição como Batman em Batman v Superman: Dawn of Justice, Ben Affleck (Argo) voltará a interpretar a personagem num novo filme. Segundo o Deadline, este irá produzir, escrever, realizar e protagonizar o novo filme da saga Batman, para a Warner Bros. e DC Comics.

Ben Affleck escreverá o argumento em conjunto com Geoff Johns (Smallville), chefe criativo da DC Comics e escritor de algumas séries de comic books como Green Lantern, Aquaman, Batman, Justice League, The Flash e Superman. O argumento deverá ser escrito antes de Ben Affleck iniciar a produção do seu próximo filme como cineasta, Live By Night, em Novembro. 

O novo filme de Batman deverá estrear apenas em 2019.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Margot Robbie será Harley Quinn em "Suicide Squad"


O Collider revelou que a actriz Margot Robbie (The Wolf of Wall Street) será Harley Quinn no filme Suicide Squad. No universo da DC Comics, Harley Quinn (ou Arlequina), é uma super-vilã e inimiga de Batman. O seu nome foi proposta pelo Joker como trocadilho ao seu nome original, Harleen Quinzel. Após a suposta morte de Joker, Harley é presa e recrutada para o Suicide Squad, em busca de uma redução da sua pena e em troca do apoio ao Governo norte-americano.

Recentemente alguns rumores apontam para Jared Leto (Dallas Buyers Club) no papel de Joker, embora este não tenha sido ainda confirmado. A Variety sugeriu ainda recentemente que Jai Courtney (Divergent) será Deadshoot. Outros rumores envolvem nomes como Will Smith (Ali) no papel de Digger Harkness/Captain Boomerang e Tom Hardy (The Dark Knight Rises) como Rick Flag.

David Ayer (Fury) será o realizador de Suicide Squad que deverá estrear a 5 Agosto de 2016.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Zack Snyder realizará as duas partes do filme "Justice League"


Depois de Batman v. Superman: Dawn of Justice, a Warner Bros. revelou que o realizador Zack Snyder irá realizar as duas partes do filme Justice League. Criada pela DC Comics, a Liga da Justiça é uma equipa de super-heróis que integra nomes como Batman, Aquaman, Superman, Wonder Woman, Green Lantern, Flash, entre outros.

A produtora revelou ainda que Ben Affleck, Henry Cavill e Amy Adams repetirão os seus papéis nos filmes. Justice League: Part One deverá estrear em 2017, enquanto que Justice League: Part Two deverá chegar aos cinemas em 2019.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Ray Fisher será Cyborg em "Batman vs. Superman"


A Variety revelou que mais um super-herói irá juntar-se ao elenco de Batman vs. Superman. O actor Ray Fisher foi escolhido para interpretar Cyborg, numa pequena participação, mas que irá certamente ajudar a preparar a expansão para mais filmes do universo DC, ligados à Liga da Justiça.

A personagem é associada aos S.T.AR. Labs, que são brevemente mencionados em Man of Steel (2013). Batman vs. Superman será realizado por Zack Snyder e tem data de estreia prevista para 6 de Maio de 2016.

domingo, 15 de setembro de 2013

Grant Gustin será Flash em "Arrow"; possível série "The Flash" a caminho do canal CW


Na próxima temporada da série Arrow, durante três episódios veremos o surgimento da conhecida personagem Flash. A sua aparição será feita nos episódios oito e nove, com o jovem actor Grant Gustin (Glee) a interpretar o icónico papel.

Os argumentistas Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Geoff Johns da DC Comics escreverão estes episódios, assim como o vigésimo episódio da temporada que poderá servir como origem para um spin-off da personagem Flash.

Recentemente o canal CW revelou a sua proposta de criar uma nova versão televisiva de The Flash que, tal como Arrow, seria uma aproximação mais realista à temática dos super-heróis.

domingo, 21 de julho de 2013

Warner Bros. anuncia filme com Superman e Batman para 2015


A notícia chegou ontem pela Comic-Con San Diego, com a Warner Bros. a anunciar um filme com Batman e Superman, a estrear em 2015. Com o lançamento do comunicado oficial mais detalhes se perceberam, com esta a ser tecnicamente (mas não oficialmente) uma sequela de Man of Steel, já que veremos o regresso de personagens como Laurence Fishburne como Perry White; Diane Lane como Martha Kent e Amy Adams como Lois Lane.

Henry Cavill regressará como Super-Homem, mas Christian Bale não deverá retornar à personagem de Batman. Sabe-se que Christopher Nolan e Emma Thomas regressarão, mas no papel de produtores executivos e não produtores, logo a sua influência no processo criativo será bem menor que em Man of Steel. Zack Snyder co-escreverá a história com David S. Goyer, que assinará o argumento.

De recordar que em Junho, a DC Comics lançou o primeiro capítulo da BD Batman/Superman, escrita por Greg Pak e ilustrada por Jae Lee. Não se sabe porém se o filme se inspirará na mesma.

A Warner Bros. lançará ainda um filme sobre Flash para 2016, sendo que o filme sobre a Justice League foi adiado para 2017.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Homem de Aço, por Tiago Ramos



Título original: Man of Steel (2013)
Realização: 
Argumento: David S. Goyer
Elenco:  e 

Para fins contextuais, devo admitir que nunca fui muito fã de super-heróis, já que para isso tinha que assumir o seu irrealismo (naturalmente, no género, tem de existir espaço para a suspension of disbelief), algo que para mim sempre foi difícil de lidar. Daí que este quase-subgénero, relativamente recente, do super-herói negro, dolorido, menos super e mais humano, me agrada bastante mais e cria para mim um interesse maior nestas jornadas que chegam aos cinemas, com frequentes adaptações de bandas-desenhadas da Marvel ou DC Comics. Isto para dizer que, se me agrada particularmente esse tom mais sério e negro aplicado aos super-heróis, temos que assumir também que essa forma de trabalhar o material de origem nem sempre resulta. Caso (bastante) evidente de Homem de Aço. Primeiro porque a figura do Super-Homem sempre me pareceu, dentro do grande rol de super-heróis, uma das menos verosímeis e até mais patetas, passando pelas "cuecas por cima do fato", à capa vermelha ou à "habilidade" de se camuflar entre os humanos com uns simples óculos de massa (habilidade cada vez mais frequente no mundo lá fora, admito). Mas para ver um filme sobre essa figura icónica dos super-heróis temos, obviamente, de admitir essas características como naturais. Ora, parece que em Homem de Aço, nem David S. Goyer nem Christopher Nolan (que emprestaram o tom hiperrealista que já tinham criado para Batman), parecem perceber que dar dilemas e crises existenciais a essa mesma figura inusitada das comics, faz tudo parecer ainda mais bizarro e estranho. Daí que haja um conflito entre o sentido de verosimilhança impresso nesta revisão de Super-Homem e os ícones que o popularizaram. Perde-se assim a identidade do super-herói e faz tudo parecer uma grande amálgama desprovida de objectivo.

O problema deste Homem de Aço é a forma genérica com que veste a capa do blockbuster assumido que é, sem uma ponta de personalidade própria, muita câmara ao ombro e muita acção, explosão, quase ininterrupta e personagens incrivelmente rasas. E a culpa disso parece ser precisamente de Christopher Nolan que apadrinhou este filme, como uma espécie de salvador dos super-heróis modernos e ao qual Zack Snyder pareceu particularmente permeável. Abdica assim do seu tom estilizado (que sim, costuma ser bastantes vezes irritante), mas assume um método de trabalho que não é o seu e que faz o filme ser um objecto ainda menos distinto e mais igual a tantas outras super-produções megalómanas. Entre explosões e lutas sem sentido - algumas das quais nem dá bem para o espectador perceber, já que a câmara é particularmente irrequieta - lá se tenta dar uma originalidade e complexidade à história que nunca chega a resultar. Primeiro porque aqui resultaria melhor uma estrutura narrativa linear e não uma à base de flashbacks constantes e aborrecidos - o que é uma pena, já que o "drama" familiar com as personagens de Kevin Costner e Diane Lane é particularmente interessante. Segundo porque a narrativa é pouco coesa e permite-se a uma espécie de saltos temporais bizarros (veja-se a cena da nave escondida, resolvida assim tão rapidamente) que em nada ajudam a compor as personagens. Falta assim espessura às figuras humanas (curiosamente logo num filme que tenta ser tão real e... humano), com um Super-Homem cheio de conflitos, mas também pouco interessante e uma Lois Lane, ela sim, quase uma super-heroína, mas com pouca química com o seu protagonista.

O elenco até faz um trabalho bastante bom. Desde Amy Adams, a Henry Cavill, passando pela figura mais ou menos maquiavélica de Michael Shannon, até aos secundários Costner e Lane, assim como Crowe Zurer. O problema não é deles - apesar de algumas falhas de química - mas sim do argumento que não lhes dá material para trabalhar. Como pode, claro, se grande parte do tempo é gasto em explosões monstruosamente destrutivas e ruidosas, sem qualquer sentido? Ou se ocupa outro tanto a um tom irritantemente moralista, dado a um "existencialismo poético" e a (óbvias) alusões religiosas? O problema é sobretudo essa má gestão de tempo com que os argumentistas não se preocuparam e uma figura de realizador que sucumbe ao tom - ironicamente quase messiânico, como se viesse daqui a "salvação" do género - com que os próprios produtores ditaram que também este super-herói tinha de ser mais negro. Pois nem sempre resulta e isso destruiu a tentativa de recriar de forma poderosa uma figura icónica como Super-Homem.



Classificação:

sábado, 20 de agosto de 2011

Green Lantern - Lanterna Verde, por Carlos Antunes



Título original: Green Lantern

Green Lantern segue o modelo de filmes de super-heróis à risca, do interesse romântico ao vilão  preparado para a sequela, sem esquecer outro que precisa de aparecer e ser destruído em menos de hora e meia.
A composição dramática não é de esperar nestes filmes lançados em quantidade - mais pela Marvel, mas suspeita-se que a DC pretende seguir esse caminho excepto para os dois maiores personagens da casa - para ter sempre o universo presente na mente das pessoas e estas a pagarem o bilhete respectivo.
Com as sequelas quase sempre garantidas é estranho que a narrativa seja despachada em vez de ponderada a longo prazo.
No caso particular deste filme, o filme torna-se inconsistente, passando do humor desajeitado à seriedade foleira sem que percebamos bem como (ou quando).
A segunda parte, cheia daqueles discursos moralizantes, parece ainda mais ridículo do que normalmente vindo depois da versão que Ryan Reynolds faz do estilo de Will Smith em Men In Black.
Sendo que Reynolds não tem assim tanto talento para ser engraçado, também não ajuda que as tiradas auto-depreciativas não cheguem a ser caústicas ou humoradas.
Os argumentistas - já agora aproveito para sublinhar a coincidência de dois péssimos filmes estreados esta semana acumularem uma mão cheia deles e serem uma trapalhada - mostram que têm menos imaginação para o humor do que para a criação de oportunidade dos responsáveis pelos efeitos especiais mostrarem o seu melhor.
Para uma arma cujo único limite de poder é a imaginação, merecia que os argumentistas pensassem em algo melhor do que um combate com espadas ou uma metralhadora
Só no momento em que Hal Jordan está a receber as primeiras lições no planeta Oa é que vemos o anel a dar origem a um pequeno traço de inventividade matemática. O resto do tempo os limites do que consegue fazer são tão cinzentos como o próprio filme.
Uma imaginação cuja pobreza só fica evidenciada pelo desnecessário 3D. Com todo o Espaço por onde voar, com um planeta criado de raíz e com uma quantidade ilimitada de espécies alienígenas à disposição, o 3D não aparece. Nem mesmo para nos distrair com os velhos truques com que se vende este efeito.
Se a má notícia é que este filme vai ter uma sequela, a boa notícia é que Mark Strong vai poder voltar a interpretar um vilão com o talento que lhe reconhecemos e, provavelmente, ter mais tempo de ecrã.
E podemos sempre ter esperança que haja um filme dedicado à Tropa dos Lanternas Verdes, sem as restrições humanas do super-herói de serviço!