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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Retrospectiva 2011: Os melhores filmes

Finalizo a retrospectiva do ano de 2011, com a lista daqueles que considero serem os melhores filmes do ano. Destaque para o top 10, sendo que a lista se completa até aos 54 melhores filmes do ano. Escolha subjectiva, como sempre. (Para a elaboração da lista apenas foram incluídos filmes estreados comercialmente em Portugal durante 2011. Nem todos os filmes estreados durante o ano foram visualizados. As escolhas de Tiago Ramos não reflectem necessariamente a opinião de toda a equipa do blogue.)

1. Sangue do meu Sangue

2. A Árvore da Vida

3. Um Ano Mais

4. Poesia

5. Mel

6. Despojos de Inverno

7. Essential Killing - Matar para Viver

8. Uma Separação

9. Melancolia

10. Blue Valentine - Só Tu e Eu

11. Cisne Negro
12. O Atalho
13. Biutiful
14. Eu Vi o Diabo
15. Drive - Risco Duplo
16. Lourdes
17. Camino
18. A Pele Onde Eu Vivo
19. Indomável
20. Somewhere - Algures
21. O Tio Boonmee Que Se Lembra das Suas Vidas Anteriores
22. A Melhor Despedida de Solteira
23. Vénus Negra
24. Meia-Noite em Paris
25. O Deus da Carnificina
26. Carlos
27. Jane Eyre
28. Monsters - Zona Interdita
29. A Toupeira
30. As Serviçais
31. Habemus Papam - Temos Papa
32. Pina
33. Carancho
34. Insidioso
35. O Estranho Caso de Angélica
36. Contágio
37. Hanna
38. Incendies - A Mulher Que Canta
39. Um Método Perigoso
40. Assim é o Amor
41. Não Tenhas Medo do Escuro
42. Get Low - A Lenda de Félix Bush
43. Banksy - Pinta a Parede!
44. O Discurso do Rei
45. Nos Idos de Março
46. Enterrado
47. The Fighter - Último Round
48. A Última Noite
49. As Múmias do Faraó - As Aventuras de Adèle Blanc-Sec
50. Micmacs - Uma Brilhante Confusão
51. Potiche - Minha Rica Mulherzinha
52. Amor, Estúpido e Louco
53. O Hospício
54. O Castor

sábado, 28 de janeiro de 2012

Retrospectiva 2011: Os piores filmes

Durante 2011, também houve mau cinema a chegar às salas. Esta lista apresenta aqueles que, a meu ver, são os piores filmes do ano. Sempre subjectivo, claro está. A lista encontra-se ordenada pela ordem de estreia em Portugal. (Para a elaboração da lista apenas foram incluídos filmes estreados comercialmente em Portugal durante 2011. Nem todos os filmes estreados durante o ano foram visualizados. As escolhas de Tiago Ramos não reflectem necessariamente a opinião de toda a equipa do blogue.)

Hereafter - Outra Vida, de Clint Eastwood

Sexo Sem Compromisso, de Ivan Reitman

127 Horas, de Danny Boyle

O Dilema, de Ron Howard

Época das Bruxas, de Dominic Sena

Sou o Número Quatro, de D.J. Caruso

A Ressaca - Parte II, de Todd Phillips

Cowboys & Aliens, de Jon Favreau

Capuchinho Vermelho: A Nova Aventura, de Mike Disa

Medo Profundo, de David R. Ellis

Identidade Secreta, de John Singleton

Alvin e os Esquilos 3: Naufragados, de Mike Mitchell

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Retrospectiva 2011: As melhores cenas

Por vezes, encontramos a verdadeira essência do cinema em pequenos momentos e pequenas cenas de um filme. Deixo aqui uma lista com as melhores cenas do ano e sempre que possível, acompanhadas de um vídeo ilustrativo. (Para a elaboração da lista apenas foram incluídos filmes estreados comercialmente em Portugal durante 2011. As escolhas de Tiago Ramos não reflectem necessariamente a opinião de toda a equipa do blogue.)

Hereafter - Outra Vida | Tsunami
(clique na imagem para ver o vídeo)


Com Que Voz | Amália Rodrigues e Alain Oulman a interpretar "Soledad"


Cisne Negro | Sequência Final de "O Lago dos Cisnes"


O Discurso do Rei | "I have a voice!"


O Discurso do Rei | Palavrões


Blue Valentine - Só Tu e Eu | Créditos finais

Sucker Punch | Sequência inicial


Gritos 4 | Sequência inicial


O Estranho Caso de Angélica | As fotos

Os Amores Imaginários | "Bang Bang"

Os Amores Imaginários | Festa

A Árvore da Vida | Formação do Universo

O Castor | Cena da luta

Essential Killing - Matar para Viver | Amamentação

Hanna | Assobio

Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2 | Harry olha no Pensatório

A Melhor Despedida de Solteira | Discurso de noivado

A Melhor Despedida de Solteira | Pânico no Avião

A Melhor Despedida de Solteira | Disputa na joalharia

A Melhor Despedida de Solteira | Carro

Meia-Noite em Paris | Rinocerontes

Melancolia | Prólogo

Melancolia | Colisão

Drive - Risco Duplo | Elevador

Drive - Risco Duplo | Cena da caçadeira



Drive - Risco Duplo | Cena da Máscara

sábado, 14 de janeiro de 2012

Retrospectiva 2011: As maiores desilusões

Pelo que consulto de muitas listas e tops cinematográficos, parece-me que muitas vezes é confundido o conceito de mau filme (sempre subjectivo, claro), com filme que desilude. Dessa forma, aqui fica uma lista com os filmes que mais me desiludiram este ano. Não quer dizer que sejam maus filmes, mas apenas que tendo em vista as expectativas colocadas para ele, ficaram bastante aquém. Segue-se também uma justificação destas escolhas. (Para a elaboração da lista apenas foram incluídos filmes estreados comercialmente em Portugal durante 2011. As escolhas de Tiago Ramos não reflectem necessariamente a opinião de toda a equipa do blogue.)

Vais Conhecer o Homem dos Teus Sonhos, de Woody Allen
Sendo um filme do Woody Allen, espera-se sempre - mesmo que não 100% original - algo minimamente criativo. No caso deste filme, se já o material promocional não deixava grande expectativa, o seu visionamento veio comprovar que de pouco interessante havia aqui. Não é um mau filme, mas dos mais fracos do cineasta e com certeza, daqueles em que se nota um Woody Allen mais acomodado, diria até, preguiçoso. Com um ritmo monótono, repleto de clichês, a sensação final é de inocuidade.

O Amor É o Melhor Remédio, de Edward Zwick
O hype aqui surgiu precisamente potenciado por toda uma indústria que o apontava como um interessante candidato à temporada de prémios 2010/2011, com Anne Hathaway a interpretar uma vítima da doença de Parkinson. De Edward Zwick (Blood Diamond) também se esperava uma comédia interessante e agradável, mas também crítica, dada a temática que envolvia a indústria farmacêutica. No fim de contas, temos um filme com potencial, mas que não se sabe decidir entre comédia e drama, havendo mesmo momentos em que os géneros entram em conflito. Anne Hathaway tem rasgos de genialidade, mas a sua química com Jake Gyllenhaal nem sempre resulta (este último também não tem aqui um dos seus melhores desempenhos). É um filme agradável (mais que a maioria das comédias do géneros), mas também não atinge todo o seu potencial.

Splice - Mutante, de Vincenzo Natali
O interesse do filme é quando inicia um debate interessante, polémico e actual: devem existir limites para a ciência? E Vincenzo Natali (Cube) consegue, de certo modo, criar uma atmosfera tenebrosa e de terror levantado essas importantes questões éticas. O problema é que a segunda metade do filme começa a dividir-se em vários focos e perde a consistência conseguida até ali. Há falta de sintonia.

O Código Base, de Duncan Jones
Este tinha tudo para ser um dos filmes do ano, especialmente depois de Duncan Jones ter conseguido atingir a quase perfeição com a sua estreia como realizador (falamos de Moon). De um filme de ficção-científica niilista com uma profunda mensagem, partimos para uma grande produção de Hollywood, a evocar em exagero filmes como Déjà vu e Groundhog Day e embora tenha um argumento potencialmente interessante, perde-se em demasia, chegando a uma conclusão óbvia, banal e desinspirada. Sofre de falta de personalidade.

Lixo Extraordinário, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley
De documentário internacionalmente reconhecido e nomeado a um Óscar, encontramos afinal uma história comovente, mas com objectivos pretensiosos. Em vez de se focar no que realmente interessa (a vida daqueles catadores de lixo), prefere destacar o artista plástico Vik Muniz como uma figura quase messiânica. Tinha tudo para ser bom, mas vê a sua estrutura enfraquecida a posição arrogante do protagonista, que deveria ser posto mais lado e dado destaque a quem realmente interessava.

Amores Imaginários, de Xavier Dolan
Com uma auspiciosa estreia com J'ai tué ma mère, desta segunda longa-metragem do jovem canadiano Xavier Dolan esperava-se nada menos que uma estrutura amadurecida do seu primeiro trabalho. Apesar de obter destaque como homem dos sete ofícios (apesar da tenra idade, produziu, escreveu, realizou e protagonizou - até o guarda-roupa teve a sua cargo), o filme sofre dos mesmos problemas do filme anterior: falta de maturidade. Com uma visão arrogante e narcisista, por mais interessante que possa ser, acaba por revelar-se cansativo.

Super 8, de J.J. Abrams
Apesar de toda a interessante nostalgia do cinema dos anos 80 e de alto valor moral, o filme acaba por revelar-se demasiado centrado esse saudosismo, revelando uma narrativa deficitária, costurada e monótona. Contrastando com a simplicidade final, termina completamente atropelado pelos efeitos que parecia contestar.

Um Dia, de Lone Scherfig
De um bestseller aclamado, com o regresso de Lone Scherfig depois de um agradável An Education, esperava-se de One Day algo bastante melhor do que revelou ser. A história é demasiado fracturada e a sua estrutura quase episódica acaba por revelar muitos buracos e vazios narrativos, faltando-lhe sobretudo coesão a nível narrativo.

Uivo, de Rob Epstein e Jeffrey Friedman
Apresenta sem dúvida a melhor performance de James Franco, num ano em que foi ofuscado pelo seu trabalho em 127 Horas (de bastante menor qualidade), mas o problema não é esse. Apesar de todo o arrojo e originalidade, não existe um elemento unificador da narrativa, que se dispersa em elementos de alto valor artístico quando em separado, mas que quando juntos acaba por se assemelhar a uma manta de retalhos.

Submarino, de Richard Ayoade
Cai no estigma de um certo tipo de cinema independente onde por vezes se confunde originalidade com cultura underground. Apesar de se distanciar de obras mais mainstream e orgulhosamente apresentar uma tentativa criativa de contar uma história banal, deixa-se ofuscar pela ideia forçada de reunir num espaço pequeno todo e qualquer elemento que agrade a uma certa cultura hipster.

Nos Idos de Março, de George Clooney
Filmado e protagonizado de forma exímia, onde todo o elenco se destaca, mas em Nos Idos de Março não deixamos de nos sentir com uma sensação enorme de déjà vu. Basicamente recicla toda a estrutura do filme de conspirações políticas, criando um excelente ambiente, mas que deixa sempre uma sensação amarga de repetição, especialmente quando comparado com outros trabalhos do realizador que se focam na mesma temática.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Retrospectiva 2011: Os Melhores Actores

Continuamos a nossa retrospectiva do ano transacto com um top dos melhores actores (e respectivos desempenhos), tanto principais como secundários. Para tal, foram apenas contabilizados os filmes estreados comercialmente em Portugal durante 2011. (As escolhas de Tiago Ramos não reflectem necessariamente as de toda a equipa do blogue.

Actor Principal

1. Min-sik Choi em Eu Vi o Diabo


2. Ryan Gosling em Drive - Risco Duplo
3. Javier Bardem em Biutiful
4. Bora Altas em Mel
5. Édgar Ramírez em Carlos
6. Ryan Gosling em Blue Valentine - Só Tu e Eu
7. Vincent Gallo em Essential Killing - Matar para Viver
8. António Banderas em A Pele Onde Eu Vivo
9. Gary Oldman em A Toupeira
10. Jeff Bridges em Indomável
11. Hunter McCracken em A Árvore da Vida
12. Michel Piccoli em Habemus Papam - Temos Papa
13. Peyman Maadi em Uma Separação
14. Christoph Waltz em O Deus da Carnificina
15. Colin Firth em O Discurso do Rei
16. Ryan Gosling em Nos Idos de Março
17. Thomas Doret em O Miúdo da Bicicleta
18. Robert Duvall em Get Low - A Lenda de Félix Bush
19. Owen Wilson em Meia-Noite em Paris


Actor Secundário


1. Geoffrey Rush em O Discurso do Rei


2. John Hawkes em Despojos de Inverno
3. Corey Stoll em Meia-Noite em Paris
4. Christian Bale em The Fighter - O Último Round
5. Alan Rickman em Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2
6. Vicent Cassel em Cisne Negro
7. Brad Pitt em A Árvore da Vida
8. Adrien Brody em Meia-Noite em Paris
9. Andy Serkis em Planeta dos Macacos: A Origem
10. Christopher Plummer em Assim É o Amor
11. John Hurt em A Toupeira
12. Bryan Cranston em Drive - Risco Duplo
13. John Hurt em Melancolia
14. Bill Murray em Get Low - A Lenda de Félix Bush

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Retrospectiva 2011: As Melhores Actrizes

Em 2011 muitas das grandes interpretações do ano foram femininas. Continuamos a nossa retrospectiva do ano transacto com um top das melhores actrizes (e respectivos desempenhos), tanto principais como secundárias. Para tal, foram apenas contabilizados os filmes estreados comercialmente em Portugal durante 2011. (As escolhas de Tiago Ramos não reflectem necessariamente as de toda a equipa do blogue.)

Actriz Principal


1. Anabela Moreira em Sangue do meu Sangue


2. Natalie Portman em Cisne Negro
3. Jennifer Lawrence em Despojos de Inverno
4. Elena Anaya em A Pele Onde Eu Vivo
5. Jeong-hie Yun em Poesia
6. Rita Blanco em Sangue do meu Sangue
7. Michelle Williams em O Atalho
8. Hailee Steinfeld em Indomável
9. Viola Davis em As Serviçais
10. Sylvie Testud em Lourdes
11. Charlotte Gainsbourg em Melancolia
12. Kirsten Dunst em Melancolia
13. Michelle Williams em Blue Valentine - Só Tu e Eu
14. Kristen Wiig em A Melhor Despedida de Solteira
15. Leila Hatami em Uma Separação
16. Yahima Torres em Vénus Negra
17. Lubna Azabal em Incendies - A Mulher que Canta
18. Jodie Foster em O Deus da Carnificina
19. Kate Winslet em O Deus da Carnificina
20. Deborah Secco em Bruna Surfistinha - O Doce Veneno do Escorpião
21. Keira Knightley em Um Método Perigoso
22. Nerea Camacho em Camino
23. Saoirse Ronan em Hanna
24. Catherine Deneuve em Potiche - Minha Rica Mulherzinha
25. Isabelle Huppert em Copacabana


Actriz Secundária


1. Lesley Manville em Um Ano Mais

2. Barbara Hershey em Cisne Negro
3. Octavia Spencer em As Serviçais
4. Jessica Chastain em The Tree of Life
5. Jessica Chastain em As Serviçais
6. Mila Kunis em Cisne Negro
7. Helena Bonham Carter em O Discurso do Rei
8. Carme Elias em Camino
9. Carey Mulligan em Drive - Risco Duplo
10. Bryce Dallas Howard em As Serviçais
11. Charlotte Rampling em Melancolia
12. Amy Adams em The Fighter - O Último Round
13. Sareh Bayat em Uma Separação
14. Allison Janney em As Serviçais
15. Melissa Leo em The Fighter - O Último Round
16. Elle Fanning em Somewhere - Algures
17. Melissa McCarthy em A Melhor Despedida de Solteira
18. Jessica Barden em Hanna

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Retrospectiva 2011: As melhores bandas sonoras

Uma boa banda sonora é parte fulcral de um filme e como tal apresentamos de seguida as melhores do ano. (Para a elaboração deste top nem todos os filmes estreados até ao final de Dezembro foram visionados. As escolhas de Tiago Ramos não reflectem necessariamente as de toda a equipa do blogue.)

Daft Punk por TRON - O Legado

Gustavo Santaolalla por Biutiful

Alain Oulman e Amália Rodrigues por Com Que Voz

Clint Mansell por Cisne Negro

Alexandre Desplat por O Discurso do Rei

Carter Burwell por Indomável

A. R. Rahman por 127 Horas

Grizzly Bear por Blue Valentine - Só Tu e Eu

Phoenix por Somewhere - Algures

Rafael Arnau por Camino

Pedro Janela por Quinze Pontos na Alma

Dario Marianelli por Jane Eyre

Clint Mansell por A Última Noite

Jon Hopkins por Monsters - Zona Interdita

Alexandre Desplat por A Árvore da Vida

Henry Jackman por X-Men: O Início

The Chemical Brothers por Hanna

Alexandre Desplat por Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2

Mowg por Eu Vi o Diabo

Roger Neill, David Palmer e Brian Reitzell por Assim É o Amor

Alex Beaupain por Os Bem Amados

Thomas Newman e vários por As Serviçais

Cliff Martinez por Contágio

John Williams por As Aventuras de Tintim - O Segredo do Licorne

Alberto Iglesias por A Pele Onde Eu Vivo

Cliff Martinez e vários por Drive - Risco Duplo

Alberto Iglesias por A Toupeira