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segunda-feira, 12 de março de 2018
domingo, 11 de março de 2018
sábado, 10 de março de 2018
quarta-feira, 7 de março de 2018
terça-feira, 6 de março de 2018
sábado, 3 de março de 2018
domingo, 15 de maio de 2016
domingo, 13 de março de 2016
"When Marnie Was There" e "Amélia & Duarte" vencem o festival MONSTRA 2016
O filme When Marnie Was There venceu o Grande Prémio MONSTRA da competição de Longas-Metragens do Festival MONSTRA 2016. Segundo o júri, o filme dos estúdios Ghibli, nomeado ao Óscar 2016 de Melhor Filme de Animação, «mostra-nos a natureza dos laços humanos, com um uso inteligente do tempo, um ritmo da natureza que nos conduz para a harmonia».
Já a competição portuguesa galardoou Amélia & Duarte, da dupla Alice Guimarães e Mónica Santos, com o prémio SPA | Vasco Granja. O júri afirmou que «através do uso imaginativo da técnica de pixilação, este maravilhoso filme capta as emoções de um amor falhado». A dupla já tinha vencido o CINANIMA 2015.
O mais recente filme do animador português José Miguel Ribeiro, Estilhaços, recebeu o prémio do Público (competição portuguesa) e Melhor Curta-Metragem Portuguesa (secção curtas-metragens). Esta última secção atribuiu o Grande Prémio Monstra Curta a Le repas dominical, da francesa Céline Devaux e vencedora do prémio César 2016 para Melhor Curta.
Competição de Longas-Metragens
Grande Prémio MONSTRA: When Marnie Was There, de Hiromasa Yonebayashi
Prémio Especial do Júri: Little From the Fish Shop, de Jan Balej
Melhor Banda Sonora: April and the Extraordinary World
Melhor Filme para a Infância e Juventude: Phantom Boy, de Alan Gagnol e Jean-Loup Felicioli
Prémio do Público: April and the Extraordinary World, de Christian Demares e Franck Ekinci
Competição de Curtas-Metragens
Menções Honrosas
Splintertime, de Rosto
In the Distance, de Florian Grolig
The Master, de Riho Unt
Prémio do Público: One, Two, Tree; de Yulia Aronova
Melhor Filme Experimental: Veil, de Yoriko Mizushiri
Prémio Especial do Júri: Under Your Fingers, de Marie-Christine Courtès
Melhor Curta-Metragem Portuguesa: Estilhaços, de José Miguel Ribeiro
Grande Prémio MONSTRA CURTA: Sunday Lunch, de Céline Devaux
Competição Portuguesa
Menções Honrosas
Estilhaços, de José Miguel Ribeiro
Pronto, Era Assim; de Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues
Nossa Senhora da Apresentação; de Alice Guimarães, Daniela Duarte, Laura Gonçalves e Abi Feijó
Prémio do Público: Estilhaços, de José Miguel Ribeiro
Melhor Filme Portugês - Prémio SPA | Vasco Granja: Amélia & Duarte, de Alice Guimarães, Mónica Santos
Competição MONSTRINHA
Pais e Filhos: Between Times, de MAx Porter e Ru Kuwahata
Menções Honrosas
3 aos 6: Morphium, de Linus Stetter
7 aos 12: One, Two, Tree; de Yulia Aronova
+ de 13: Guida, de Rosana Urbes
Prémio do Público MONSTRINHA
3 aos 6: Counting Sheep, de Fritz Standaert
7 aos 12: Hola Llamigo, de Christina Chang e Charlie Parisi
+ de 13: Rapsodie en Rose, de Bram Mondy
Grande Prémio MONSTRINHA
The Story of Percival Pilts, de Jeanette Goodey e John Lewis
Prémio do Público
Pais e Filhos: Dji. Death Sails, de Dmitri Voloshin
3 aos 6: Counting Sheep, de Fritz Standaert
7 aos 12: Hola Llamigo, de Christina Chang e Charlie Parisi
+ de 13: Rapsodie en Rose, de Bram Mondy
Competição AMENDOIM DE OURO
Amendoim de Bronze: My Dear Gnome, de Emmanuelle Leleu e Julien Hazebroucq
Amendoim de Prata: By the Name of Boston, de Grant Kolton
Amendoim de Ouro: Otto, de Salvatore Murgia e Dario Imgrogno
Competição de ESTUDANTES
Menções Honrosas
Witin, de Natália Azevedo Andrade
Afternoon Class, de Seoro Oh
Life Smartphone, de Xie Chenglin
Fox Fears, de Miyo Sato
Prémio do Público: Afternoon Class, de Seoro Oh
Melhor Curta de Estudantes Portuguesa: Meada, de Linnea Lidegran
Melhor Curta de Estudantes: Edmond, de Nina Gantz
Competição de CURTÍSSIMAS
Menções Honrosas
Otto, de Salvatore Murgia e Dario Imbrogno
At First Sight, de Pedro Allevato
Melhor Curtíssima Portuguesa: Frrt Frtt Frt Frrtt, de Aude Bario e Barbara Meuli
Melhor Curtíssima Internacional: By the Name of Boston, de Grant Kolton
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 15 de maio de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
A Ilha de Giovanni, por Carlos Antunes
Título original: Jobanni no shima
Realização: Mizuho Nishikubo
Argumento: Shigemichi Sugita, Wendee Lee, Yoshiki Sakurai
Elenco: Aleksandr Golovchanskiy, Natalie Hoover, Masachika Ichimura
Afirmar que o contexto histórico é o mais chamativo n'A Ilha de Giovanni não implica desde logo desprezar os resultados gráficos ou narrativos do filme. Antes compreender que os momentos em que a história das duas crianças interage de forma mais modesta com a História poderosa e desconhecida do Japão pós-Segunda Guerra Mundial.
A transformação que a inocência das crianças pode ter no espectro das relações entre ocupantes (Russos) e ocupados (Japoneses) não é tema novo mas tem sempre a eficácia de uma perspectiva mais inocente.
O interesse jovem mútuo particularizado pelos dois irmãos e a loira Tanya, gera mesmo uma belíssima cena que termina com um beijo no pátio da escola.
Nessa cena o realizador resgata uma música - Katyusha - que aprendemos a associar ao Exército Russo e ao belicismo (era a alcunha de várias peças de artilharia) e devolve-lhe o sentido original na voz de crianças de ambas as nacionalidades cantando em uníssono.
A ternura e o entendimento - até linguístico - que pode surgir por entre o choque dos povos sugere um olhar que tem algo mais além da inocência, como um revisitar dos frutos daquele período feito à distância temporal de muitas décadas. Algo que se pressente na discussão sobre a electricidade que os Russos trazem à ilha.
Só que mais adiante os dois irmãos são levados da ilha e o filme deriva para uma fuga melodramática entre campos de concentração que reduz por completo os opositores a figuras vagas de arma em punho e sem tempo para compaixão.
O filme abdica da potencial construção dramática que vinha da primeira metade e se assim foge ao idealismo impossível da reconciliação acaba por ceder ao fantasioso pela via quase aventurosa para carregar os traços de comoção.
Nesta segunda metade do filme as personagens têm mais relevo do que os cenários. Se esses eram o que de mais belo o filme mostrava, o trabalho pouco evoluído - datado talvez seja mais justo - com que lida com as figuras humanas remete para as séries animadas de outrora protagonizadas por jovens à sua própria sorte.
Essa lembrança é, apesar de tudo, menos prejudicial do que a d'O Túmulo dos Pirilampos a que a segunda parte do filme muito se assemelha. Não conviria a este filme ser comparado com a obra-prima de Isao Takahata...
Ainda para mais o elemento fulcral da história que poderia ligar o realismo à dose de fantasia é explicado tarde demais para ter propósito.
A obsessão dos irmãos com comboios e a sua fuga para o Comboio Galáctico só farão sentido imediato para os iniciados na cultura nipónica.
Sem desmerecer o trabalho em torno das músicas populares quer russas quer japoneses ou a coragem na escolha dos temas, este filme deixa uma sensação de falhanço.
Haveria para explorar os problemas das relações entre os próprios japoneses sem sequer sair da ilha e fazê-lo através dos pai e tio de Giovanni e Campanella (uma escolha de nomes que requer uma pesquisa acerca do trabalho de Kenji Miyazawa) e como tal se reflectiria nas próprias crianças.
O argumento opta por adicionar elementos avulsos, como um triângulo amoroso inútil porque sempre adiado.
Voltando ao início, o contexto histório é o que fica com o público que será comovido por traços de beleza e por cenas a puxar ao lamento sem que se veja tais elementos unirem-se para criar um filme devidamente memorável.
sábado, 4 de abril de 2015
Jack e a Mecânica do Coração, por Carlos Antunes
Título original: Jack et la mécanique du coeur
Realização: Stéphane Berla e Mathias Malzieu
Argumento: Mathias Malzieu
Elenco: Mathias Malzieu, Olivia Ruiz, Grand Corps Malade
Há vários anos atrás, quando o livro foi publicado por cá, já se falava da hipótese de Tim Burton adaptar ao cinema um livro - mais o disco que lhe está associado - que ia buscar inspiração ao seu universo.
Tal não sucedeu mas o filme deixa bem clara a sua afinidade para com a obra do realizador, tanto do seu livro A Morte Melancólica do Rapaz Ostra & Outras Histórias como dos seus filmes de animação.
Se a figuração parece uma transformação digital dos personagens de Corpse Bride, é do fulgor freak de Big Fish que Jack et la mécanique du coeur mais se mostra devedor.
Jack entra na vertigem de encontros com personagens cada vez extraordinárias numa odisseia fantasiosa em que se cruza com um adversário do calibre de Jack the Ripper e ganha um amigo como Georges Méliès. São ambas evocações interessantes por motivos diferentes.
Jack the Ripper surge com pouca significância para a história - mas a justificar a presença de uma canção - só que numa das cenas mais originais do filme, com uma perseguição ao longo de um comboio-acordeão onde a distância e a tensão variam de forma instantânea entre picos de máximo e mínimo.
Georges Méliès, o pai dos efeitos especiais, dá sobretudo uma contribuição de apoio moral embora sirva igualmente para momentos de dinâmica à narrativa que precede o cinema.
Tal como o uso destes personagens demonstra, Jack et la mécanique du coeur tem algo de disjunto que o torna mais apelativo pela emoção que transmite do que pela sua compostura narrativa.
O tom muda frequentemente ao ritmo das canções de Mathias Malzieu cujo estilo varia ainda mais consoante o ambiente daquilo que ele imaginou como sendo cada "cena" do seu livro.
Até na beleza imperfeita do filme, mantendo a qualidade de uma abordagem manual numa abordagem de forma tridimensionais, se vê essa ruptura entre o que filme poderia ser e o que acabou por ser por conta da inspiração do autor transversal a todas as encarnações da história.
Os computadores serviram para conseguir uma animação com as imperfeições de movimento do stop-motion de Burton.
Olhar para a conjugação desses dois mundos tem, aqui um efeito de encantamento que consegue remeter apenas para o fim do filme a dúvida sobre os benefícios de ter a tecnologia para a usar aquém das suas possibilidades ou, se preferirmos, para sugerir defeitos que certamente não existem.
Se o filme poderia ter alcançado bem mais do que fez é porque permite a Malzieu demonstrar melhor algumas das suas ideias do que os meios anteriores que utilizou.
Dois exemplos para o demonstrar podem ser retirados do início e do film do filme, embora acabem por demonstrar o quanto a história se transforma sem assegurar coesão.
As regras que a mãe adoptiva impõe a Jack são preocupações que todas as mães têm com os filhos mas que ganham expressão mais palpável por conta do relógio de cuco que ele tem à mostra no lugar do coração. É uma tradução imaginativa do receio de uma mãe que escuda o seu filho em demasia e lhe chama a atenção para perigos que ele não pode reconhecer e que continuará a ver a fantasia colar-se ao chão do realismo pelo bullying que ele depois sofre.
O final do filme vive de um exarcebado romantismo devedor de Werther acrescentado de uma espiritualidade desnecessária. Também esses instantes finais têm uma força cujo reconhecimento pelo público é imediato mesmo através do filtro grandiloquente da obra.
Vive-se muita liberdade para chegar de um ponto a outro, atravessando o gótico e o burlesco, sendo levado pelas emoções fortes de cada instante e acabando a sentir que se esteve perante um conjunto de pedaços de obra que se aglutinaram mas não se uniram.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
"Fuligem" e "The Tale of The Princess Kaguya" vencem Monstra 2015
O filme The Tale of the Princess Kaguya, do japonês Isao Takahata (Hotaru no haka), venceu o Grande Prémio RTP para Melhor Longa-Metragem da Monstra 2015 - Festival de Cinema de Animação de Lisboa. O filme foi nomeado ao Óscar 2015 de Melhor Filme de Animação e estreia nos cinemas portugueses a 9 de Abril. Já na competição para a Melhor Curta-Metragem Portuguesa, o vencedor foi Fuligem que arrecadou o Prémio SPA | Vasco Granja. A curta, da dupla David Doutel e Vasco Sá, já tinha sido premiada no Curtas Vila do Conde 2014 e no Cinanima 2014. Foi ainda nomeada ao prémio Sophia 2015 de Melhor Curta de Animação.
Competição de Longas-Metragens
O Conto da Princesa Kaguya, de Isao Takahata (Japão)
Prémio Especial do Júri
Song of the Sea, de Tomm Moore (Irlanda)
Melhor Banda Sonora
Song of the Sea, de Tomm Moore (Irlanda)
Melhor Filme para a Infância e Juventude
Shaun the Sheep, de Mark Burton e Richard Starzak (Reino Unido)
Prémio do Público
Shaun the Sheep, de Mark Burton e Richard Starzak (Reino Unido)
Menções Honrosas
Giovanni's Island, de Mizuho Nishikubo (Japão)
Lisa Limone e Maroc Orange, de Mait Laas (Estónia)
Jack and the Cuckoo Clock Heart, de Mathias Malzieu e Stephane Berlá (França)
Competição de Curtas-Metragens
Melhor Curta-Metragem Internacional - Grande Prémio RTP
Man on the Chair, de Dahee Jeong (França)
Prémio Especial do Júri
Fuligem, de David Doutel e Vasco Sá (Portugal)
Melhor Filme Experimental
É in Motion No.2, de Sumito Sakakibara (Japão)
Prémio do Público - Prémio Nescafé Dolce Gusto
We Can't Live Without Cosmos, de Konstantin Bronzit (Rússia)
Menções Honrosas
Tick Tack, de Ülo Pikkov (Estónia)
Nuggets, de Andreas Hykade (Alemanha)
Competição Portuguesa
Melhor Curta-Metragem Portuguesa - Prémio SPA | Vasco Granja
Fuligem, de David Doutel e Vasco Sá
Prémio do Público
Fuligem, de David Doutel e Vasco Sá
Menções Honrosas
Os Prisioneiros, de Margarida Madeira
Os Cantos dos 4 Caminhos, de Nuno Amorim
Competição de Curtíssimas
Melhor Curtíssima Internacional
Cupidiculous, de Panop Koowat (EUA)
Melhor Curtíssima Portuguesa - Prémio FNAC
Home Dog, de Emanuel Barros
Menções Honrosas
Macondo, de Zilai Feng (EUA)
Deskloop, de Evelien Lohbeck (Holanda)
Competição de Estudantes - Júri Sénior
Melhor Curta de Estudantes Internacional - Prémio Carl Zeiss Vision
Mend and Make Do, de Bexy Bush Bush (Reino Unido)
Melhor Curta de Estudantes Portuguesa - Prémio Carl Zeiss Vision
Tele-Sofia, de Ana Fernandes, Manuel Sá e Nuno Mendanha
Prémio do Público - Prémio Bebidas de Cereais Nestlé
Tale, de Bertoli Attila (Hungria)
Menções Honrosas
This Is How It Starts, de Shahaf Ram (Israel)
Tale, de Bertoli Attila (Hungria)
La Fenetre, de Barrère, Blondeel, Corcho, Leroi, Proust, Riviére, Tapare (França)
Competição de Estudantes - Júri Júnior
Melhor Filme Internacional
This Is How It Starts, de Shahaf Ram (Israel)
Melhor Filme Português
Que Dia É Hoje, de Colectivo Fotograma 24 e 24 Jovens de Montemor-o-Novo
Menções Honrosas
Mend and Make Do, de Bexy Bush (Reino Unido)
There's a Man in the Woods, de Jacob Streilein (EUA)
Tele-Sofia, de Ana Fernandes, Manuel Sá e Nuno Mendanha (Portugal)
Competição Cinema Mais Pequeno do Mundo
Amendoim de Ouro
Supervenus, de Frederic Doazan (França)
Amendoim de Prata
Bolas! ET's Outra Vez?!, de Bruno Caetano (Portugal)
Amendoim de Bronze
The Evening Cigarette, de Matthieu Van Eeckhout (França)
Competição MONSTRINHA
Melhor Filme Monstrinha
A Single Life, de Job, Joris e Marïeke (Holanda)
Prémio do Público Monstrinha
3 aos 6 - Lune et le Loup, de Toma Leroux, Patrick Delage (França)
7 aos 12 - O Elefante e a Bicicleta, de Olesya Shchukina (França)
+ de 13 - O Presente, de Jacob Frey (Alemanha)
Menções Honrosas
3 aos 6 - História de um Urso, de Gabriel Osorio Vargas (Chile)
7 aos 12 - O Elefante e a Bicicleta, de Olesya Shchukina (França)
+ de 13 - O Presente, de Jacob Frey (Alemanha)
Pais e Filhos - Lambs, de Gottfried Mentor (Alemanha)
sábado, 14 de março de 2015
Passatempo Monstra
O Split Screen e o MONSTRA - Festival de Animação de Lisboa juntam-se para oferecer convites para algumas das sessões da competição deste ano.
Estão em oferta um convite duplo para cinco das sessões da Competição Longas, incluíndo o trabalho que marca o regresso de Sam ao festival, um dos nomeados ao Oscar na sessão deste ano ou o trabalho de um dos mestres do Estúdio Ghibli.
Muita e excelente escolha que queremos levar os nossos leitores a conhecer. Toda a informação abaixo.
domingo, 23 de março de 2014
"O Menino e o Mundo" e "Boles" vencem a Monstra 2014
O filme brasileiro O Menino e o Mundo foi premiado no Monstra 2014 - Festival de Cinema de Animação de Lisboa, com o Grande Prémio do festival para a Melhor Longa-Metragem. O filme segue a história de um menino que parte à procura do seu pai e descobre um mundo fantástico, dominado por estranhos seres e máquinas bichos. O filme de Alê Abreu venceu ainda nas categorias de Melhor Banda Sonora e Prémio do Público.
O Grande Prémio para Melhor Curta-Metragem foi entregue a Boles, de Spela Cadez, uma produção da Eslovénia e Alemanha, sobre um artista em crise criativa e a sua musa.
Competição Longas-Metragens
O Menino e o Mundo, de Alé Abreu (Brasil)
Prémio Especial do Júri
Cheatin, de Bill Plympton (EUA)
Melhor Filme para Infância e Juventude
Aunt Hilda!, de Jacques-Rémy Girerd e Benoît Chieux (França)
Melhor Banda Sonora
O Menino e o Mundo, de Alê Abreu (Brasil)
Prémio do Público
O Menino e o Mundo, de Alê Abreu (Brasil)
Competição Curtas-Metragens
Boles, de Spela Cadez (Eslovénia, Alemanha)
Prémio Especial do Júri
Villa Antropoff, de Kaspar Jancis e Vladimir Leschiov (Estónia)
Melhor Filme Experimental
Lay Bare, de Paul Bush (Reino Unido)
Menções Honrosas
My Mum Is An Airplane, de Yulia Aronova (Rússia)
Around The Lake, de Noémie Marsily e Cark Roosens (Bélgica)
Choir Tour, de Edmunds Jansons (Letónia)
Prémio do Público
Kiki de Montparnasse, de Amélie Harrault (França)
Prémio SPA | Vasco Granja
Carrotrope, de Paulo D'Alva (Portugal)
Competição Estudantes - Júri Sénior
Fishing Meteorites, de Nina Christen e Evelyn Buri (Suíça)
Melhor Curta de Estudantes Portuguesa
The Fan and the Lamp, de Filipe Fonseca (Portugal)
Menções Honrosas
Ab Ovo, de Anita Kwiatkowska (Polónia)
Underneath the Refuge, de Noa Evron (Israel)
Competição de Estudantes - Júri Júnior
Três Semanas em Dezembro, de Laura Gonçalves (Portugal)
Melhor Curta de Estudantes Internacional
Krake, de Regina Welker (Alemanha)
Prémio do Público
Kiosk, de Anete Melece (Suíça)
Competição Curtíssimas
Robbery, de Jan Saska (República Checa)
Melhor Curtíssima Portuguesa
World of Paper, de João Lagido (Portugal)
Menções Honrosas
A Different Perspective, de Chris O'Hara (Irlanda)
Frenki, de Sandin Puce (Alemanha)
sábado, 16 de março de 2013
"Crulic" e "Kali, O Pequeno Vampiro" são os vencedores do Monstra 2013
Decorreu esta noite a cerimónia de entrega de prémios do Monstra 2013 - 12.º Festival de Animação de Lisboa. Crulic, The Path To Beyond; da romena Anca Damian, foi o vencedor do Grande Prémio, confirmando o seu excelente percurso internacional (venceu no Festival de Annecy 2012 e também no Festroia 2012, entre outros). O filme é um documentário de animação sobre Claudiu Crulic, um romeno de 33 anos, que em 2007 foi injustamente acusado de roubar cartões de crédito a um juiz durante uma visita à Polónia.
Já na competição portuguesa, o vencedor foi a curta Kali, O Pequeno Vampiro; de Regina Pessoa. Este é o mais recente prémio para o trabalho, depois de ter recebido uma menção honrosa no IndieLisboa 2012 e prémios no Curtas Vila do Conde 2012 e Cinanima 2012. Foi ainda nomeada a um Annie Award 2013.
Competição Portuguesa SPA | Vasco Granja
M, de Joana Bartolomeu
Melhor Curta Portuguesa
Kali, O Pequeno Vampiro; de Regina Pessoa
Competição Internacional
Crulic, The Path To Beyond; de Anca Damian (Roménia)
Prémio Especial do Júri
Approved For Adoption, de Laurent Boileau e Jung (França)
Melhor Filme para Infância e Juventude
Le Tableau, de Jean François Laguionie (França)
Melhor Banda Sonora
O Apóstolo, de Fernando Cortizo (Espanha)
Prémio do Público
O Apóstolo, de Fernando Cortizo (Espanha)
Menções Honrosas
From Up On Poppy Hill, de Goro Miyazaki (Japão)
Selkirk, The Real Robinson Crusoe; de Walter Tournier (Uruguai)
Competição Internacional de Curtas de Estudantes
Rabiscos, de Bruno Gonçalves
Melhor Curta de Estudantes Internacional - Júri Júnior
Oh Sheep!, de Gottfried Mentor (Alemanha)
Menções Honrosas - Júri Júnior
À la française; de M. Boyer, J. Hazebroucq, H. Ren Hsu, E. Leleu e W. Lorton (França)
Turtle Soup, de Joden von Rotz e Adrian Wolken (Suíça)
Prémio do Público
Oh Sheep!, de Gottfried Mentor (Alemanha)
Melhor Curta de Estudantes Portuguesa - Júri Sénior
O Castigo, de Nelson Fernandes
Melhor Curta de Estudantes Internacional - Júri Sénior
Oh Sheep!, de Gottfried Mentor (Alemanha)
Menções Honrosas - Júri Sénior
Dependência, de Pannah Horváth Molnár (Hungria)
Competição Curtíssimas
Trapped in Time, de Naghmeh Farzaneh (Irão)
Melhor Curtíssima Portuguesa
Corpo Body Corps Körper Corpus, de Vanessa Namora Caeiro
Menções Honrosas
Bonnie, de Masanori Okamato (Japão)
Eros, de Vaiana Gauthier (França)
Radio Afiche, de Sam 3 (Espanha)
Outros
Os Prisioneiros, de Margarida Madeira
domingo, 25 de março de 2012
Monstra 2012: Os vencedores
Termina amanhã a Monstra 2012 - Festival de Animação de Lisboa, mas foram já hoje anunciados os vencedores desta edição. Entre várias confirmações de prémios entregues a nível internacional e aqui repetidos, destaque ainda para a elevada quantidade de premiados portugueses, inclusive na competição internacional. O principal prémio da competição portuguesa foi para a curta-metragem O Sapateiro, de David Doutel e Vasco Sá.
Competição Portuguesa
O Sapateiro, de David Doutel e Vasco Sá
Melhor Filme Português - Prémio do Público
Independência de Espírito, de Marta Monteiro
Competição Internacional
Sleep, de Claudius Gentinetta e Frank Braun (Suíça)
Menção Honrosa (Banda Sonora)
Romance, de Georges Schwizgebel
Melhor Série de TV e Melhor Filme para Infância e Juventude
Dodu - o Rapaz de Cartão, de José Miguel Ribeiro (Portugal)
Prémio Especial do Júri
Maska, de Quay Brothers
Melhor Filme Internacional
Body Memory, de Ülo Pikkov
Melhor Filme Internacional - Prémio do Público
Viagem a Cabo Verde, de José Miguel Ribeiro
Melhor Filme Português - Competição Internacional
Viagem a Cabo Verde, de José Miguel Ribeiro
Competição Curtíssimas
Melhor Curtíssima Internacional
Sinestesia de Saudade, de Eric Tortora Pato (EUA)
Melhor Curtíssima Portuguesa - Prémio Carl Zeiss
Ainda, o Natal; de Cláudio Sá
Menção Honrosa para Filme Cómico
Things You'd Better Not Mix Up, de Joost Lieuwma
Menção Honrosa para Filme Experimental
The Line, de Sjaak Rood
Menção Honrosa para Filme Poético
Diary 2 Feelings, de Tsivka Oren
Competição de Estudantes
Melhor Filme de Estudantes Português (Júri Júnior)
Camera Obscura, de Marta Maia
Melhor Filme de Estudantes Internacional (Júri Júnior)
Promises, de Aki Kono (Japão)
Júnior: Menção Honrosa
One More Time; de Tatyana Okruzhnova, Ekaterina Ovchinnikova, Natasha Pavlycheva, Elena Petrova e Alina Yakhyaeva
Conservar, de Colectivo Fotograma 24
Melhor Filme de Estudantes Internacional - Prémio Meo
We May Meet, We May Not; de Skirma Jakaite (Lituânia)
The Renter, de Jason Carpenter (EUA)
Menção Honrosa
The Box, de Kyra Buschor
Shattered Past, de Boris Sverlow
Melhor Filme de Estudantes - Prémio do Público
Omerta, de N. Loudot, F. Fiteni, A. Janvier e G. Roche
Prémio Onda Curta
Nullarbor, de Alister Lockhart e Patrick Sarell
About Killing the Pig, de Simone Massi
Nightingales in December, de Theodore Ushev
Menção Honrosa
segunda-feira, 19 de março de 2012
Monstra 2012 começou hoje em Lisboa
Na sua décima primeira edição, a Monstra - Festival de Animação de Lisboa regressou hoje a Lisboa para dar início a mais uma mostra do que de melhor se faz no campo da animação, a nível mundial. Em anos ímpares, o certame dedica-se às longas-metragens de animação, num ano par como este, será focado nas curtas-metragens do género.
A Monstra 2012 continua o seu trajecto de sempre e este ano dedica-se ao cinema de animação da Alemanha, destacando nomes como George Pal e Gil Alkabetz, Oskar Fischinger, Solveig von Kleist, Lotte Reiniger e Bruno Böttge (estes dois últimos terão direito a retrospectivas).
A nível competitivo (este ano dedicado às curtas-metragens) divide-se entre várias secções: Internacional (com mais de dez trabalhos portugueses), Estudantes, Curtíssimas (curtas-metragens com dois minutos ou menos) e Portugueses (com 11 filmes nacionais a concurso, incluindo o mais recente de João Fazenda). Este ano foi criado um novo prémio, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores: Prémio SPA/Vasco Granja que irá premiar o Melhor Filme de Animação Português produzido em 2011.
Várias retrospectivas irão fazer parte do programa do festival, entre as quais uma dedicada ao Japão (que contará com a exibição de Ghost in the Shell 2: Innocence, Evangelion: 1.0, Winter Days e The Secret World of Arriety), aos Óscares da Animação (com exibição de curtas-metragens de animação vencedoras ou nomeadas), Históricos (com destaque para Fritz the Cat e Allegro non troppo), Best of the World e Animação e Música, com várias sessões na Fundação Calouste Gulbenkian. Entre as várias actividades paralelas que a Monstra 2012 irá promover encontram-se ainda duas exposições ligadas ao do cinema de animação, Marionetas de Animação e PROJECTO [RE]Animar, ambas em parceria com o Museu da Marioneta.
A Monstra 2012 decorre de 19 a 25 de Março em Lisboa, dividindo-se entre o Cinema São Jorge e o Cinema City Alvalade. A programação completa pode ser vista no sítio oficial.
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