A propósito da comemoração dos 20 anos do Monstra - Festival de Animação de Lisboa, o Museu da Marioneta inaugura a exposição "Tim Burton - As Marionetas de Animação", dedicada a vários dos filmes de animação do realizador norte-americano. Pudemos ver de antemão o que a exposição reserva, e deixamos aqui algumas das nossas impressões.
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
Exposição "Tim Burton – As Marionetas de Animação"
A propósito da comemoração dos 20 anos do Monstra - Festival de Animação de Lisboa, o Museu da Marioneta inaugura a exposição "Tim Burton - As Marionetas de Animação", dedicada a vários dos filmes de animação do realizador norte-americano. Pudemos ver de antemão o que a exposição reserva, e deixamos aqui algumas das nossas impressões.
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Antevisão Projecto Gemini
segunda-feira, 21 de maio de 2018
De Cannes 2018 para Portugal
Midas Filmes
Dogman, de Matteo Garrone (Melhor Ator - Seleção oficial)
Le Livre d'Image, de Jean-Luc Godard (Palma d'Ouro Especial - Seleção oficial)
Les Filles du Soleil, de Eva Husson (Seleção oficial)
Ash is the Purest White, de Jia Zhang-ke (Seleção oficial)
Three Faces, de Jafar Panahi (Melhor Argumento - Seleção oficial)
Cold War, de Pawel Pawlikowski (Melhor Realizador - Seleção oficial)
Lazzaro Felice, de Alice Rohrwacher (Melhor Argumento - Seleção oficial)
NOS Audiovisuais
Pope Francis: A Man of His Word, de Wim Wenders (Fora de Competição) - 31 de Maio
The Man Who Killed Don Quixote, de Terry Gilliam (Fora de Competição - Filme de Encerramento)
Leopardo Filmes
The House That Jack Built, de Lars von Trier (Fora de Competição)
Legendmain Filmes
Shoplifters, de Hirokazu Koreeda (Palma d'Ouro - Seleção oficial)
NOS Audiovisuais
Pope Francis: A Man of His Word, de Wim Wenders (Fora de Competição) - 31 de Maio
The Man Who Killed Don Quixote, de Terry Gilliam (Fora de Competição - Filme de Encerramento)
Leopardo Filmes
The House That Jack Built, de Lars von Trier (Fora de Competição)
Legendmain Filmes
Shoplifters, de Hirokazu Koreeda (Palma d'Ouro - Seleção oficial)
domingo, 28 de maio de 2017
De Cannes 2017 para Portugal
Leopardo Filmes
Hikari, de Naomi Kawase (Selecção oficial - Prémio do Júri Ecuménico)
L'amant double, de François Ozon (Selecção oficial)
Happy End, de Michael Haneke (Selecção oficial)
The Day After, de Hong Sangsoo (Selecção Oficial)
Barbara, de Mathieu Amalric (Un Certain Regard - Prémio para a Poesia no Cinema)
Western, de Valeska Grisebach (Un Certain Regard)
Las hijas de Abril, de Michel Franco (Un Certain Regard - Prémio do Júri)
A Ciambra, de Jonas Carpignano (Quinzena dos Realizadores)
Frost, de Sharunas Bartas (Quinzena dos Realizadores)
Jeannette, de Bruno Dumont (Quinzena dos Realizadores)
Midas Filmes
120 Battements par Minute, de Robin Campillo (Selecção oficial - Prémio FIPRESCI & Grande Prémio do Júri)
Good Time, de Joshua Safdie e Ben Safdie (Selecção oficial)
In the Fade, de Fatih Akin (Selecção oficial - Melhor Actriz)
Vilages, Visages; de Agnès Varda & JR (Selecção oficial - Sessão Especial)
Un Beau Soleil Intérier, de Claire Denis (Quinzena dos Realizadores - Filme de Abertura)
L'amant d'un jour, de Philippe Garrel (Quinzena dos Realizadores)
Netflix
Okja, de Bong Joon Ho (Selecção oficial - 28 de Junho)
The Meyerowitz Stories, de Noah Baumbach (Selecção oficial)
NOS Audiovisuais
Wind River, de Taylor Sheridan (Selecção oficial)
The Meyerowitz Stories, de Noah Baumbach (Selecção oficial)
NOS Audiovisuais
Wind River, de Taylor Sheridan (Selecção oficial)
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Lista das submissões ao Óscar 2017 de Melhor Filme Estrangeiro
O Split Screen mantém uma lista actualizada com as submissões oficiais de cada país ao Oscar 2017 de Melhor Filme Estrangeiro. Nesta categoria, cada país pode apenas indiciar um representante oficial para que seja submetido à apreciação de um comité especializado da Academia norte-americana de Artes e Ciências Cinematográficas.
Este ano, foram oitenta e nove as produções que submeteram filmes à categoria, mas apenas oitenta e cinco foram aceites. Os filmes de Afeganistão (Parting), Camarões (Yahan Ameena Bikti Hai) e Tunísia (As I Open My Eyes) não foram incluídos na lista final da Academia, enquanto que a submissão da Arménia (Earthquake) foi desqualificada. O Iémen (I Am Nojoom, Age 10 and Divorced) submeteu pela primeira vez um filme à categoria.
África do Sul: Call Me Thief, de Daryne JoshuaEste ano, foram oitenta e nove as produções que submeteram filmes à categoria, mas apenas oitenta e cinco foram aceites. Os filmes de Afeganistão (Parting), Camarões (Yahan Ameena Bikti Hai) e Tunísia (As I Open My Eyes) não foram incluídos na lista final da Academia, enquanto que a submissão da Arménia (Earthquake) foi desqualificada. O Iémen (I Am Nojoom, Age 10 and Divorced) submeteu pela primeira vez um filme à categoria.
Albânia: Chromium, de Bujar Alimani
Alemanha: Toni Erdmann, de Maren Ade
Arábia Saudita: Barakah Meets Barakah, de Mahmoud Sabbagh
Argélia: Le puits, de Lotfi Bouchouchi
Argentina: El ciudadano ilustre, de Mariano Cohn e Gastón Duprat
Austrália: Tanna, de Martin Butler, Bentley Dean
Áustria: Stefan Zweig: Farewell to Europe, de Maria Schrader
Bangladesh: The Unnamed, de Tauquir Ahmed
Bélgica: The Ardennes, de Robin Pront
Bolívia: Sealed Cargo, de Julia Vargas Weise
Bósnia e Herzegovina: Death in Sarajevo, de Danis Tanovic
Bulgária: Losers, de Ivaylo Hristov
Brasil: Pequeno Segredo, de David Schürmann
Cambodja: Before the Fall, de Ian White
Canadá: Juste la fin du monde, de Xavier Dolan
Cazaquistão: Amanat, de Satybaldy Narymbetov
Chile: Neruda, de Pablo Larraín
China: Xuan Zang, de Huo Jianqi
Colômbia: Alias Maria, de José Luis Rugeles Gracia
Coreia do Sul: The Age of Shadows, de Kim Jee-woon
Costa Rica: About Us, de Hernán Jiménez
Croácia: S on strane, de Zrinko Ogresta
Cuba: El acompañante, de Pavel Giroud
Dinamarca: Land of Mine, de Martin Zandvliet
Egipto: The Clash, de Mohamed Diab
Equador: Such Is Life in the Tropics, de Sebastián Cordero
Eslováquia: Eva Nová, de Marko Skop
Eslovénia: Houston, We Have a Problem!, de Ziga Virc
Espanha: Julieta, de Pedro Almodóvar
Estónia: Mother, de Kadri Kousaar
Filipinas: Ma'Rosa, de Brillante Mendoza
Finlândia: The Happiest Day in the Life of Olli Mäki, de Juho Kuosmanen
França: Elle, de Paul Verhoeven
Geórgia: House of Others, de Russudan Glurjidze
Grécia: Chevalier, de Athina Rachel Tsangari
Holanda: Tonio, de Paula van der Oest
Hong Kong: Port of Call, de Philip Yung
Hungria: Kills on Wheels, de Attila Till
Iémen: I Am Nojoom, Age 10 and Divorced; de Khadija Al-Salami
Índia: Interrogation, de Vetri Maaran
Indonésia: Letters from Prague, de Angga Dwimas Sasongko
Irão: The Salesman, de Asghar Farhadi
Iraque: El clásico, de Halkawt Mustafa
Islândia: Sparrows, de Rúnar Rúnarsson
Israel: Sand Storm, de Elite Zexer
Itália: Fuocoammare, de Gianfranco Rosi
Japão: Living with My Mother, de Yôji Yamada
Jordânia: 3000 Nights, de Mai Masri
Kosovo: Home Sweet Home, de Faton Bajraktari
Letónia: Dawn, de Laila Pakalnina
Líbano: Very Big Shot, de Mir-Jean Bou Chaaya
Lituânia: Seneca's Day, de Kristijonas Vildziunas
Luxemburgo: La supplication, de Pol Cruchten
Macedónia: The Liberation of Skopje, de Rade Serbedjiza,Danilo Serbedzija
Malásia: Beautiful Pain, de Tunku Mona Riza
Marrocos: A Mile in my Shoes, de Sai Khalaff
México: Desierto, de Jonás Cuarón
Montenegro: The Black Pin, de Ivan Marinovic
Nepal: The Black Hen, de Min Bahadur Bham
Noruega: The King's Choice, de Erik Poppe
Nova Zelândia: A Flickering Truth, de Pietra Brettkelly
Palestina: The Idol, de Hany Abu-Assad
Panamá: Salsipuedes, de Ricardo Aguilar Navarro, Manolito Rodríguez
Paquistão: Mah-e-Mir, de Anjum Shahzad
Peru: Videophilia (and Other Viral Syndromes), de Juan Daniel F. Molero
Polónia: Afterimage, de Andrzej Wajda
Portugal: Cartas da Guerra, de Ivo M. Ferreira
Quirguistão: A Father's Will, de Bakyt Mukul e Dastan Zhapar Uulu
Reino Unido: Under the Shadow, de Babak Anvari
República Checa: Lost in Munich, de Petr Zelenka
República Dominica: Flor de Azúcar, de Fernando Baez Mella
Roménia: Sieranevada, de Cristi Puiu
Rússia: Paradise, de Andrei Konchalovsky
Sérvia: Train Driver's Diary, de Milos Radovic
Singapura: Apprentice, de Boo Junfeng
Suécia: A Man Called Ove, de Hannes Holm
Suíça: Ma vie de courgette, de Claude Barras
Tailândia: Karma, de Kanittha Kwunyoo
Taiwan: Hang in There, Kids!, de Laha Mebow
Turquia: Cold of Kalandar, de Mustafa Kara
Ucrânia: Ukrainian Sheriff, de Roman Bondarchuk
Uruguai: Bradcrumbs, de Manane Rodríguez
Venezuela: Desde allá, de Lorenzo Vigas
Vietname: Yellow Flowers on the Green Grass, de Victor Vu
Índia: Interrogation, de Vetri Maaran
Indonésia: Letters from Prague, de Angga Dwimas Sasongko
Irão: The Salesman, de Asghar Farhadi
Iraque: El clásico, de Halkawt Mustafa
Islândia: Sparrows, de Rúnar Rúnarsson
Israel: Sand Storm, de Elite Zexer
Itália: Fuocoammare, de Gianfranco Rosi
Japão: Living with My Mother, de Yôji Yamada
Jordânia: 3000 Nights, de Mai Masri
Kosovo: Home Sweet Home, de Faton Bajraktari
Letónia: Dawn, de Laila Pakalnina
Líbano: Very Big Shot, de Mir-Jean Bou Chaaya
Lituânia: Seneca's Day, de Kristijonas Vildziunas
Luxemburgo: La supplication, de Pol Cruchten
Macedónia: The Liberation of Skopje, de Rade Serbedjiza,Danilo Serbedzija
Malásia: Beautiful Pain, de Tunku Mona Riza
Marrocos: A Mile in my Shoes, de Sai Khalaff
México: Desierto, de Jonás Cuarón
Montenegro: The Black Pin, de Ivan Marinovic
Nepal: The Black Hen, de Min Bahadur Bham
Noruega: The King's Choice, de Erik Poppe
Nova Zelândia: A Flickering Truth, de Pietra Brettkelly
Palestina: The Idol, de Hany Abu-Assad
Panamá: Salsipuedes, de Ricardo Aguilar Navarro, Manolito Rodríguez
Paquistão: Mah-e-Mir, de Anjum Shahzad
Peru: Videophilia (and Other Viral Syndromes), de Juan Daniel F. Molero
Polónia: Afterimage, de Andrzej Wajda
Portugal: Cartas da Guerra, de Ivo M. Ferreira
Quirguistão: A Father's Will, de Bakyt Mukul e Dastan Zhapar Uulu
Reino Unido: Under the Shadow, de Babak Anvari
República Checa: Lost in Munich, de Petr Zelenka
República Dominica: Flor de Azúcar, de Fernando Baez Mella
Roménia: Sieranevada, de Cristi Puiu
Rússia: Paradise, de Andrei Konchalovsky
Sérvia: Train Driver's Diary, de Milos Radovic
Singapura: Apprentice, de Boo Junfeng
Suécia: A Man Called Ove, de Hannes Holm
Suíça: Ma vie de courgette, de Claude Barras
Tailândia: Karma, de Kanittha Kwunyoo
Taiwan: Hang in There, Kids!, de Laha Mebow
Turquia: Cold of Kalandar, de Mustafa Kara
Ucrânia: Ukrainian Sheriff, de Roman Bondarchuk
Uruguai: Bradcrumbs, de Manane Rodríguez
Venezuela: Desde allá, de Lorenzo Vigas
Vietname: Yellow Flowers on the Green Grass, de Victor Vu
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Lista das submissões ao Óscar 2016 de Melhor Filme Estrangeiro
Novamente, o Split Screen manterá uma lista actualizada com as submissões oficiais de cada país ao Óscar 2016 de Melhor Filme Estrangeiro. Para esta categoria, cada país poderá apenas indicar um único representante oficial para que este seja depois submetido à apreciação de um grupo especializado da Academia (tendo a obrigatoriedade de ter estreado comercialmente no país de origem entre 1 de Outubro de 2014 e 30 de Setembro de 2015). Esta lista será depois reduzida a nove pré-nomeados e posteriormente a cinco nomeados (o anúncio será feito a 14 de Janeiro). Esses cinco serão votados entre todos os membros da Academia que tiverem visto o total de nomeados na categoria, para a escolha do vencedor.
A cerimónia oficial dos Óscares 2016 decorrerá a 28 de Fevereiro.
[A lista foi actualizada com as informações oficiais da Academia norte-americana de Artes e Ciências Cinematográficas. Oitenta e um países submeteram um filme à consideração, sendo que o Paraguai fê-lo pela primeira vez. Inicialmente, a China submeteu Wolf Totem, mas acabou por mudar a sua escolha no final. Foi divulgado que o Panamá teria submetido o documentário Box 25, mas este não figurou na lista final. O comité de selecção de Cuba decidiu por voto maioritário não enviar um filme aos Óscar. A Ucrânia falhou o prazo para a submissão, mas solicitou uma extensão à Academia. A submissão do Afeganistão acabou por ser desqualificada pela Academia, posteriormente à apresentação da lista oficial: a Academia acabou por considerar que o filme não cumpre a regra que diz que as produções têm de ser maioritariamente faladas noutras línguas que não o inglês.]
- África do Sul: The Two of Us, de Ernest Nkosi
- Albânia: Bota, de Iris Elezi e Thomas Logoreci
- Alemanha: Im Labyrinth des Schweigens, de Giulio Ricciarelli
- Argélia: Twilight of Shadows, de Mohamed Lakhdar Hamina
- Argentina: El clan, de Pablo Trapero
- Austrália: Arrows of the Thunder Dragon, de Greg Sneddon
- Áustria: Goodnight Mommy, de Severin Fiala, Veronika Franza
- Bangladesh: Jalal's Story, de Abu Shahed Emon
- Bélgica: The Brand New Testament, de Jaco Van Dormael
- Bósnia e Herzegovina: Our Everyday Life, de Ines Tanovic
- Brasil: Que Horas Ela Volta?, de Anna Mulyaert
- Bulgária: The Judgement, de Stephan Komandarev
- Cambodja: The Last Reel, de Sotho Komandarev
- Canadá: Félix and Meira, de Maxime Giroux
- Cazaquistão: Stranger, de Ermek Tursunov
- Chile: El club, de Pablo Larraín
- China: Go Away Mr. Tumor, de Han Yan
- Colômbia: El abrazo de la serpiente, de Ciro Guerra
- Coreia do Sul: The Throne, de Lee Joon-ik
- Costa do Marfim: Run, de Philippe Lacôte
- Costa Rica: Imprisoned, de Esteban Ramirez
- Croácia: The High Sun, de Dalibor Matanic
- Dinamarca: A War, de Tobias Lindholm
- Eslováquia: Goat, de Ivan Ostrochovský
- Eslovénia: The Tree, de Sonja Prosenc
- Espanha: Loreak, de Jon Garaño, Jose Mari Goenaga
- Estónia: 1944, de Elmo Nüganen
- Etiópia: Lamb, de Yared Zeleke
- Filipinas: Heneral Luna, de Jerrold Tang
- Finlândia: The Fencer, de Klaus Härö
- França: Mustang, de Deniz Gamze Ergüven
- Geórgia: Moira, de Levan Tutberidze
- Grécia: Xénia, de Panos H. Koutras
- Guatemala: Ixcanul, de Jayro Bustamante
- Holanda: The Paradise Suite, de Joost van Ginkel
- Hong Kong: To the Fore, de Dante Lam
- Hungria: Saul fia, de László Nemes
- Islândia: Rams, de Grímur Hákonarson
- Índia: Court, de Chaitanya Tamhane
- Irão: Muhammad: The Messenger of God, de Majid Majidi
- Iraque: Memories on Stone, de Shawkat Amin Korki
- Irlanda: Viva, de Paddy Breathnach
- Israel: Baba Joon, de Yuval Delshad
- Itália: Non essere cattivo de Claudio Caligari
- Japão: 100 Yen Love, de Masaharu Take
- Jordânia: Theeb, de Naji Abu Nowar
- Kosovo: Babai, de Visar Morina
- Letónia: Modris, de Juris Kursietis
- Líbano: Void, de Naji Bechara, Jad Beyrouthy, Zeina Makki, Tarek Korkomaz, Christelle Ighniades, Maria Abdel Karim, Salim Haber
- Lituânia: The Summer of Sangailė, de Alantė Kavaitė
- Luxemburgo: Baby(a)lone, de Donato Rotunno
- Macedónia: Honey Night, de Ivo Trajkov
- Malásia: Men Who Save the World, de Liew Seng Tat
- Marrocos: Aida, de Driss Mrini
- México: 600 miles, de Gabriel Ripstein
- Montenegro: You Carry Me, de Ivona Juka
- Nepal: Talakjung vs Tulke, de Nischal Basnet
- Noruega: The Wave, de Roar Uthaug
- Palestina: The Wanted 18, de Paul Cowan e Amer Shomali
- Paquistão: Moor, de Jami
- Paraguai: El tiempo nublado, de Arami Ullon
- Peru: NN, de Héctor Gálvez
- Polónia: 11 Minutes, de Jerzy Skolimowski
- Portugal: As Mil e Uma Noites; Volume 2, O Desolado; de Miguel Gomes
- Quirguistão: Heavenly Nomadic, de Mirlan Abdykalykov
- Reino Unido: Under Milk Wood, de Kevin Allen
- República Checa: Home Care, de Slávek Horák
- República Dominicana: Dólares de Arena, de Laura Amelia Guzmán e Israel Cárdenas
- Roménia: Aferim!, de Radu Jude
- Rússia: Sunstroke, de Nikita Mikhalkov
- Sérvia: Enclave, de Goran Radovanovic
- Singapura: 7 Letters, de Royston Tan, Kelvin Tong, Eric Khoo, Jack Neo, Tan Pin Pin, Boo Junfeng, K. Rajagopal
- Suécia: A Pigeon Sat on a Branch Reflecting on Existence, de Roy Andersson
- Suíça: Iraqi Odyssey, de Samir
- Tailândia: How To Win at Checkers (Every Time), de Josh Kim
- Taiwan: The Assassin, de Hou Hsiao-Hsien
- Turquia: Sivas, de Kaan Mujdeci
- Uruguai: A Moonless Night, de German Tejeira
- Venezuela: Dauna. Lo que lleva el río; de Mario Crespo
- Vietname: Jackpot, de Dustin Nguyen
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Evento Star Wars - Force Friday
Hoje, os produtos inspirados no muito aguardado novo filme Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força foram lançados nas lojas em todo o mundo, arrancando oficialmente com o chamado ‘Force Friday’.
Em Portugal, o evento de lançamento decorreu na Disney Store do Colombo, esta madrugada às 00h01, contando com uma grande adesão dos fãs nacionais da saga Star Wars.
Em Portugal, o evento de lançamento decorreu na Disney Store do Colombo, esta madrugada às 00h01, contando com uma grande adesão dos fãs nacionais da saga Star Wars.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
"Mad Max: Fury Road" lidera o top de Maio do CCOP
O filme Mad Max: Fury Road liderou as votações do Círculo de Críticos Online Portugueses (CCOP) referente aos filmes distribuídos no mercado nacional durante o mês de Maio. Realizado por George Miller, o filme recebeu a classificação média de 8,00 em 10; tendo tido por quatro vezes uma nota individual 9.
O pódio incluiu ainda o sueco Force majeure (7,85) e o documentário National Gallery (7,25). O pior filme do mês foi The Possession of Michael King (3,00), tendo recebido inclusive uma nota 0. Actualmente, o top de 2015 do CCOP é liderado pelo filme de animação japonês The Tale of The Princess Kaguya (8,82).
O top completo pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.
domingo, 21 de junho de 2015
Sense8 - A eterna busca por uma conexão
Por Walter Neto, cinéfilo, licenciado em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade de Coimbra com ênfase em Cinema.
Eu sempre me perguntei o quanto do que eu carrego, não é meu para carregar. Pode parecer uma pergunta extremamente pessoal e em certo ponto é, mas acredito que ela seja compartilhada por muitos. Muitas pessoas com histórias de vidas completamente diferentes, com nacionalidades diferentes, com criações diferentes, valores diferentes- a lista é infinita; mas que esperam apenas uma coisa: conseguir assumir o controle da própria vida e se libertar deste peso extra. Recomeçando, fazendo novas conexões.
Esse talvez seja o principal dilema dos personagens de Sense8, uma busca por uma saída da vida que possuem e uma oportunidade de verdadeiramente começar algo novo. Um sentimento comum a várias pessoas, e aí está, então, a grandiosidade da série dos irmãos Andy e Lana Wachowski: um roteiro com várias tramas paralelas, conduzidas em várias partes do mundo e interpretadas por um elenco multinacional. Trazendo histórias que não se interligam, mas apenas servem como plano de fundo para uma trama maior, sobre a conexão mental compartilhada pelos oito personagens principais e conduzidas pelo misterioso Jonas Maliki (Naveen Andrews). Mostrando que todos aqueles sentimentos e sensações vividos por eles são comuns.
Sem nenhum tipo de introdução, logo na abertura da série, somos apresentados a rivalidade entre Jonas Maliki e Mr Whisperer (Terrence Mann) pela posse da informação de quem seriam e onde estariam as oito pessoas que nasceram interligadas por uma conexão muito maior que qualquer outra experimentaria durante sua vida. E assim vamos sendo apresentados as peças desse complicado jogo de xadrez que ninguém se preocupou em explicar as regras. Sabemos tanto quando eles, quase nada, e este é o ponto forte do roteiro da série, ele foge de qualquer didatismos e explicações desnecessárias. Ficamos presos ao binge watch porque as pistas vão surgindo natural e lentamente, bem distribuídas ao longo da temporada.
Na trama acompanhamos Capheus Van Damme (Aml Ameen) um jovem de Nairóbi que tenta ganhar a vida como motorista de um autocarro velho que mais traz despesa que lucro, para comprar remédios para sua mãe seropositiva. Ele cresceu obcecado pelos filmes de Jean-Claude Van Damme e usa o que aprendeu com ele para sobreviver nas violentas ruas de sua cidade. Sun Bak (Doona Bae) gerencia o negócio da família e se vê por culpa do pai e irmão envolvida em um escândalo financeiro. Sun, treina artes marciais e participa de algumas lutas, não pelo dinheiro, mas pela oportunidade de extravasar o que sente através da violência. As ruas de Seul não violentas como as de Nairóbi, mas ela também precisa lutar para sobreviver.
Nomi Marks (Jamie Clayton), talvez a personagem mais pessoal já criada pelos Wachowskis, é uma transexual que mesmo sendo bem-sucedida e respeitada por amigos e conhecidos do seu meio de trabalho, ela era uma famosa hacker, luta contra a discriminação a própria família que insiste em chama-la pelo nome de batismo. Chegamos então a Lito Rodrigues (Miguel Ángel Silvestre) que sendo um famoso ator mexicano de filmes de ação, não poder viver publicamente como um homem gay e precisa lutar para esconder sua vida privada todos os dias da imprensa.
Wolfgang (Max Riemelt) teve que aprender a bater desde cedo para sobreviver aos constantes abusos do pai, e vivendo uma vida perigosa e violenta como membro de uma gangue de Berlim, encontra em sua conexão mental com a indiana Kala (Tina Desai) uma pausa de toda aquela tensão. Uma redução na velocidade de sua vida. E Kala vê nele uma oportunidade de fugir de seu casamento sem amor, feito apenas para agradar aos pais.
Fechamos esse círculo com o policial americano Will Gorski (Brian J. Smith), filho de policial, que luta contra um sistema social falido no qual é melhor deixar uma criança morrer sem atendimento médico - porque ela está envolvida em crimes, do que atende-la e lidar com o problema depois. Assim que se torna consciente de sua conexão com outras pessoas, Will conhece Riley (Tuppence Middleton), uma jovem islandesa, que fugiu para Londres para escapar das memórias da tragédia que viveu após uma gravidez não planeada na adolescência.
Todas as tramas são conduzidas com extrema delicadeza por não haver pressão de interligar aquelas histórias em um plano maior. Eles estão conectados um ao outro. Todos compartilham a mesma data de nascimento, as mesmas sensações e à medida que a conexão se fortalece todas as emoções. Frio, calor, dor, alegria, raiva, medo, excitação. Tudo é compartilhado. O que é explicitado em um dos momentos mais ousados e bonitos da série – e candidato a cena do ano, para mim – quando todos os personagens transam entre si e compartilham um orgasmo em conjunto. Cena que lembra bastante o final de Perfume – A História de Um Assassino (Tom Tykwer, 2006) onde o protagonista é consumido por uma multidão que transcende da fúria a mais pura excitação. É importante mencionar que Tykwer é o diretor do episódio no qual a cena ocorre.
Talvez esta proximidade dos criadores (J. Michael Straczynski e Irmãos Wachowski) e dos diretores (que além dos criadores incluem Tom Tykwer, James McTeigue e Dan Glass) com os temas, dão ênfase a sensação de proximidade e identificação com o que é abordado. Há muito do trabalho de Tykwer em Soul Boy (2010) nas cenas de Capheus, assim como há muito de Cloud Atlas (2012) na estrutura e maneira como as tramas paralelas são conduzidas.
Um labirinto de emoções e sensações, Sense8 funciona como um belo retrata da caótica e complicada experiência humana. Uma série sobre o que é ser humano em seu nível mais básico: que é sentir e saber que se sente, mas acima de tudo, também sobre a busca de alguém para se compartilhar tudo isso.
sábado, 30 de maio de 2015
Animação "The Tale of Princess Kaguya" lidera top de Abril do CCOP
Os membros do Círculo de Críticos Online Portugueses atribuíram a nota média de 8,82 em 10 ao filme The Tale of Princess Kaguya, do japonês Isao Takahata (Grave of the Fireflies). O filme de animação lidera, além do top de Abril, o top anual, à frente do israelita Gett.
Na segunda posição surgiu o documentário The Salt of the Earth - nomeado ao Óscar 2015 de Melhor Documentário - com a nota média de 8,00 e entrada directa na décima posição de 2015. O pódio encerra com a estreia de Alex Garland na realização: Ex Machina recebeu a nota de 7,83.
Conheça o top completo no blogue oficial do CCOP.
domingo, 24 de maio de 2015
De Cannes 2015 para Portugal
Carol, de Todd Haynes (Selecção oficial - Melhor Actriz)
The Lobster, de Yorgos Lanthimos (Selecção oficial - Prémio do Júri)
Macbeth, de Justin Kurzel (Selecção oficial)
Mon roi, de Maïwenn (Selecção oficial - Melhor Actriz) - 5 de Novembro de 2015
Il racconto dei racconti, de Matteo Garrone (Selecção oficial) - 3 de Dezembro de 2015
La giovinezza, de Paolo Sorrentino (Selecção oficial)
Amy, de Asif Kapadia (Exibição da Meia-Noite)
Oka, de Souleymane Cisse (Exibição especial)
A Tale of Love and Darkness, de Natalie Portman (Exibição especial)
Maryland, de Alice Winocour (Un Certain Regard)
Inside Out, de Pete Docter e Ronaldo Del Carmen (Fora de competição) - 18 de Junho de 2015
The Little Prince, de Mark Osborne (Fora de competição) - 3 de Dezembro de 2015
Mad Max: Fury Road, de Mark Miller (Fora de competição) - Em exibição
Leopardo Filmes
La tête haute, de Emmanuelle Bercot (Filme de abertura - Fora de competição)
The Sea of Trees, de Gus Van Sant (Selecção oficial)
Mia Madre, de Nanni Moretti (Selecção oficial - Prémio do Júri Ecuménico)
Our Little Sister, de Koreeda Hirokazu (Selecção oficial)
The Valley of Love, de Guillaume Nicloux (Selecção oficial)
The Treasure, de Corneliu Porumboiu (Un Certain Regard - Prémio Un Certain Talent)
In the Shadow of Women, de Philippe Garrel (Quinzena dos Realizadores - Filme de abertura)
My Golden Days, de Arnaud Desplechin (Quinzena dos Realizadores - Prémio SACD)
Journey to the Shore, de Kiyoshi Kurosawa (Um Certain Regard - Melhor Realizador)
Rams, de Grímur Hákonar - Un Certain Regard - Prémio Um Certain Regard)
An, de Naomi Kawase (Un Certain Regard)
The Wakhan Front, de Clément Cogitore (Semana da Crítica)
Amnesia, de Barbet Schroeder (Exibição especial)
Midas Filmes
The Assassin, de Hou Hsiao Hsien (Selecção oficial - Melhor Realizador - 8 de Janeiro de 2016
Dheepan, de Jacques Audiard (Selecção oficial - Palma d'Ouro) - 8 de Outubro de 2015
Mountays May Depart, de Jia Zhang-ke (Selecção oficial) - 24 de Setembro de 2015
Cemetery of Splendour, de Apichatpong Weerasethakul (Un Certain Regard) - 10 de Março de 2016
Son of Saul, de László Nemes (Selecção oficial - Grande Prémio do Júri) - 12 de Novembro de 2015
Taklub, de Brillante Mendoza (Um Certain Regard) - 7 de Abril de 2016
Love, de Gaspar Noé (Fora de competição) - 11 de Fevereiro de 2016
Alambique Filmes
Louder than Bombs, de Joachim Trier (Selecção oficial)
Pris Audiovisuais
Sicario, de Denis Villeneuve (Selecção oficial) - 24 de Setembro de 2015
Irrational Man, de Woody Allen (Exibição especial) - 3 de Setembro de 2015
O Som e a Fúria
As Mil e Uma Noites, de Miguel Gomes (Quinzena dos Realizadores)
Outsider Films
Mustang, de Deniz Gamze Ergūven
Journey to the Shore, de Kiyoshi Kurosawa (Um Certain Regard - Melhor Realizador)
Rams, de Grímur Hákonar - Un Certain Regard - Prémio Um Certain Regard)
An, de Naomi Kawase (Un Certain Regard)
The Wakhan Front, de Clément Cogitore (Semana da Crítica)
Amnesia, de Barbet Schroeder (Exibição especial)
Midas Filmes
The Assassin, de Hou Hsiao Hsien (Selecção oficial - Melhor Realizador - 8 de Janeiro de 2016
Dheepan, de Jacques Audiard (Selecção oficial - Palma d'Ouro) - 8 de Outubro de 2015
Mountays May Depart, de Jia Zhang-ke (Selecção oficial) - 24 de Setembro de 2015
Cemetery of Splendour, de Apichatpong Weerasethakul (Un Certain Regard) - 10 de Março de 2016
Son of Saul, de László Nemes (Selecção oficial - Grande Prémio do Júri) - 12 de Novembro de 2015
Taklub, de Brillante Mendoza (Um Certain Regard) - 7 de Abril de 2016
Love, de Gaspar Noé (Fora de competição) - 11 de Fevereiro de 2016
Alambique Filmes
Louder than Bombs, de Joachim Trier (Selecção oficial)
Pris Audiovisuais
Sicario, de Denis Villeneuve (Selecção oficial) - 24 de Setembro de 2015
Irrational Man, de Woody Allen (Exibição especial) - 3 de Setembro de 2015
O Som e a Fúria
As Mil e Uma Noites, de Miguel Gomes (Quinzena dos Realizadores)
Outsider Films
Mustang, de Deniz Gamze Ergūven
sábado, 16 de maio de 2015
Israelita "Gett" é o líder do top de Março de 2015 do CCOP
O filme israelita Gett: The Trial of Viviane Amsalem é o líder do top de Março de 2015, votado pelos membros do Círculo de Críticos Online Portugueses. Com a nota média de 8,67 em 10, o filme é também o líder do ano cinematográfico em Portugal, superando os 8,43 de A Most Violent Year (votados em Fevereiro).
Na segunda posição do mês (e também do ano) surge agora também Leviathan. A produção russa recebeu a classificação de 8,60, valor acima dos 7,86 conseguidos por Elena (também de Andrey Zvyagintsev) no ano de 2012. O top 3 termina com o derradeiro filme do cineasta japonês Hayao Miyazaki, The Wind Rises, com 8,25. Abaixo fica o documentário vencedor do Óscar 2015, Citizenfour, com 8,09.
O top completo, que inclui as reposições de alguns dos filmes do italiano Roberto Rossellini, pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
"A Most Violent Year" foi eleito o melhor filme de Fevereiro pelo CCOP
O Círculo de Críticos Online Portugueses elegeu A Most Violent Year como o melhor filme estreado comercialmente em Portugal durante o mês de Fevereiro. O filme de J.C. Chandor recebeu a nota média de 8,43 colocando-o na liderança anual e superando a nota alcançada pelo seu anterior filme, All Is Lost, aquando a sua estreia em Portugal (os então membros do colectivo atribuíram-lhe a média de 7,50).
Já Paul Thomas Anderson ficou-se pela segunda posição com Inherent Vice. O filme recebeu a nota de 7,69 em 10, valor inferior aos 8,00 que The Master tinha recebido do CCOP, o ano passado. O pódio completou com Relatos salvajes, polémico filme argentino e nomeado ao Óscar 2015 de Melhor Filme Estrangeiro, que foi classificado com 7,44.
O top completo pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.
terça-feira, 12 de maio de 2015
"Whiplash" foi o melhor filme de Janeiro para o CCOP
Whiplash, vencedor dos Óscares 2015 nas categorias de Melhor Actor Secundário, Melhor Montagem e Melhor Mistura de Som, foi considerado o melhor filme estreado comercialmente em Portugal durante o mês de Janeiro. A votação foi feita pelos membros do Círculo de Críticos Online Portugueses que lhe atribuíram a nota média de 8,25 e que permitiu ao filme superar a classificação do vencedor do Óscar 2015 de Melhor Filme.
Birdman ocupa assim a segunda posição da tabela (embora tenha conseguido seis ocorrências de notas 10), com 8,22 em 10 possíveis. Já a Palma d'Ouro 2014, Winter Sleep, foi o terceiro lugar do pódio, com classificação de 7,60. Mortdecai finaliza o top mensal, com a pior classificação do mês: 2,83.
Conheça o top completo no blogue oficial do CCOP.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Painel Star Wars: O Despertar da Força
Não foi há muito tempo nem numa galáxia muito distante que tivemos oportunidade de assistir ao painel do filme Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força a propósito da sétima edição do Star Wars Celebration, um evento dedicado especialmente e sempre aos fãs desta famosa série. Deixamos aqui alguns dos pontos altos para quem não tiver visto o painel.
domingo, 8 de março de 2015
"12 Years a Slave" é o mais nomeado aos prémios CCOP 2015
O Círculo de Críticos Online Portugueses atribuiu nove nomeações ao filme 12 Years a Slave nos Prémios CCOP 2015. A produção, que apenas estreou comercialmente em Portugal durante o ano de 2014, foi nomeada nas categorias de Melhor Filme e Melhor Realizador.
The Grand Budapest Hotel e Her somaram oito nomeações, seguidos de Boyhood com sete. Mommy e Gone Girl contaram cinco nomeações, mas este último não conseguiu figurar no rol de candidatos a Melhor Filme. Na categoria de Melhor Filme Português, destaque para E Agora? Lembra-me, que consegue uma dupla nomeação ao ser também considerado na categoria de Melhor Documentário.
A lista completa de nomeados pode ser consultada no blogue oficial do CCOP.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Os Óscares 2015 nas livrarias
Não é novidade para ninguém que, nos últimos anos, a maioria da produção de Hollywood é feita de histórias baseadas em factos verídicos ou em obras literárias. Consequência da falta de originalidade dos argumentistas e da indústria, não sabemos, mas aproveitamos a deixa para listar os filmes nomeados ao Óscar 2015 que foram adaptados de livros que podemos encontrar nas livrarias portuguesas (e não só).
American Sniper (2014)
Baseado em Sniper Americano - Autobiografia do Atirador Especial Mais Letal da História, de Chris Kyle | Vogais
Nomeações: Melhor Filme, Melhor Actor, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Montagem, Melhor Mistura de Som, Melhor Edição de Som
The Imitation Game (2004)
Baseado em Alan Turing: The Enigma, de Andrew Hodges | Sem edição portuguesa
Nomeações: Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actor, Melhor Actriz Secundária, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Montagem, Melhor Design de Produção, Melhor Banda Sonora Original
The Theory of Everything (2014)
Baseado em Viagem ao Infinito, de Jane Hawking | Marcador
Nomeações: Melhor Filme, Melhor Actor, Melhor Actriz, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Banda Sonora Original
Still Alice (2014)
Baseado em O Meu Nome é Alice, de Lisa Genova | Lua de Papel
Nomeações: Melhor Actriz
Gone Girl (2014)
Baseado em Em Parte Incerta, de Gillian Flynn | Bertrand Editora
Nomeações: Melhor Actriz
Wild (2014)
Baseado em Livre - Uma História de Autodescoberta, Sobrevivência e Coragem, de Cheryl Strayed | Editorial Presença
Nomeações: Melhor Actriz, Melhor Actriz Secundária
Inherent Vice (2014)
Baseado em Vício Intrínseco, de Thomas Pynchon | Bertrand Editora
Nomeações: Melhor Argumento Adaptado, Melhor Guarda-Roupa
How To Train Your Dragon 2 (2014)
Baseado em Como Treinares o Teu Dragão, de Cressida Cowell | Bertrand Editora
Nomeações: Melhor Filme de Animação
The Boxtrolls (2014)
Baseado em Os Monstros das Caixas, de Alan Snow | Editorial Presença
Nomeações: Melhor Filme de Animação
Unbroken (2014)
Baseado em Invencível, de Laura Hillenbrand | Dom Quixote
Nomeações: Melhor Fotografia, Melhor Mistura de Som, Melhor Edição de Som
Baseado em O Hobbit, de J.R.R. Tolkien | Publicações Europa-América
Nomeações: Melhores Efeitos Visuais
Factos e curiosidades sobre a 87.ª edição dos Óscares
Em dia da cerimónia dos Óscares 2015 e ao invés da habitual bolsa de apostas para os vencedores dos prémios, deixamos alguns factos e curiosidades acerca da mais mediática cerimónia de entrega de prémios de cinema. A 87.ª cerimónia dos Óscares será hoje exibida em Portugal nos canais SIC e SIC Caras.
- Entre os filmes nomeados ao Óscar de Melhor Filme, American Sniper foi o que mais facturou em todo o mundo: 399 milhões de dólares. Seguem-se The Grand Budapest Hotel com cerca de 174 milhões e The Imitation Game com 159 milhões de dólares em receitas brutas de bilheteira por todo o mundo. Whiplash é o nomeado com menos receitas: apenas cerca de 11 milhões de dólares.
- Desde a expansão da categoria de Melhor Filme, Bennett Miller é o primeiro realizador a ser nomeado sem ter o seu filme candidato ao prémio máximo.
- A propósito: Foxcatcher foi nomeado nas categorias de Melhor Realizador, Melhor Argumento Original, Melhor Actor e Melhor Actor Secundário, mas não conseguiu ser nomeado a Melhor Filme. No entanto, Selma foi nomeado ao prémio principal, mas além disso apenas conseguiu uma outra nomeação para Melhor Canção Original.
- Esta é a primeira vez desde 2009 que não existe um filme com dez ou mais nomeações. As duas nomeações para Selma é o valor mais baixo para um candidato ao Óscar de Melhor Filme desde 2011, com Extremely Loud & Incredible Close. Junta-se a The Blind Side e A Serious Man na lista de filmes, desde a expansão, a obter apenas uma outra nomeação além da principal.
- Clint Eastwood foi nomeado quatro vezes aos prémios do sindicato norte-americano de realizadores. Esta foi a primeira vez que não foi nomeado ao Óscar de Melhor Realizador depois disso.
- The Lego Movie foi um dos filmes de animação de 2014 com melhores críticas, mas recebeu apenas uma nomeação para Melhor Canção Original e nenhuma para Melhor Filme de Animação.
- Este é o sétimo ano consecutivo que a The Weinstein Co. tem uma produção candidata a Melhor Filme. Enquanto isso, Boyhood é o primeiro nomeado a Melhor Filme na história da IFC Films.
- Nove dos actores nomeados são-o pela primeira vez. Marion Cotillard, Laura Dern, Ethan Hawke, Keira Knightley, Mark Ruffalo e Reese Witherspoon receberam a sua segunda nomeação. Bradley Cooper e Edward Norton ganharam a terceira nomeação, enquanto que Julianne Moore já se encontra com cinco nomeações. Esta é a sétima vez que Robert Duvall é nomeado ao Óscar, mas é Meryl Streep que continua a bater (os seus próprios) recordes: atingiu a sua décima nona nomeação.
- Pela terceira vez desde o ano 2000, nem um único afro-americano encontra-se entre os vinte actores nomeados.
- Quatro dos vinte candidatos a um Óscar de interpretação vão para filmes sem qualquer outra nomeação: Gone Girl, The Judge, Still Alice e Deux Jours, Une Nuit.
- Quatro dos vinte actores nomeados já venceram um Óscar, pelo menos: Marion Cotillard, Robert Duvall, Meryl Streep e Reese Witherspoon.
- Mais de metade das actrizes nomeadas este ano têm menos de quarenta anos. Apenas dois dos actores têm uma idade inferior a essa.
- Ava DuVernay não se encontra nomeada ao Óscar de Melhor Realizador, mas quatro mulheres estão listadas entre os produtores com filmes nomeados ao Óscar de Melhor Filme e a realizadora Laura Poitras é a favorita para vencer o Óscar de Melhor Documentário por Citizenfour.
- Bradley Cooper encontra-se tem a sua terceira nomeação consecutiva; além disso encontra-se duplamente nomeado: como actor e produtor por American Sniper. O compositor francês Alexandre Desplat consegue também uma dupla nomeação na categoria de Melhor Banda Sonora Original.
- O director de fotografia Roger Deakins recebeu este ano a sua décima segunda nomeação por Unbroken (nunca venceu). Clint Eastwood recebeu a sua décima primeira nomeação como produtor em American Sniper e venceu por quatro vezes. A figurinista Colleen Atwood foi nomeada pela décima primeira vez por Into the Woods (já venceu três prémios). O famoso compositor Hans Zimmer chegou às dez nomeações, mas venceu apenas uma vez.
- Dos nomeados, Laura Dern é a que tem o maior intervalo entre nomeações de interpretação: vinte e três anos entre Rambling Rose, em 1992 e Wild, em 2015. Robert Duvall tem o segundo maior intervalo: a sua última nomeação foi em 1999 por A Civil Action.
- Dois actores que já interpretaram Hulk no cinema competem na categoria de Melhor Actor Secundário: Edward Norton e Mark Ruffalo.
- Rosamund Pike é a terceira Bond Girl a receber uma nomeação ao Óscar. As duas outras actrizes a conseguirem o feito, venceram um Óscar: Halle Berry e Kim Basinger.
- A corrida ao Óscar 2015 começou mais uma vez no festival de Sundance: entre os oito nomeados ao Óscar de Melhor Filme, dois estrearam no festival, Boyhood e Whiplash.
- A Academia paga 125 dólares a cada um dos que ocupam os assentos do Dolby Theatre, em Los Angeles.
- Birdman e The Grand Budapest Hotel têm duas coisas em comum, no mínimo: nove nomeações ao Óscar e Edward Norton.
- Dois dos países nomeados ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro nunca o tinham sido: Estónia e Mauritânia.
- Boyhood é um dos únicos onze filmes na história do site Metacritic a conseguir uma classificação perfeita de 100.
- Com oitenta e quatro anos, Robert Duvall é o actor mais velho a ser nomeado a um Óscar.
- A nomeação para Ethan Hawke por Boyhood é a quarta da sua carreira, mas apenas a sua segunda para um prémio de interpretação.
- Aos vinte e seis anos, Emma Stone é a mais nova actriz entre os actores nomeados deste ano.
- Metade dos oito nomeados ao Óscar de Melhor Filme são baseados em histórias reais.
- As filmagens de Boyhood prolongaram por mais de quatro mil dias, mas apenas quarenta e cinco desses foram gastos na produção. Isso equivale a oitenta e oito dias de descanso por cada dia de filmagens.
- Whiplash foi filmado em apenas dezanove dias, o que significaria que seria filmado duzentas e onze vezes no mesmo período que levou a fazer Boyhood.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
"Mommy" é o filme preferido de Dezembro para os críticos do CCOP
O filme Mommy, vencedor do Prémio do Júri no Festival de Cannes 2014, foi considerado o melhor filme estreado comercialmente em Portugal durante Dezembro, pelo Círculo de Críticos Online Portugueses (CCOP). Realizado por Xavier Dolan, recebeu a nota média de 9,22 em 10, alcançando ainda a liderança do ano 2014.
O pódio finalizou-se com Cavalo Dinheiro, do português Pedro Costa (vencedor do prémio para Melhor Realizador do Festival de Locarno 2014), com a nota média de 8,14 e Mr. Turner, do britânico Mike Leigh (nomeado em quatro categorias dos Óscares 2015), com a nota média de 7,64.
O pior filme do mês foi a sequela Dumb and Dumber To, com a classificação de 4,00. Conheça o top completo no blogue oficial do CCOP.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Retrospectiva 2014: Os melhores e piores do ano
O Split Screen apresenta os seus tops referentes ao ano cinematográfico de 2014 em Portugal, pelo ponto de vista dos seus dois redactores. Para a elaboração destas listas não foram visualizados todos os filmes estreados comercialmente durante o ano.
Os Melhores
Carlos Antunes
- O Lobo de Wall Street
- 12 Anos Escravo
- Her - Uma História de Amor
- Nebraska
- Grand Budapest Hotel
- Debaixo da Pele
- E Agora? Lembra-me
- Mr. Turner
- Cavalo Dinheiro
- Locke
Tiago Ramos
1. 12 Anos Escravo
2. O Congresso
3. A Emigrante
4. Quanto Tudo Está Perdido
5. Her - Uma História de Amor
6. Nebraska
7. O Homem Duplicado
8. E Agora? Lembra-me
9. Nightcrawler - Repórter na Noite
10. Lições de Harmonia
Os Piores
Carlos Antunes
- Mil e Uma Maneiras de Bater as Botas
- Transformers: Era da Extinção
- Transcendence
- Sin City: Mulher Fatal
- Grace de Mónaco
- Serena
- Serena
Tiago Ramos
- Sex Tape - O Nosso Vídeo Proibido
- Golpada Americana
- Lucy
- Serena
Os Desapontamentos
Carlos Antunes
- Noé
- Gone Girl
- Godzilla
- Interstellar
- Jersey Boys
Tiago Ramos
- Um Segredo do Passado
- Ninfomaníaca - Parte 1
- The Monuments Men - Caçadores de Tesouros
- Noé
- Magia ao Luar
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