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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Sonic: O Filme, por Eduardo Antunes


Título original: Sonic the Hedgehog (2020)
Realização: Jeff Fowler
Elenco: Ben Schwartz, James Marsden, Jim Carrey, Tika Sumpter

Não é perceptível, para além de uma concepção generalizada de que o público não aceitará já a formalização fantasiosa deste tipo de personagens (para a qual as recentes readaptações da Disney certamente contribuirão), o que terá levado ao realismo do inicial desenho da personagem que tantos estranharam. Felizmente, a mudança foi bem empregue, num filme que assume o seu lado infantil e acaba por oferecer, ainda que não um bom filme, uma experiência que os mais novos (e os fãs dos videojogos) certamente poderão apreciar.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Sequela de "Tomb Raider" arranja realizador e data de lançamento


Foi recentemente confirmado que Tomb Raider, filme de 2018 baseado na famosa personagem de videojogos, terá uma sequela, tendo sido igualmente confirmado quem realizará o filme. 

O realizador britânico Ben Weatley (High-RiseFree Fire) almejará os trabalhos da sequela em cooperação com a argumentista sua colaboradora recorrente, Amy Jump, após o primeiro filme não ter equiparado totalmente as expectativas esperadas.

O filme contará novamente com Alicia Vikander como protagonista, e tem uma data de lançamento para 19 de Março de 2021, nos EUA.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Batman: The Telltale Series - Temporada 1, por Eduardo Antunes

https://splitscreen-blog.blogspot.com/2019/08/batman-telltale-series-temporada-1-por.html

Título original: Batman: The Telltale Series (2016)
Plataforma: PC, PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360, iOS, Android, Nintendo Switch
Género: Aventura gráfica
Desenvolvimento: Telltale Games

Há já algum tempo que os videojogos se começaram a equiparar ao cinema e televisão como meio de representação narrativa, através do seu carácter interactivo particular a tornar-se uma ferramenta interessante para tornar mais imersivos os eventos que passam no ecrã. A Telltale tornou-se exímia a contar essas narrativas interactivas, fazendo por inovar a cada "série" que cria, e do qual esta dedicada a Batman se torna exemplo representativo de todos os seus pontos fortes.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Tomb Raider: O Começo, por Eduardo Antunes


Título original: Tomb Raider (2018)
RealizaçãoRoar Uthaug

Se Assassin's Creed nos provou alguma coisa há dois anos é que, independentemente da equipa e valores de produção, filmes baseados em videojogos tendem a não saber adaptar os pontos fortes das respectivas histórias ao grande ecrã. E Tomb Raider volta a confirmá-lo, apesar do que as aparências pudessem dar a atender.

domingo, 28 de agosto de 2016

Alex Hirsch e Nicole Perlman escrevem o argumento de filme live-action de "Pokémon"


Os argumentistas Alex Hirsch (Gravity Falls) e Nicole Perlman (Guardians of the Galaxy) estão em negociações para serem os responsáveis pela adaptação do clássico videojogo Pokémon em filme live-action

A Legendary Entertainment adquiriu os direitos da franquia no início de Julho, depois da aplicação Pokémon Go - um videojogo de realidade aumentada para telemóvel - ter-se tornado um fenómeno mundial. A Universal Pictures irá distribuir o filme fora do Japão, enquanto que no país de origem a distribuição estará a cargo da famosa Toho.

O novo filme de Pokémon, o primeiro em versão real, irá basear-se na personagem Detective Pikachu, introduzida recentemente no universo através de um videojogo para a Nintendo 3DS.  A produção do filme Pokémon deverá começar em 2017, embora mais detalhes não tenham sido revelados.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Poster e trailer de "Assassin's Creed"


Foi divulgado o primeiro trailer de Assassin's Creed, adaptação do videojogo homónimo.


O australiano Justin Kurzel (Macbeth) realiza a história de Callum Lynch (Michael Fassbender), que descobre ser descendente de uma longa linhagem de assassinos. Este é capturado por uma organização secreta e enviado no tempo para aceder às memórias dos seus ancestrais e colectar antigos artefactos. Michael Lesslie (Macbeth) é o argumentista, em conjunto com Bill Collage (Exodus: Gods and Kings) e Adam Cooper (Allegiant: Part 1).

Assassin's Creed estreia a 21 de Dezembro, nos EUA.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Ratchet & Clank, por Telmo Couto


Título original: Ratchet & Clank (2016)
Realização: Kevin Munroe, Jericca Cleland
Argumento: T.J. Fixman, Kevin Munroe, Gerry Swallow
Género: Animação

Depois do jogo, o filme. Na realidade foram planeados e realizados em conjunto e contam a mesma história de diferentes perspetivas, ao contrário do que acontece em muitas adaptações de videojogos para filmes ou vice-versa. Ratchet & Clank não é uma adaptação, mas parte de um projeto transmedia que inclui jogo e filme como parte do reboot de um grande clássico da PlayStation 2 aos tempos modernos.

Ratchet & Clank é a história de um lombax especializado em mecânica, que se cruza com um robô "defeituoso" escapado de uma fábrica onde o vilão está a criar um exército destruidor. Ratchet ambiciona ser um herói, mas para isso terá primeiro de ser aceite na equipa de rangers intergaláticos, liderada pelo Capitão Quark cujo ego é superior ao tamanho dos músculos. É uma história simples e divertida, que falha apenas por ser demasiado apressada na primeira metade, sem dar tempo aos personagens para evoluir naturalmente. Há aqui um problema de ritmo, como se a necessidade de ter sempre alguma coisa a acontecer impedisse o filme de respirar e fluir melhor.

Visualmente, o filme está entre o melhor que se faz atualmente a nível de animação, com personagens muito detalhados e expressivos. Há ainda um conjunto de referências visuais que os fãs do videojogo irão apanhar, embora não seja necessário qualquer conhecimento para desfrutar do filme. A versão dobrada em Português sofre ainda com o mau tratamento de algumas piadas, que saem completamente ao lado, pelo que se recomenda a versão original caso o espectador não esteja a acompanhar crianças pequenas.

Embora esta animação proporcione uma boa experiência, não é tão gratificante para o espectador como é o jogo para o jogador, onde a história é melhor desenvolvida e os personagens têm mais profundidade. Vale principalmente pelo espetáculo visual e pelos sorrisos que vai provocando a toda a família.
Em colaboração com Meus Jogos

quarta-feira, 16 de março de 2016

Ratchet & Clank: o jogo e o filme


Em colaboração com Meus Jogos.

"Joga o jogo, baseado no filme, inspirado no jogo!" é a divertida, mas certeira, abordagem com que a PlayStation está a promover o seu próximo jogo de plataformas e aventura, Ratchet & Clank. Na realidade, o jogo e o filme foram desenvolvidos em paralelo, pensados de forma a se complementarem e narrar a história de diferentes perspetivas. Ambos são uma reimaginação do jogo com o mesmo nome para a PS2, que deu origem a uma série bem sucedida e agora é alvo de um "reboot" – expressão popular em Hollywood e que também já ganhou bastantes adeptos na indústria dos videojogos.

Na semana passada, a convite da equipa da PlayStation, tivemos a oportunidade de experimentar este título ainda antes do visionamento do filme. O jogo é uma aventura de plataformas e acção bastante leve e com um grande sentido de humor, muito graças aos diálogos e aos comentários do narrador. A experiência do jogo é bastante cinemática, com bastantes sequências de animação de grande qualidade. Aliás, todos os visuais são bastante impressionantes, com um grafismo muito detalhado e animações excelentes. Com um filme de animação em paralelo, é perceptível o empenho da equipa de desenvolvimento e fazer o jogo mais aproximado possível do que se teria no cinema.

Sendo uma reimaginação do jogo original, Ratchet & Clank permite visitar muitos dos ambientes existentes no clássico da PS2, mas tem também conteúdos completamente originais. A maior parte do tempo de jogo consiste em explorar os cenários com várias sequências de plataformas intercaladas por combates contra os inimigos - felizmente há um grande arsenal de armas por onde escolher. Não trazendo nada de particularmente novo ou impressionante em termos de jogabilidade, é um jogo bastante acessível a toda a família e irá certamente deliciar os mais pequenos após o visionamento do filme (ou até mesmo antes).

Ratchet & Clank (o jogo) será editado na PlayStation 4 a 20 de abril. O filme homónimo estreará nos cinemas nacionais a 5 de maio, contando com as vozes de Tiago Teotónio Pereira e Luciana Abreu, entre outros, na versão portuguesa.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Posters e trailer da adaptação cinematográfica do videojogo "World of Warcraft"


Foi revelado o primeiro trailer e novos posters da adaptação cinematográfica em live-action do videojogo Warcraft


Realizado por Duncan Jones (Moon), o filme conta com nomes como Dominic Cooper (The Devil's Double), Travis Fimmel (Vikings), Ben Foster (360), Robert Kazinsky (True Blood), Toby Kebbell (The Counselor), Paula Patton (Precious), Clancy Brown (Sleepy Hollow), Ruth Negga (12 Years a Slave), Daniel Wu (Europa Report) e Ben Schnetzer (Pride) como Khadgar.

Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos estreia a 9 de Setembro de 2016, em Portugal.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Uncharted: The Nathan Drake Collection, por Telmo Couto


Título original: Uncharted: The Nathan Drake Collection
Plataforma: PlayStation 4
Género: Ação, Aventura
Desenvolvimento: Naughty Dog, Bluepoint Games
Elenco: Nolan North, Emily Rose, Richard McGonagle, Claudia Black

Iniciada em 2007 com Drake's Fortune (PlayStation 3), a série Uncharted tornou-se uma referência nos videojogos de ação e aventura ao trazer um novo fôlego a um género que até então se resumia praticamente às aventuras de Lara Croft em Tomb Raider. O investimento na narrativa e na utilização de planos de câmara mais cinemáticos durante as sequências de história revelaram uma grande seriedade no esforço de fazer de Nathan Drake um sucessor espiritual de Indiana Jones, em busca de tesouros perdidos em túmulos ancestrais, mas que acabou por ser muito mais do que isso. Durante o ciclo de vida da PlayStation 3, Uncharted recebeu duas sequelas, Among Thieves e Drake's Deception, e até o anúncio de uma adaptação ao cinema. É esta trilogia de videojogos que chega agora à PlayStation 4, numa edição de luxo com os três títulos remasterizados num único disco.

The Nathan Drake Collection apresenta-se como a "edição definitiva" dos três primeiros jogos Uncharted, com os gráficos melhorados (especialmente no que diz respeito ao primeiro) e que tiram partido dos televisores FullHD com imagens a 60fps, mas também com uma jogabilidade melhorada e que oferece uma experiência consistente ao longo dos três jogos. Para quem apenas quer ver o jogo e apreciá-lo como um filme/série de ação, foi acrescentado um modo "Explorador" onde a dificuldade dos combates é praticamente reduzida a zero, mas não ficou de fora um outro modo "Brutal" para os jogadores veteranos que procuram algo realmente difícil. É, portanto, uma excelente coleção para apresentar a série a quem nunca jogou, mas também muito apetecível para os fãs que a pretendam revisitar.


Se há um defeito a apontar aos jogos Uncharted, é o facto de serem todos bastante formulaicos na sua estrutura. Uma sequência de história é seguida por uma de exploração (puzzle / plataformas), outra de combate, história e assim sucessivamente. A história dos jogos propriamente dita, segue fórmulas já bastante vistas no cinema, mas melhora substancialmente a cada iteração. Drake's Fortune acompanha a busca de Nathan pelo tesouro do seu antepassado Francis Drake, ao lado da repórter Elena Fisher e o seu parceiro Sully. É bastante linear e previsível, mas a história nunca se leva demasiado a sério, com o próprio personagem a comentar algumas situações quase como uma projeção do jogador (de onde vêm tantos inimigos? quem é que pôs isto aqui?).

Já Among Thieves é um caso raro de sequela que se revela bastante melhor do que o original, com uma história mais arrojada e algumas experiências com a estrutura da narrativa. O jogo abre com uma sequência espetacular num comboio suspenso após um descarrilamento, mas imediatamente leva o jogador para o início da história alguns meses antes, quando Drake decide perseguir o trilho de Marco Polo. As sequências de puzzles são mais interessantes e as de ação realmente espetaculares, culminando numa cena em que Drake combate um helicóptero de cima de um comboio em movimento. A versatilidade do protagonista para absorver referências e estilos de outros personagens faz da série um parque de diversões onde se exploram diversos ambientes e situações sem que tudo pareça uma mistura sem sentido. Drake's Deception, o último da coleção, tão depressa mostra o herói numa luta de bar em Londres ou a explorar os subterrâneos da cidade, como num palacete abandonado em França ou até no deserto da Arábia, nos trilhos de T.E. Lawrence em busca do verdadeiro tesouro de Francis Drake.


Uncharted pode referenciar séries como Indiana Jones, Tomb Raider, Missão Impossível e até 007, mas conseguiu criar o seu espaço no imaginário dos jogadores sem cair na tentação da paródia. É atualmente uma das franquias mais importantes da Sony, e esta coleção mostra uma dedicação incomum no que diz respeito à remasterização de jogos antigos. É também um documento interessante da evolução da Naughty Dog enquanto criadora de videojogos cinemáticos, um percurso que os levou ao desenvolvimento do formidável The Last of Us. Uma adição obrigatória ao catálogo de qualquer fã de jogos e filmes de ação que tenha por casa uma PS4.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Until Dawn, por Telmo Couto


Título original: Until Dawn
Plataforma: Playstation 4
Género: Drama Interativo, Terror
Desenvolvimento: Supermassive Games
Elenco: Hayden Panettiere (Scream 4), Rami Malek (Mr. Robot),  Peter Stormare (Prison Break), Brett Dalton (Agents of S.H.I.E.L.D.)

O género de videojogos que se auto catalogam como "cinema interativo" tem vindo a ganhar maior visibilidade durante os últimos anos, muito graças à capacidade gráfica das consolas mais recentes que permitem recriar fielmente o trabalho de captura de movimentos dos atores, em cenários cada vez mais realistas, onde se tenta recriar a experiência de ir ao cinema mas com uma história personalizada para cada jogador. Embora os apreciadores do género o associem à Quantic Dream (apesar do infeliz Beyond: Two Souls), foi a Supermassive Games quem trouxe a primeira experiência do género à PS4, com um formato mais próximo ao das séries televisivas.

Until Dawn é um jogo de terror inspirado nos filmes de adolescentes dos anos 90, e que presta homenagem ao género recorrendo a todos os lugares comuns e estereótipos a que o público já se habituou. E se esse género no cinema entrou em declínio precisamente por causa da falta de criatividade em Hollywood, aqui é essa banalidade que serve de guia de sobrevivência para o jogador, que terá de tomar as decisões de 8 personagens e decidir a progressão da história. Tal como no cinema, os personagens não são tanto "pessoas" como são estereótipos, desde o cromo do grupo e a tímida que secretamente o adora, ao recém casal acompanhado da ex com o seu mais recente namorado, o jogo apresenta-os juntamente com alguns adjetivos que descrevem as suas personalidades e permite, no menu de pausa, verificar o estado do relacionamento entre eles como consequência das decisões tomadas pelo jogador. Importa referir que, apesar da forte esterotipagem dos protagonistas, a Supermassive Games fez um excelente trabalho em torná-los interessantes através da forma como se relacionam e do input que o jogador tem na definição das personalidades. Por exemplo, ao optar por fazer uma personagem espreitar para o ecrã de um telemóvel, esta será vista como uma pessoa mais curiosa e intrometida.

Tudo começa numa cabana no meio do bosque na montanha, onde um grupo de adolescentes sofre a perda traumática de duas irmãs gémeas. Um ano depois, os restantes 8 jovens decidem voltar ao local onde tudo aconteceu para o que deveria ser um fim de semana de diversão onde pudessem superar o trágico desaparecimento. A ideia era péssima, tal como a maioria das decisões que os personagens tomam sem opção do jogador, que normalmente interfere em assuntos de aparente menor relevância. Por norma, os dramas interativos têm vários finais possíveis, resultantes das diferentes opções que podem ser tomadas ao longo da história. Em Until Dawn, a equipa desenvolveu um sistema de "Efeito Borboleta" baseado no princípio de que pequenas decisões poderão causar grandes consequências, incluindo a vida e morte de personagens da história, deixando apenas algumas pistas sob a forma de visões encontradas em totems índios. É possível concluir a história com todos os personagens vivos, mas este jogo de cerca de 9h (até ao amanhecer) não permite voltar atrás após uma decisão de que o jogador se arrependa.

A nível do terror, Until Dawn pode reutilizar muito material do cinema, mas consegue fazê-lo com máxima eficácia. Desde os ambientes sombrios com um fantástico jogo de luzes, aos sustos repentinos que aparecem sempre com um excelente timing, às imagens mais gore se o destino de alguns personagens os conduzir até à morte. Acima de tudo é pouco pretensioso, conhecendo as limitações do seu género, e talvez por isso mesmo consegue ser uma experiência refrescante e assustadora. Ainda assim, não coloca de parte alguns elementos de videojogo, exigindo em certas ações que o jogador prima rapidamente certos botões solicitados no ecrã ou que permaneça com o comando completamente imóvel, talvez o maior aspeto negativo de um género que se quer o menos complexo possível e onde o importante é a história. É um jogo perfeito para sessões de sexta-feira à noite, para jogar a sós ou com um grupo de amigos que vão discutindo o que cada personagem deve ou não fazer.


Classificação:

terça-feira, 14 de abril de 2015

Teaser poster e trailer dobrado de "Minions"


Foram recentemente divulgados um teaser poster nacional e um trailer oficial dobrado em português de Minions:


Spin-off de Despicable me (2010), o filme segue a história dos Mínimos. Desenvolvidos ao longo de eras, a partir de organismos unicelulares amarelos, serviram sempre o mais maldisposto dos mestres. Incapazes de os manter (desde T-Rex a Napoleão), os Mínimos encontram-se sem ninguém a quem servir e entram em profunda depressão, até que Kevin tem um plano e em parceria com Stuart e Bob aventuram-se pelo mundo à procura de um novo e malvado chefe.

O trio embarca numa viagem até à potencial líder: Scarlet Overkill, a primeira super-vilã do mundo. Da glacial Antárctida a Nova Iorque nos anos 60, terminam numa Londres modernista onde enfrentam o desafio de salvar a sua própria espécie da aniquilação.

Realizado por Pierre Coffin e Kyle Balda (The Lorax), Mínimos estreia em Portugal a 23 de Julho. Enquanto esperamos pela estreia, podemos encontrar dezenas de mini-jogos dos Minions pela Internet. Entre puzzles, corridas de karts, jogos dos sete erros e até um Flappy Minion já inventaram!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Teaser posters de "Warcraft"

Foram divulgados dois teaser posters de Warcraft, adaptação cinematográfica do videojogo World of Warcraft:


Durante a Blizzcon foram revelados os actores que integrarão o elenco do filme, entre os quais Dominic Cooper (The Devil's Double) como King Llane Wrynn; Travis Fimmel (Vikings) como Anduin Lothar; Ben Foster (360) como Medivh "The Guardian"; Robert Kazinsky (True Blood) como Orgrim; Toby Kebbell (The Counselor) como Durotan; Paula Patton (Precious) como Garona; Clancy Brown (Sleepy Hollow) como Blackhand "The Destroyer"; Ruth Negga (12 Years a Slave) como Lady Taria; Daniel Wu (Europa Report) o papel de Gul'dan e Ben Schnetzer (Pride) como Khadgar.

Realizado por Duncan Jones (Moon), Warcraft estreia a 10 de Março de 2016, em Portugal.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Shawn Levy poderá realizar filme sobre o jogo Minecraft


Depois da Warner Bros. ter adquirido os direitos do jogo Minecraft, em Fevereiro deste ano, os estúdios encontram-se em negociação com Shawn Levy (Date Night) para que este realize um filme inspirado no famoso jogo.

O jogo permite a construção e manipulação de um mundo virtual através de blocos. Além da mecânica de mineração e colecta de recursos, o jogo mistura ainda sobrevivência e exploração. Ainda na versão Beta, o jogo alcançou mais de onze milhões de registos e vendas de quase três milhões, levando a que ainda em Setembro deste ano o jogo tenha sido adquirido pela Microsoft.

Minecraft não tem data de estreia prevista.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Andrés Muschietti adaptará o videojogo "Shadow of the Colossus" ao cinema


A Sony Pictures contratou o realizador Andrés Muschietti (Mama) para adaptar ao cinema o videojogo Shadow of the Colossus, originalmente desenvolvido para a Playstation 2. O enredo foca-se num jovem chamado Wander e que deve viajar para a Região Proibida para derrotar dezasseis criaturas, conhecidas como Colossi, a fim de restaurar a vida de uma jovem chamada Mono.

Barbara Muschietti, irmã do realizador, voltará a trabalhar como produtora do projecto, juntamente com Kevin Misher (Public Enemies). Seth Lochhead (Hanna) será o argumentista, com Michael De Luca e Andrea Gianneti na supervisão da Sony Pictures.

Shadow of the Colossus não tem data de estreia definida.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Justin Kurzel poderá realizar "Assassin's Creed"


O realizador australiano Justin Kurzel (Snowtwn) estará em negociações com a New Regency para realizar a adaptação cinematográfica do videojogo Assassin's Creed. Fontes ligadas à produção informam que terá sido Michael Fassbender, actor e produtor do filme, que terá pressionado a escolha do realizador, já que trabalhou com este recentemente na produção de Macbeth.

Michael Lesslie é o argumentista do filme (curiosamente também o de Macbeth) que segue Desmond Miles, um barman sequestrado e conduzido até um laboratório que elabora experiências sobre memória genética. Aí, Desmond descobre que é descendente de um membro do Clã dos Assassinos em 1191, da Ordem dos Templários.

Assassin's Creed deverá estrear a 7 de Agosto de 2015.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Apresentação PlayStation 4


A convite da PlayStation Portugal, o Split Screen foi conhecer a nova consola PS4, cujo lançamento está previsto para o próximo dia 29 de novembro. O showroom, aqui chamado "The Playce", estava organizado como uma série de salas de estar, semelhantes à que muitos jogadores gostariam de ter, equipados com excelentes televisores e sistemas de som. Em demonstração, estavam várias consolas PS4 com diferentes jogos, entre os quais se destacavam Killzone: Shadow Fall, Knack e Assassin's Creed IV: Black Flag.

Se alguns dos jogos em exibição pareciam pouco melhores do que as suas versões já existentes para as consolas da geração anterior, tendo agora maior resolução em 1080p, já os títulos exclusivos como Killzone demonstram as capacidades da consola com gráficos realmente impressionantes. A PS4 promete trazer experiências cada vez mais cinemáticas e que irão ultrapassar o realismo já visto em jogos como Beyond: Two Souls. Para desfrutar destas experiências há também um novo comando, agora mais confortável e robusto que, entre outras coisas, tem como novidade um touchpad que também serve de botão.

Killzone: Shadow Fall
A consola traz ainda novas funcionalidades sociais, tais como a possibilidade de partilhar imagens ou vídeos dos jogos, ou fazer live-stream de uma sessão de jogo em tempo real. É ainda possível utilizar um tablet ou smartphone para interagir com a consola como um segundo ecrã, ou utilizar uma consola PS Vita para jogar sem ter de utilizar a televisão, uma funcionalidade semelhante à que é oferecida pela consola da Nintendo, Wii U. Estará também disponível uma câmara que, entre outras coisas, permite desenvolver jogos de realidade aumentada, como o Playroom que se encontrava em demonstração.

O design da consola é bastante atraente, sendo uma caixa que irá ficar bem em qualquer sala moderna, ao contrário de outros equipamentos como as boxes dos operadores de televisão que, normalmente, tentamos esconder o melhor possível. Um toque especial do hardware é uma elegante barra luminosa horizontal que sublinha o logotipo da PlayStation.


Como recordação do evento, foi oferecido um simpático press kit "This is for the Players", para nos lembrar que a consola é dedicada aos jogadores. Numa época em que muitos blockbusters do cinema se parecem cada vez mais com videojogos e o mundo dos videojogos se aproxima cada vez mais de Hollywood, a PS4 promete reforçar essa ligação entre as indústrias... e nós acompanharemos com atenção.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Beyond: Two Souls - Videojogos a caminho do cinema?



Guillaume de Fondaumière esteve em Portugal para apresentar o jogo Beyond: Two Souls. Fê-lo numa sala de cinema do City Alvalade em Lisboa, com isso reforçando a importância que o cinema tem neste jogo - e que já tinha no anterior da produtora, Heavy Rain.
Tratando-se de uma complexa saga que atravessa 15 anos da vida da protagonista, Jodie, mas que recusa a linearidade narrativa, a primeira ligação ao cinema está logo no facto de Memento servir de referência para explicar aquilo que pode ser visto.
Claro que a força maior dessa ligação está no par de actores centrais, Ellen Page e Willem Dafoe, que dão a primeira interpretação total para um videojogo, ao contrário dos mais habituais contributos de vozes para as personagens.

Por falar em vozes, aproveitamos para referenciar o elenco de actores nacionais que fizeram a dobragem do jogo para o nosso país, mesmo que poucos sejam os jogadores a optar por ela se a intenção é descobrir as interpretações dos dois conhecidos actores.
No lugar de Page e Dafoe estarão Joana Santos e Rogério Samora, a quem se junta Ricardo Pereira e Rui Unas.

Além dessas duas ligações com o Cinema, destaque ainda para aquele se poderá ouvir na banda sonora. Depois de Angelo Badalamenti ter sido chamado a Fahrenheit, desta vez o composito é Lorne Balfe, já experimentado quanto a filmes, mas é o nome do seu produtor, Hans Zimmer, que merecerá o reconhecimento maior.

E há, claro, a curta-metragem Kara, um pequeno filme realizado pelo criador do jogo, David Cage, e que serviu de amostra ao motor de jogo que a empresa criou para servir ao lançamento de Beyond: Two Souls.




Para falar sobre o jogo, confesso não ter a mesma experiência ou capacidade de análise que teria para um filme.
Daquilo que foi apresentado posso destacar a qualidade gráfica a caminho de um realismo que serve muito bem o que se viu da perfomance de Ellen Paige.

Tal como os valores de produção evidenciados pelas exigências dos múltiplos cenários - que exigiram um orçamento a rondar os 20 milhões de euros - deixaram boa impressão e a ideia de que as produtoras de cinema virão a procurar aqui alternativas para os seus métodos, ainda que não de imediato.
Afinal, o jogo tem mais de 53 horas de animação - fruto da multiplicação de cenários - que levaram um ano a filmar.

A hipótese de controlo dual no jogo, uma inovação, a par da mais orgânica e discreta intervenção do jogador nas encruzilhadas do jogo foram destaques da parte do produtor.
Mas em nome da experiência diversificada mas acessível a todo o tipo de público, este jogador ocasional apreciou particularmente a versão simplificada dos controlos em aparelhos Touch dedicada a não jogadores.
Poderá não permitir o total usufruto da experiência de jogo, mas permitirá aos cinéfilos desinteressados de consolas experimentar um jogo a meio caminho de se tornar um filme.




Para os cinéfilos interessarão as revelações vistas num pequeno vídeo, ao estilo dos making of televisivos, em que Ellen Paige era entrevistada.
As dificuldades de trabalhar contra o vazio não são novidade perante os vários filmes que usaram o chroma key, mas ela referiu igualmente a dificuldade que representava dar uma interpretação integral quando se está coberto de sensores (como fica evidenciado na imagem abaixo).
O próprio Guillaume de Fondaumière destacaria essa interpretação por não só acontecer sob físicas difíceis, mas por ser uma interpretação de uma longa extensão da vida da personagem feita em apenas quatro semanas.
Mas aquilo que a actriz destacou como mais difícil ainda foi o facto de a interpretação extensa exigir uma variação muito grande do leque de emoções.
A cada ponto de inflexão da narrativa ela tinha de dar interpretações credíveis para as várias hipóteses de ocorrências e, depois, para os vários cenários que daí adviriam.




A equipa de produção do jogo incentiva as pessoas a completarem Beyond: Two Souls apenas uma vez e a partir dessa narrativa individualizada cruzar experiências com outros jogadores.
Daí levanta-se uma questão interessante: poderá um dia destes a experiência de jogo ser acompanhada de uma gravação vídeo da totalidade dos acontecimentos que funcione como um filme individualizado para cada jogador rever a "sua" história?

No entanto, aquilo que tendemos a chamar como uma obra de arte cinematográfica é uma obra com uma visão fechada à imagem do(s) seu(s) criador(es) mas que perante uma extensa plateia é capaz de gerar um número tão grande de interpretações - emocionais, se mais nenhumas - quanto o número de pessoas que a compõem.
Por isso há perguntas que acabam por ter de ser feitas da parte dos cinéfilos que se deparam com os videojogos a aproximarem-se das formas cinematográficas e a crítica a usar o Cinema como referência distintiva para Beyond: Two Souls.


Pode este jogo apresentar uma visão do seu criador?
David Cage (com a sua equipa) criou perto de trinta finais possíveis para o seu jogo, além dos vários cenários alternativos intermédios.
Perante essa necessidade de invenção em quantidade, será possível falar de narração ou de intenção global?
E até que ponto os muitos cenários compostos por David Cage apresentam a mesma qualidade que um único guião - e uma única hipótese de percurso - pode atingir se trabalhado meticulosamente?


Em que momento se pode acreditar que estamos perante uma narrativa completamente formada?
Guillaume de Fondaumière revelou que um dos jogadores que testaram o jogo se queixou da linearidade do mesmo, surpreendendo-se depois quando outros destacavam cenas que ele nem sequer vira.
Colocando decisões fulcrais nas mãos dos jogadores, poderá falar-se de um autor se a intervenção deles acaba por alterar a narrativa até que esta possa ser pouco mais do que saltos de ponto jogável para ponto jogável?
Que confiança pode haver de que a narrativa alcançará para cada jogador o nível de complexidade visionado pelos criadores?
Será realmente melhor intervir numa história em vez de passivamente ver um filme, quando um jogador arrisca nunca alcançar os grandes pontos estruturais da narrativa, não acabará frustrado perante a necessidade de descobrir pelos outros o que de verdadeiramente bom esta tem?


Certamente que os videojogos não merecem uma reacção de desconsideração por parte dos cinéfilos - facilmente se recorda a longa discussão a que Roger Ebert se sujeitou quanto a tal tópico - visto que a linguagem desses está cada vez mais próxima da dos filmes, mas não se vê ainda a hipótese clara para uma definição de estatuto que os faça ascender a Arte.
Aliás, o próprio Guillaume de Fondaumière tratou de afastar essa questão, destacando que o que a Quantic Dream produz jogos: entretenimento distinto de tudo o mais que surge actualmente mas, ainda assim, jogos.

Seja como for, entre a produção cinematográfica deste Beyond: Two Souls ou a possibilidade de jogar L.A. Noire a preto e branco passando pela curta-metragem produzida com base no unverso de Red Dead Redemption, os produtores de videojogos não têm apenas apropriado-se das possibilidades do cinema, têm conscientemente tentado apelar e antecipar as expectativas de outros grupos de interessados nas Imagens em Movimento e o que a eles está associado.
Este artigo, como outros que o videojogo tem merecido em publicações dedicadas ao Cinema, são a prova disso.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Trailer da adaptação cinematográfica do videojogo "Need For Speed", com Aaron Paul


Foi ontem revelado o trailer da adaptação cinematográfica do videojogo Need For Speed, da Electronic Arts:


Need For Speed é uma série de videojogos de corridas - a mais bem sucedida de todo o mundo. A história do filme é centrada num piloto (Aaron Paul) de corridas ilegais e dono de uma garagem que modifica carros, acabando por ser injustamente condenado pela morte do seu melhor amigo. Após sair da prisão, este procura vingança contra quem o incriminou (Dominic Cooper).

Realizado por Scott Waugh (Act of Valor), Need For Speed estreia nos Estados Unidos a 14 de Março de 2014.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Steven Spielberg produzirá série live-action de "Halo" em exclusivo para a Xbox


Durante o lançamento da nova consola de videojogos Xbox One foi anunciado que o famoso jogo Halo será adaptado a uma série em live-action. A série, que contará com a produção executiva de Steven Spielberg, será produzida em exclusivo para a Xbox Live.

O franchise de Halo foca-se numa guerra interstelar entre a humanidade e uma aliança teocrática de aliens conhecida como Covenant. Não se sabe ainda qual a data de lançamento da série televisiva, mas talvez coincida com o lançamento da nova Xbox One, este Outono, em substituição da antiga Xbox 360.