segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Vencedores do passatempo As Serviçais


Parabéns aos vencedores de mais um dos nossos passatempos. Aqui deixamos os seus nomes.

Nélia Gomes

Sílvia Silva

Vencedores do passatempo Trust - Perigo Online


Parabéns aos vencedores de mais um dos nossos passatempos. Aqui deixamos os seus nomes.

Rita da Silva

José Palmeira

Cindy Marquez

João Casimiro

Paula Moreira

Vencedores do passatempo Monsters - Zona Interdita


Parabéns aos vencedores de mais um dos nossos passatempos. Aqui deixamos os seus nomes.

Paula Ferreira

Pompilio Vergine

Cristiano Oliveira

Francisco Neves

José Martinho

Vencedores do passatempo Spider - A Teia da Loucura

 

Queremos agradeçar mais um conjunto de textos que nos chegaram sobre Spider. Só podíamos ter dois vencedores e aqui ficam as suas participações.


Susana Oliveira
Este filme é, para mim, um dos grandes retratos que o cinema já apresentou da esquizofrenia. Essa é que é a verdadeira personagem central do filme.
Não quero com isto dizer que os actores são secundários. O trabalho eles é extraordinário, sobretudo no que toca a Ralph Fiennes que vai ao limite no seu papel. Um limite tão forte que a maioria dos actores teria medo sequer de se aproximar dele.
Mas o que mais mexeu comigo neste filme foi a maneira como me senti sempre dentro do próprio estado mental da sua personagem.
Todas as dúvidas, receios e ilusões eram sentidas por mim através das sugestões originadas pela intensa realização de David Cronenberg.
O filme é perturbador e isso é fascinante. As emoções que nos provoca não são as mais agradáveis mas depois sentimos que não havia outra maneira de nos mostrar "por dentro" e em segurança a realidade de uma vida como aquela.


Tânia Moura
Talvez nada seja mais assustador do que uma entrada nada delicada numa mente perturbada.
Pensamos em Uma Mente Brilhante e temos uma simpatia por aquele doente mental. Depois pensamos em Spider e não conseguimos relacionar-nos com o doente mental interpretado por Ralph Fiennes.
Ele cai mais para o campo do vilão num filme de terror do que para o campo da vítima sujeita a um estado psicológico de que nem tem culpa nem consegue escapar.
Por culpa de ser a sua mente que serve de filtro para o mundo no ecrã, acabamos por duvidar de tudo e todos que o rodeiam.
Não há um abrigo seguro dentro do filme, ou somos arrastados pela "loucura", ou resistimos ferozmente admirando-a "do lado de fora".
O melhor é mesmo experimentar o filme das duas formas, uma vez admirando a realização e as interpretações, da outra aproveitando a viagem numa montanha russa que nunca nos tira do nosso lugar!

Vencedores do passatempo Sem Destino


Queremos agradecer aos participantes que enviaram as suas críticas para o nossos passatempo. Se uma se destacou de imediato, a outra foi mais difícil de escolher, mostrando que há muito talento entre os nossos leitores.
Aqui ficam as duas críticas ao filme Sem Destino que vão ser recompensadas com o livro respectivo.


Rui  Carneiro
Lembro-me bem do impacto sentido quando me confrontei com a grandíloqua adaptação à sétima arte do livro magistral de Imre Kertesz que relata de forma quase autobiográfica a crueza genocida e a barbárie infame de um dos capítulos mais infames da história humana, despertando consciências para a descida do Homem aos mais profundos antros da ignomínia.
No entanto, ao contrário de outros filmes acerca do holocausto, esta é uma história que revela como o belo e sublime conseguem coexistir mesmo no seio do mais profundo horror, como uma singela flor que encontra o seu rumo inverosímil através de um manto calcinado de cinzas.
“Sem destino”, como o título indica, leva-nos através do olhar escalpelizante da câmara através dos cenários de horror dos campos de concentração nazis de Auschwitz, Buchenwald e Zeitz.
O foco é a personagem central, Gyuri Koves, o alter-ego adolescente de Imre Kertesz e a sua jornada quase nefelibata e surreal, oscilando entre o real e o onírico, no ambiente hostil dos campos de concentração nazis. A obra de Lajos Koltai ganha em originalidade e cativa o público pelo teor confessional e intimista da diegese, mesmo não apresentando a dimensão visual e documental comum a outros filmes do género, “Sem Destino” prevalece na sua dimensão psicológica e emotiva, ao focar o tema da perda da inocência, pelo olhar juvenil e expressivo de Gyuri, numa representação magistral de Marcell Nagy, que agarra o papel desde o início do filme, cativando e emocionando o público com a sua notável capacidade para partilhar emoções com os outros.
Esta é também uma grande história de companheirismo, resistência e solidariedade humana, uma vez que simbolicamente a experiência de Gyuri pode ser transfigurada num rito de passagem à idade adulta, facto muito evidente ao longo do filme, até porque é possível ver a transformação psicológica e fisionómica da personagem principal ao longo daquele ano de vida retratado.
Singular é também a forma como o realizador aborda a circunstância do tempo ao longo do filme, concentrando-se em momentos específicos e produzindo instantâneos expressivos, desprezando uma abordagem mais convencional e linear da história.
Por último, há que realçar os aspectos mais técnicos e a oscilação premeditada entre as cenas no exterior e no interior dos campos, em que é notória a preocupação em marcar uma distância entre um e outro espaço, como se entre eles existisse um limbo inverosímil, facto que se deve à mestria cinematográfica de Gyula Pados e, posteriormente, à cuidada e criteriosa edição de Hajnal Sellõ.
A banda sonora da responsabilidade do excelso Ennio Morricone é irrepreensível e enquadra de forma magistral a força das imagens e das palavras.
“Sem destino” é assim uma obra de arte dramaticamente expressionista e existencial, convocando de forma sublime temáticas que se centram especificamente na condição humana.
Lajos Koltai não nos apresenta a sua versão da história, nem sequer nos propõe uma qualquer outra versão, o filme é a visão infantil dos factos, mas é o olhar do público que em última instância escrutina e problematiza ou se sensibiliza com a epopeia de Gyuri.


Bernardete Amaral
Mais do que um simples filme acerca duma história de vida, Fateless é uma homenagem a todos aqueles que independentemente das atrocidades a que foram sujeitos, nunca deixaram de acreditar nas suas origens. Lajos Koltai esteve fantástico na realização deste filme, porque nele nos faz experimentar sentimentos tão distintos, que vão desde os mais profundos sentimentos de tristeza e revolta, à felicidade de uma comovente história de vida. Um filme a ver e rever.

Quad poster de "Coriolanus"

Como já é costume no mercado britânico, foi divulgado um quad poster de Coriolanus, primeira longa-metragem realizada por Ralph Fiennes:


Coriolanus é uma adaptação moderna da peça de William Shakespeare, sobre o general romano com o mesmo nome que é banido de Roma e que jura vingança, depois de ter sido enganado pelos seus aliados. O filme é protagonizado por Ralph Fiennes e Gerard Butler

Coriolanus estreia a 20 de Janeiro de 2012 no Reino Unido e Estados Unidos.

Leia também:

domingo, 13 de novembro de 2011

Russo Karen Shakhnazarov recebe Prémio Carreira no Fantasporto 2012


A 32.ª edição do Fantasporto irá homenagear o realizador russo Karen Shakhnazarov com a atribuição de um Prémio Carreira. É ainda director do maior estúdio de cinema russo, a Mosfilm. Em 2010 recebeu o Prémio Especial do Júri - Semana dos Realizadores com Ward Number 6.

O Fantasporto 2012 dedicar-lhe-á ainda uma retrospectiva com filmes escolhidos pelo próprio realizador: Gorod Zero (1989), Assassin of the Tsar (1991), Day of Full Moon (1998), Poisons or the World History of Poisoning (2001), The Rider Named Death (2004), Vanished Empire (2008) e Ward Number 6 (2009).

O festival decorrerá de 24 de Fevereiro a 03 de Março de 2012.

Lisbon & Estoril Film Festival 2011: Os vencedores


Foram hoje anunciados os vencedores do Lisbon & Estoril Film Festival 2011, que substitui o antigo Estoril Film Festival, tendo passado este ano a exibir filmes tanto na cidade de Lisboa como no Estoril. O vencedor deste ano foi para o russo Twilight Portrait, de Angelina Nikonova. Já o Prémio Especial do Júri coube ao francês Une vie meilleure.

Melhor Filme
Twilight Portrait, de Angelina Nikonova

Prémio Especial do Júri - João Benard da Costa
Une Vie Meilleure, de Cédric Kahn

Menção Honrosa
Amnesty, de Bujar Alimanl
Oslo, August 31st, de Joachim Trier

Prémio Cineuropa
Une Vie Meilleure, de Cédric Kahn (França)

Prémio MEO Melhor Curta-metragem
Here I Am, de Bálint Szimler (University of Theatre and Film | Budapeste, Hungria)
Aman, de Ali Jaberansari (London Film School | Londres/Inglaterra)

Menção Especial
Frozen Stories, de Grzegorz Jaroszuk (The Polish National Film Television and Theater School | Lodz, Polónia)
L'Estate Che Non Viene, de Pasquale Marino (Centro Sperimentali di Cinematografia - Scuola Nazionale di Cinema | Roma/Itália)

Prémio L'Oreal Jovem Talento
Miguel Nunes

Prémio Canon 
Encadeados, de Ana Delgado Martins

Vencedores do passatempo Medos


Parabéns aos vencedores de mais um dos nossos passatempos. Aqui deixamos os seus nomes.

Nídia de Almeida

Marisa Teles

Tiago Paiva

Lilia Gomes

Helena Passos

Vencedores do passatempo Padre


Parabéns aos vencedores de mais um dos nossos passatempos. Aqui deixamos os seus nomes.

Simone Guedes

Ana Moniz

Marco Álvares