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domingo, 15 de maio de 2016

Festa do Cinema: doze filmes para ver por 2,5€


A Festa do Cinema regressa a Portugal para a sua segunda edição. Com a edição de 2015 a registar mais de 200 mil espectadores, em 2016 as distribuidoras de cinema voltam a disponibilizar bilhetes de cinema a 2,5€. No valor dos bilhetes não estão incluídos lugares VIP, sessões 3D, sessões IMAX, sessões 4DX e outros eventos especiais.

A Festa do Cinema 2016 decorre de 16 a 18 de Maio e, pela primeira vez, estabelece uma parceria com a Academia Portuguesa de Cinema, que permite que o filme vencedor dos Prémios Sophia 2016 (Amor Impossível, de António-Pedro Vasconcelos) seja exibido em salas seleccionadas. O filme vencedor dos Globos de Ouro da SIC (As Mil e Uma Noites: Volumes 1, 2, 3; de Miguel Gomes) fará também parte dos filmes em exibição.

O Split Screen apresenta uma listagem com dez sugestões de filmes que pode ver no cinema por apenas 2,5€.

Foi evento com antestreia mundial no Festival de Cannes, na presença da realizadora Jodie Foster (The Beaver) e dos actores George Clooney, Julia Roberts e Jack O'Connell (Unbroken). Teve estreia praticamente simultânea nos cinemas de todo o mundo e apesar da recepção morna, é um thriller intenso sobre um programa televisivo acerca de investimentos financeiros (o Money Monster do título). Na história, um investidor perdeu todo o seu dinheiro em acções de uma empresa que abriu falência imediatamente a seguir aos conselhos do programa e do apresentador Lee Gates. Desesperado, irrompe pelo estúdio e conta a sua história, ameaçando explodir a equipa de produção, durante horas e com milhões de pessoas a assistir à emissão em tempo real.

Para com gosta de cinema mais alternativo, a Palme d'Or 2015 chegou aos cinemas nacionais. Uma das mais inesperadas premiações de sempre do Festival de Cannes, talvez devido ao júri estar tão dividido sobre os filmes em competição. Ainda assim, o francês Jacques Audiard (De battre mon coeur s'est arrêté) apresenta um inesperado filme: um drama sobre a imigração mesclado com uma trama de acção. Na narrativa, um ex-guerrilheiro tamil, obrigado a fugir da Guerra Civil do Sri Lanka, instala-se numa zona periférica de Paris para formar uma família fictícia com uma jovem mulher e uma menina de nove anos. Apesar de mais seguros que no seu país de origem, estes três estranhos acabam por ter de enfrentar outros problemas: a língua, a xenofobia e as dificuldades económicas.

Ensurdecedor (2015), de Joachim Trier



Depois do sucesso de Oslo, 31. august (2011); o realizador norueguês Joachim Trier apresenta a sua primeira longa-metragem falada em inglês. Filme sobre o luto, mas sobretudo sobre o crescimento e as suas dores, apresenta uma família (composta pelo pai e dois filhos) que têm de enfrentar memórias antigas, quando se aproxima a data de uma retrospectiva fotográfica da sua mãe, uma fotógrafa de guerra, falecida num trágico acidente de automóvel, há dois anos atrás. Isabelle Huppert, Gabriel Byrne, Jesse Eisenberg e o novato Devin Druid (uma revelação!) abrilhantam o elenco.

Para os mais novos (e não só), uma proposta de animação diferente. O brasileiro O Menino e o Mundo correu o globo (já foi vendido para mais de oitenta países), onde venceu dezenas de prémios, entre os quais o de Melhor Filme no mais importante festival de cinema de animação do mundo, em Annecy, o Grande Prémio do Monstra - Festival de Cinema de Animação de Lisboa, o prémio de Melhor Animação Independente nos Annie Awards e culminando com uma nomeação ao Oscar de Melhor Filme de Animação. Uma animação com lápis de cor, lápis de cera, colagem e pinturas, que segue Cuca, um menino de uma pequena localidade do interior do Brasil que vê o seu pai partir para a cidade, em busca de sustento. Depois de esperar pelo seu regresso, a criança decide ir ao seu encontro, dando de caras com um mundo dominado por máquinas-bichos e estranhos seres numa sociedade marcada pela tristeza, pobreza e total falta de esperança.

Zootrópolis (2016), de Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush



A mais recente aposta dos estúdios de animação da Walt Disney também ainda se encontra em exibição nas salas de cinema nacionais. Uma proposta para toda a família que aposta na seguinte ideia hipotética: como seria o Mundo se a raça humana nunca tivesse existido? Na história encontramos a cidade de Zootrópolis, um lugar moderno e civilizado, povoado por versões antropomórficas de todos os tipos de mamíferos. Todos vivem pacificamente até ao dia em que uma raposa esperta e tagarela é acusada de um crime que não cometeu, capturado por uma jovem coelha, agente da polícia recentemente promovida. Bons inimigos naturais que são, acabam por ter que se unir quando se descobrem vítimas de uma conspiração. Dos realizadores de Tangled (2011) e Wreck-it Ralph (2012).

Para os fãs de super-heróis e da DC Comics, este aguardado blockbuster coloca dois titãs em confronto directo: Batman, numa nova versão interpretada por Ben Affleck e Super-Homem, o Henry Cavill de Man of Steel (2013). Já está nos cinemas há mais de um mês, mas esta pode ser a sua oportunidade de assistir ao filme. Na narrativa, o Super-Homem é hoje uma personagem polémica. Enquanto muitos acreditam que é um símbolo de esperança e uma protecção contra os inimigos, outros consideram que é uma ameaça que tem de ser contida. Para Bruce Wayne, o eterno vigilante de Gotham City, o Super-Homem é claramente um perigo para a Humanidade e deve ser combatido. Assim, decidido a destruí-lo, coloca a sua máscara e segue para a cidade de Metropolis onde decide fazer justiça com as suas próprias mãos. Porém, com o Super-Homem e o Batman absortos na sua vingança pessoal, emerge uma nova ameaça colocando o planeta Terra na iminência da total destruição.

Capitão América: Guerra Civil (2016), de Anthony Russo, Joe Russo



Os últimos anos têm sido muito favoráveis para a Marvel que tem vindo a construir um complexo universo no mundo cinematográfico e também televisivo, que se relaciona e constrói uma história maior. Este filme é o terceiro capítulo da história do Capitão América, onde, devido a uma série de missões que originaram danos colaterais considerados evitáveis, o Governo norte-americano decide que a equipa de Vingadores precisa de supervisão adequada. É então criado um sistema de registo dos super-heróis, cujo trabalho terá de ser sempre controlado por um membro governamental autorizado. A partir de agora apenas poderão agir se forem formalmente solicitados. Esta nova posição vai gerar conflitos internos na equipa, cujas opiniões se dividem. De um lado está o Capitão América, que se rebela por considerar a liberdade dos Vingadores essencial para o perfeito funcionamento das suas missões; do outro está o Homem de Ferro que, contra todas as expectativas, aprova a decisão. Entre eles surge uma tensão difícil de controlar que porá em causa não apenas a amizade e união de todos, mas também a segurança da Humanidade. A produção apresenta também pela primeira vez uma nova versão, mais jovem, da personagem Homem-Aranha, interpretada por Tom Holland.

10 Cloverfield Lane (2016), de Dan Trachtenberg



Para os fãs de terror, thriller psicológico e ficção-científica, 10 Cloverfield Lane é uma boa aposta. Um filme, quase sempre, a quatro paredes, com John Goodman num papelão e Mary Elizabeth Winstead a comprovar o seu talento. Depois de um acidente de automóvel que a deixa sem sentidos, Michelle desperta na cave de um desconhecido. O homem explica-lhe que houve um ataque químico à escala mundial e que, ao encontrá-la na estrada, a trouxe para ali para lhe salvar a vida. Com eles encontra-se Emmett, vizinho do dono da casa, que corrobora a teoria de que a salvação está dependente do total isolamento da atmosfera exterior. Se, ao princípio, o choque a faz acreditar no que eles lhe dizem, com o passar do tempo, e com uma constante sensação de claustrofobia, ela começa a desconfiar das suas intenções. Começa então a planear uma forma de escapar, independente do que possa encontrar lá fora. Spoiler alert: o filme apresenta uma piscadela de olho como um possível spin-off de Cloverfield, êxito de 2008.

A Chefe (2016), de Ben Falcone



Para os acérrimos fãs de comédias, Melissa McCarthy é sempre uma aposta garantida de boas gargalhadas. Aqui, a actriz é Michelle Darnell, conhecida tanto pela sua fortuna como pelo seu feitio irascível. Habituada a mandar, transforma num inferno a vida de todos os que com ela convivem. Mas tudo muda de figura quando, após uma investigação, é considerada culpada num caso de corrupção. Depois de algum tempo atrás das grades, é-lhe concedida a liberdade condicional. Determinada a reerguer-se e a recuperar os milhões que perdeu no decurso do processo, percebe que, depois de tantos anos a humilhar amigos e colaboradores, só lhe restou o apoio de Claire, a assistente que durante anos explorou, e de Rachel, a filha desta. Apesar de um início difícil, as três acabam por criar algo muito parecido com uma amizade verdadeira. É com elas que a ex-milionária vai aprender que existem coisas que o dinheiro não pode comprar e, que se aliarmos a estratégia empresarial à lealdade e cooperação, (quase) tudo se torna possível.

Axilas (2016), de José Fonseca e Costa



O cinema nacional também está representado. Derradeiro filme de José Fonseca e Costa (Cinco Dias, Cinco Noites), foi concluído já após a sua morte e adapta livremente um conto do romancista e ensaísta brasileiro Rubem Fonseca. Em bebé, Lázaro de Jesus foi abandonado à porta da propriedade de uma senhora abastada. Comovida, ela acabou por recebê-lo como o neto que nunca teve. À medida que cresce, Lázaro cria uma estranha atracção por axilas femininas, que considera profundamente sensuais e poéticas. Quando, durante um concerto de música clássica, observa a violinista Maria Pia a tocar, Lázaro apaixona-se irremediavelmente. E o desejo que sente é de tal modo poderoso que quase o leva à perdição.

O tailandês (vencedor da Palme d'Or em 2010 com O Tio Boonmee que se Lembra das Suas Vidas Anteriores) esteve recentemente em Lisboa para apresentar o seu mais recente filme, exibido na secção Un Certain Regard do Festival de Cannes 2015Numa pequena aldeia da Tailândia, vários soldados são vítimas de uma estranha doença do sono. Uma escola primária abandonada converte-se então numa espécie de enfermaria, onde recebem os cuidados necessários para se manterem vivos. Os médicos tentam encontrar forma de os despertar, incluindo a terapia de luz colorida, para aliviar os seus sonhos agitados. Jenjira, uma das voluntárias que ali trabalham, sente um especial carinho por Itt, um jovem soldado que nunca recebe visitas. Ela torna-se amiga de Keng, uma médium que usa os seus poderes para fazer de "ponte" entre os familiares desesperados e os espíritos dos soldados adormecidos. Um dia, Jenjira tem um estranho encontro com duas mulheres que lhe dizem que a escola está situada em cima de um cemitério de antigos reis que usam a força dos jovens nas suas guerras.

Exibido no IndieLisboa 2016, o documentário de Amy Berg (West of Memphis) contextualiza a vida de Janis Joplin, como alguém que cresceu inadaptado. Numa recusa do clichê hippie e a glamorização simplista do "sexo, drogas e rock 'n' roll", a realizadora junta correspondência que Joplin trocou com a família com material de arquivo nunca antes disponibilizado – captado em concertos e bastidores –, revelando não apenas a artista, mas também a mulher em luta consigo mesma. A narração é feita pela cantautora Cat Power. Janis Joplin foi considerada por muitos a maior cantora de blues e soul da sua geração, alcançou a fama no final da década de 1960 como vocalista do grupo Big Brother and the Holding Company e, posteriormente, numa carreira a solo, acompanhada pelas suas bandas de suporte: a Kozmic Blues Band e a Full Tilt Boogie. A dependência de drogas e álcool marcou a vida de Joplin e foi a causa da sua trágica morte. A 4 de Outubro desse ano, com apenas 27 anos de idade, foi encontrada sem vida devido a uma overdose de heroína.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

"Taxi" é o líder do top de Julho do CCOP


O filme iraniano Taxi é o líder do top de Julho elaborado pelo Círculo de Críticos Online Portugueses (CCOP). Vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim 2015, o filme de Jafar Panahi recebeu a nota média de 7,67 em 10. Desta forma, o top anual do colectivo de críticos não sofreu qualquer alteração, já que nenhum filme estreado comercialmente em Portugal durante o mês de Julho (e com amostragem igual ou superior a 20%) conseguiu uma pontuação superior a 8,09. Esta última nota foi a conseguida por Citizenfour, filme que ocupa o décimo lugar no top 2015.

O top mensal do CCOP conclui-se com Love & Mercy (7,60) e Tangerines (7,43). Danny Collins foi considerado o pior filme do mês com a nota média de 4,75. A votação completa pode ser consultada no blogue oficial do grupo.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

"Inside Out" lidera o top de Junho do CCOP


Inside Out foi considerado o melhor filme do mês de Junho pelos membros do Círculo de Críticos Online Portugueses. Com a nota média de 8,89 (e duas ocorrências de classificação máxima), torna-se o filme de animação com a classificação mais alta de sempre no CCOP, destronando o japonês The Tale of Princess Kaguya (8,82), líder de Abril e anterior primeiro lugar do top de 2015. Entre todos os filmes da Disney•Pixar já votados pelo CCOP, este supera os resultados de Brave (com 7,13) e Monsters University (com 6,57).

Também outro recorde é superado por The Look of Silence. Na segunda posição do ranking do mês de Julho, o filme torna-se o documentário com a melhor votação de sempre no CCOP, curiosamente à frente de The Act of Killing (8,55), filme-espelho deste.

O top completo pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

"Mad Max: Fury Road" lidera o top de Maio do CCOP


O filme Mad Max: Fury Road liderou as votações do Círculo de Críticos Online Portugueses (CCOP) referente aos filmes distribuídos no mercado nacional durante o mês de Maio. Realizado por George Miller, o filme recebeu a classificação média de 8,00 em 10; tendo tido por quatro vezes uma nota individual 9.

O pódio incluiu ainda o sueco Force majeure (7,85) e o documentário National Gallery (7,25). O pior filme do mês foi The Possession of Michael King (3,00), tendo recebido inclusive uma nota 0. Actualmente, o top de 2015 do CCOP é liderado pelo filme de animação japonês The Tale of The Princess Kaguya (8,82).

O top completo pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.

sábado, 30 de maio de 2015

Animação "The Tale of Princess Kaguya" lidera top de Abril do CCOP


Os membros do Círculo de Críticos Online Portugueses atribuíram a nota média de 8,82 em 10 ao filme The Tale of Princess Kaguya, do japonês Isao Takahata (Grave of the Fireflies). O filme de animação lidera, além do top de Abril, o top anual, à frente do israelita Gett.

Na segunda posição surgiu o documentário The Salt of the Earth - nomeado ao Óscar 2015 de Melhor Documentário - com a nota média de 8,00 e entrada directa na décima posição de 2015. O pódio encerra com a estreia de Alex Garland na realização: Ex Machina recebeu a nota de 7,83.

Conheça o top completo no blogue oficial do CCOP.

sábado, 16 de maio de 2015

Israelita "Gett" é o líder do top de Março de 2015 do CCOP


O filme israelita Gett: The Trial of Viviane Amsalem é o líder do top de Março de 2015, votado pelos membros do Círculo de Críticos Online Portugueses. Com a nota média de 8,67 em 10, o filme é também o líder do ano cinematográfico em Portugal, superando os 8,43 de A Most Violent Year (votados em Fevereiro). 

Na segunda posição do mês (e também do ano) surge agora também Leviathan. A produção russa recebeu a classificação de 8,60, valor acima dos 7,86 conseguidos por Elena (também de Andrey Zvyagintsev) no ano de 2012. O top 3 termina com o derradeiro filme do cineasta japonês Hayao Miyazaki, The Wind Rises, com 8,25. Abaixo fica o documentário vencedor do Óscar 2015, Citizenfour, com 8,09.

O top completo, que inclui as reposições de alguns dos filmes do italiano Roberto Rossellini, pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

"A Most Violent Year" foi eleito o melhor filme de Fevereiro pelo CCOP


O Círculo de Críticos Online Portugueses elegeu A Most Violent Year como o melhor filme estreado comercialmente em Portugal durante o mês de Fevereiro. O filme de J.C. Chandor recebeu a nota média de 8,43 colocando-o na liderança anual e superando a nota alcançada pelo seu anterior filme, All Is Lost, aquando a sua estreia em Portugal (os então membros do colectivo atribuíram-lhe a média de 7,50).

Paul Thomas Anderson ficou-se pela segunda posição com Inherent Vice. O filme recebeu a nota de 7,69 em 10, valor inferior aos 8,00 que The Master tinha recebido do CCOP, o ano passado. O pódio completou com Relatos salvajes, polémico filme argentino e nomeado ao Óscar 2015 de Melhor Filme Estrangeiro, que foi classificado com 7,44.

O top completo pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.

terça-feira, 12 de maio de 2015

"Whiplash" foi o melhor filme de Janeiro para o CCOP


Whiplash, vencedor dos Óscares 2015 nas categorias de Melhor Actor Secundário, Melhor Montagem e Melhor Mistura de Som, foi considerado o melhor filme estreado comercialmente em Portugal durante o mês de Janeiro. A votação foi feita pelos membros do Círculo de Críticos Online Portugueses que lhe atribuíram a nota média de 8,25 e que permitiu ao filme superar a classificação do vencedor do Óscar 2015 de Melhor Filme.

Birdman ocupa assim a segunda posição da tabela (embora tenha conseguido seis ocorrências de notas 10), com 8,22 em 10 possíveis. Já a Palma d'Ouro 2014, Winter Sleep, foi o terceiro lugar do pódio, com classificação de 7,60. Mortdecai finaliza o top mensal, com a pior classificação do mês: 2,83.

Conheça o top completo no blogue oficial do CCOP.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Retrospectiva 2014: Os melhores e piores do ano

O Split Screen apresenta os seus tops referentes ao ano cinematográfico de 2014 em Portugal, pelo ponto de vista dos seus dois redactores. Para a elaboração destas listas não foram visualizados todos os filmes estreados comercialmente durante o ano.

Os Melhores



Carlos Antunes
-  O Lobo de Wall Street
-  12 Anos Escravo
-  Her - Uma História de Amor
-  Nebraska
-  Grand Budapest Hotel
-  Debaixo da Pele
-  E Agora? Lembra-me
-  Mr. Turner
-  Cavalo Dinheiro
-  Locke




Tiago Ramos
  1. 12 Anos Escravo
  2. O Congresso
  3. A Emigrante
  4. Quanto Tudo Está Perdido
  5. Her - Uma História de Amor
  6. Nebraska
  7. O Homem Duplicado
  8. E Agora? Lembra-me
  9. Nightcrawler - Repórter na Noite
10. Lições de Harmonia



Os Piores



Carlos Antunes
- Mil e Uma Maneiras de Bater as Botas
- Transformers: Era da Extinção
- Transcendence
- Sin City: Mulher Fatal
- Grace de Mónaco
- Serena



Tiago Ramos

- Sex Tape - O Nosso Vídeo Proibido
- Golpada Americana
- Lucy
- Serena


Os Desapontamentos



Carlos Antunes
- Noé
- Gone Girl
- Godzilla
- Interstellar
- Jersey Boys



Tiago Ramos

- Um Segredo do Passado
- Ninfomaníaca - Parte 1
- The Monuments Men - Caçadores de Tesouros
- Noé
- Magia ao Luar

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

"Boyhood" é o melhor filme de Novembro para o CCOP


Os críticos online portugueses não permanecem alheios ao fenómeno Boyhood e consideraram-no o melhor filme estreado nos cinemas portugueses durante Novembro de 2014. Com a nota média de 8,60 dá entrada directa na terceira posição do TOP 2014 do colectivo. 

Nightcrawler recebeu trinta e uma décimas a menos, ocupando a segunda posição da tabela (com 8,29) e o décimo lugar do top do ano. O top do mês de Novembro encerra com a produção italiana Viva la libertà, com nota de 8,00. A lista completa pode ser consultada no blogue oficial do Círculo de Críticos Online Portugueses.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

American Film Institute divulga lista dos melhores filmes e séries de 2014

O American Film Institute (AFI) revelou o seu habitual top anual com os melhores filmes e séries do ano. O ano passado, sete dos dez indicados foram nomeados ao Óscar de Melhor Filme. Este ano as ausências mais notadas em cinema foram Gone Girl, The Theory of Everything (este era inelegível por ser de produção britânica) ou The Grand Budapest Hotel. Em televisão, destaque para a presença de quatro comédias (contra as duas do ano anterior).

CINEMA

  • American Sniper
  • Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
  • Boyhood
  • Foxcatcher
  • The Imitation Game
  • Interstellar
  • Into the Woods
  • Nightcrawler
  • Selma
  • Unbroken
  • Whiplash


TELEVISÃO

  • The Americans
  • Fargo
  • Game of Thrones
  • How To Get Away With Murder
  • Jane the Virgin
  • The Knick
  • Mad Men
  • Orange Is the New Black
  • Silicon Valley
  • Transparent

sábado, 29 de novembro de 2014

"P'tit Quinquin" é o melhor filme de 2014 para a Cahiers du Cinéma


A revista Cahiers du Cinéma revelou o seu top 10 cinematográfico referente ao ano de 2014. Os críticos de cinema da revista elegeram P'tit Quinquin, de Bruno Dumont, como o melhor filme do ano. A produção sucede a L'inconnu du lac, vencedor de 2013.

  1. P'tit Quinquin, de Bruno Dumont
  2. Adieu to langage, de Jean-Luc Godard
  3. Under the Skin, de Jonathan Glazer
  4. Maps to the Stars, de David Cronenberg
  5. The Wind Rises, de Hayao Miyazaki
  6. Nymphomaniac, de Lars von Trier
  7. Mommy, de Xavier Dolan
  8. Love Is Strange, de Ira Sachs
  9. Le Paradis, de Alain Cavalier
10. Our Sunhi, de Hong Sang-soo

"Cavalo Dinheiro", de Pedro Costa, na lista dos melhores do ano para a Sight & Sound


O filme Cavalo Dinheiro, do cineasta português Pedro Costa, figura na terceira posição da lista de melhores filmes do ano 2014 da revista Sight & Sound. No topo da lista surge Boyhood, de Richard Linklater.

 1. Boyhood, de Richard Linklater
 2. Adieu to langage, de Jean-Luc Godard
 3. Leviathan, de Andrey Zvyagintsev
 3. Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa
 5. Under the Skin, de Jonathan Glazer
 6. The Grand Budapest Hotel, de Wes Anderson
 7. Winter Sleep, de Nuri Bilge Ceylan
 8. The Tribe, de Myroslav Slaboshpytskiy
 9. Ida, de Pawel Pawlikowski
 9. Jauja, de Lisandro Alonso
11. Mr. Turner, de Mike Leigh
11. National Gallery, de Frederick Wiseman
11. The Wolf of Wall Street, de Martin Scorsese
11. Whiplash, de Damien Chazelle
15. The Duke of Burgundy, de Peter Strickland
16. Birdman, de Alejandro González Iñarritú
16. Deux Jours, Une Nuit; de Jean-Pierre Dardenne & Luc Dardenne
18. Citizenfour, de Laura Poitras
18. The Look of Silence, de Joshua Oppenheimer
18. The Wind Rises, de Hayao Miyazaki

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

CCOP elege "Gone Girl" como o melhor filme de Outubro em Portugal


O Círculo de Críticos Online Portugueses elegeu Gone Girl como o melhor filme estreado em Portugal durante o mês de Outubro. O filme de David Fincher recebeu a classificação média de 8,25 em 10, tendo sido ainda aquele que obteve maior amostragem e a maior nota individual. A adaptação cinematográfica do romance de Gillian Flynn ocupa a nona posição do top 10 de 2014.

Pontuações mais modestas tiveram os filmes que compuseram o restante pódio: Frank foi classificado com 7,67 e o derradeiro filme de Alain Resnais recebeu a nota média de 7,40. Além de Amar, Beber e Cantar, no mesmo mês estreou ainda Vocês Ainda Não Viram Nada! também do realizador francês, ocupando a quarta posição (7,33).

O pior filme do mês foi Tartarugas Ninja: Heróis Mutantes (3,38). Conheça o top completo no blogue oficial do CCOP.

sábado, 18 de outubro de 2014

"Os Maias" lidera o top de Setembro do CCOP


O filme Os Maias - Cenas da Vida Romântica, de João Botelho, foi o filme com melhor classificação por parte dos membros do Círculo de Críticos Online Portugueses. Durante a votação entre os filmes estreados em Portugal durante o mês de Setembro, o filme foi classificado com a nota 8,00; sendo ainda o filme com a maior nota individual (uma ocorrência de nota 9). Ainda assim, o filme não conseguiu integrar o top 10 do ano. Este é o segundo mês consecutivo que uma produção nacional liderou o top mensal, depois de E Agora? Lembra-me ter sido o preferido de Agosto.

Jersey Boys, de Clint Eastwood e Magia ao Luar, de Woody Allen; completam o pódio de Setembro, com classificações de 6,75 e 6,63; respectivamente. O top completo pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

"E Agora? Lembra-me" é o melhor filme de Agosto para o CCOP


Vencedor do Prémio Especial do Júri e FIPRESCI no Festival de Locarno 2013, o documentário português E Agora? Lembra-me foi classificado pelo Círculo de Críticos Online Portugueses como o melhor filme estreado em Portugal durante Agosto. Com a classificação de 8,33; o filme de Joaquim Pinto ocupou também a sétima posição do ano - é ainda o segundo filme português com a melhor classificação de sempre no CCOP (Tabu foi votado com 8,89). De recordar que o filme foi recentemente escolhido pela Academia Portuguesa de Cinema como representante português aos Óscares 2015, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

O CCOP votou Ilo Ilo como o segundo melhor de Agosto, com a nota de 7,38; enquanto que Guardians of the Galaxy ficou-se pela terceira posição, com 7,17. O top completo pode ser consultado no blogue oficial da iniciativa.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

"Ida" foi o filme de Julho para o CCOP


O filme Ida, candidato polaco ao Óscar 2015 de Melhor Filme Estrangeiro, foi considerado o melhor filme de Julho para o Círculo de Críticos Online Portugueses. Com a nota média de 8,63 em 10, o filme ocupa a segunda posição no top de melhores filmes do ano para o colectivo de críticos, imediatamente abaixo de 12 Years a Slave (8,72).

Na segunda posição, mas com um resultado mais modesto, está The Immigrant. O regresso de James Gray ao cinema não convenceu por inteiro, sendo considerado o filme mais controverso do mês (com uma diferença de seis pontos entre as notas máxima e mínima) e uma classificação média de 7,64. No terceiro lugar ficou-se Snowpiercer, do sul-coreano Joon-ho Bong, com 7,62. O pior filme do mês foi Hercules, com 4,50.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Os melhores filmes do primeiro semestre de 2014


  1. 12 Anos Escravo, de Steve McQueen
  2. Quando Tudo Está Perdido, de J.C. Chandor
  3. Nebraska, de Alexander Payne
  4. O Acto de Matar, de Joshua Oppenheimer
  5. O Homem Duplicado, de Denis Vileneuve
  6. Lições de Harmonia, de Emir Baigazin
  7. O Congresso, de Ari Folman
  8. Tom na Quinta, de Xavier Dolan
  9. O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese
  10. Uma História de Amor, de Spike Jonze
  11. Debaixo da Pele, de Jonathan Glazer
  12. Gloria, de Sebastián Lelio
  13. Obediência, de Craig Zobel
  14. A Imagem Que Falta, de Rithy Pahn
  15. Em Segredo, de Charlie Stratton
  16. Capital Humano, de Paolo Virzì

terça-feira, 29 de julho de 2014

"Tom à la ferme" lidera o top de Junho do CCOP


O Círculo de Críticos Online Portugueses votou nos filmes estreados comercialmente estreados em Portugal durante o mês de Junho, colocando Tom à la ferme, do canadiano Xavier Dolan, na liderança do mês, com uma classificação de 7,89 em 10.

A segunda posição do mês foi também ocupada por um cineasta canadiano, Denis Villeneuve, com a sua adaptação cinematográfica de O Homem Duplicado, do Nobel português José Saramago. Enemy foi classificado a nota de 7,88; tendo sido considerando ainda o filme mais controverso do mês (com uma diferença de 5 pontos entre a nota máxima e a nota mínima) e o filme mais popular (com uma amostragem de 88%):

O pódio finaliza-se com a animação How To Train Your Dragon 2. Com a nota média de 7,67; o filme torna-se ainda animação melhor classificada do ano, até ao momento. O pior filme do mês foi The Quiet Ones, com nota 4,00.

O top completo pode ser consultado no blogue oficial do CCOP.

domingo, 30 de março de 2014

"12 Years of Slave" foi o preferido de Janeiro para os membros do CCOP


12 Years a Slave foi o filme com melhor classificação atribuída pelos membros do Círculo de Críticos Online Portugueses, no top de Janeiro de 2014. O vencedor do Óscar 2014 de Melhor Filme recebeu a nota média de 8,72 em 10; colocando-o no top 10 dos filmes vencedores do Óscar.

O top mensal completou-se com The Wolf of Wall Street, com média de 8 e Dallas Buyers Club, com 7,59. O pior filme foi Silent House (5,20), no top de Janeiro que pode ser consultado no blogue oficial do grupo.