Mostrar mensagens com a etiqueta Netflix. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Netflix. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de setembro de 2021

Os Dois Papas, por Eduardo Antunes


Título original: The Two Popes (2019)
RealizaçãoFernando Meirelles
ArgumentoAnthony McCarten
Elenco: Anthony Hopkins, Jonathan Pryce, Juan Minujín
 
Tentativa bem delineada de dar a conhecer de forma mais pessoal a relação entre duas pessoas que à partida não se permitem serem vistas como mais que marcos da instituição que representam, The Two Popes acaba por falhar na forma como pretende apontar os erros subjacentes ao surgimento da relação em causa.

domingo, 10 de maio de 2020

Sex Education - Temporadas 1 e 2, por Eduardo Antunes


Ainda que a sua premissa sugira o contrário, numa abordagem totalmente livre da temática do sexo que se torna central no nosso acompanhamento das inúmeras personagens, principais e secundárias, Sex Education encontra-se longe de quebrar ou subverter inteiramente os paradigmas deste género de séries direccionadas (em princípio) a um público adolescente, por não se inclinar inteiramente sobre os elementos que efectivamente traz com interesse para uma discussão mais ampla sobre a sexualidade.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Primeiro teaser para quarta temporada de "Stranger Things"


Foi revelado um primeiro vídeo promocional para a quarta temporada de Stranger Things:


Depois dos acontecimentos fatídicos do final da terceira temporada, e no seguimento da cena durante os créditos finais do último episódio, temos a confirmação do regresso da personagem de Jim Hopper (David Harbour), revelado num campo de trabalhos na Rússia.

A quarta temporada de Stranger Things estreia no Netflix, ainda sem data prevista

domingo, 9 de fevereiro de 2020

The Witcher - Temporada 1, por Eduardo Antunes


Título original: The Witcher (2019– )
Criadores: Lauren Schmidt
Elenco: Henry Cavill, Freya Allan, Anya Chalotra, Joey Batey, MyAnna Buring, Jodhi May, Wilson Radjou-Pujalte, Mimi Ndiweni, Lars Mikkelsen, Eamon Farren, Anna Shaffer

Entendo o potencial do que tenha atiçado o interesse dos seus expectadores, mais que não seja pela oferta de um inteiro universo de fantasia repleto do mesmo género de elementos "adultos" que Game of Thrones oferecia. Ironicamente, o problema do início desta série será o mesmo do final dessa outra, apressado e inexplicavelmente desconexo de qualquer entendimento conciso e consistente dos seus protagonistas. 

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Klaus, por Eduardo Antunes


Título original: Klaus (2019)
Realização: Sergio Pablos
Argumento: Zach Lewis, Jim Mahoney, Sergio Pablos

Klaus é tanto um filme para crianças se maravilharem como é um filme para relembrar adultos da sua juventude, inocência, da esperança que ainda retenham no seu âmago. É tanto um filme que fala sobre um mito do Natal como uma narrativa que demonstra a verdadeira natureza da época que retrata, a mensagem inerentemente humanista que todos devemos desta época retirar, cujo invólucro animado está embebido na nossas memórias e tradições sem, apesar disso, se sentir menos refrescante e moderno.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Novo trailer para "The Witcher"


Foi revelado um novo trailer para The Witcher, série televisiva baseada nos romances de fantasia do mesmo nome do escritor polaco Andrzej Sapkowski, mais conhecidos pelas suas adaptações ao formato de videojogos:


Adaptada à televisão por Lauren Schmidt (produtora de Daredevil e The Umbrella Academy), a história acompanha a personagem de Geralt de Rivia (Henry Cavill), um caçador de monstros que se vê obrigado a adaptar-se a um mundo que o vê como um desses mesmos monstros.

The Witcher estreia no serviço de streaming Netflix no dia 20 de Dezembro de 2019.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Trailer de novo filme de Michael Bay para Netflix


Foi revelado trailer para 6 Underground, o próximo filme realizado por Michael Bay (Bad Boys, Armageddon, Tranformers) e protagonizado por Ryan Reynolds (Deadpool, Buried), que será lançado no serviço Netflix:


Numa altura em que as sequências de acção nos filmes de Hollywood dependem cada vez mais nos efeitos visuais criados por computador, seja por uma questão das possibilidades que oferecem ou por questões de poupança de tempo e dinheiro, é tão agradável ver Michael Bay a regressar ao que sempre caracterizou os seus filmes para além da série Transformers, quanto desapontante saber que não poderemos inteirar a escala deste seu filme num grande ecrã, depois de outros como Hobbs & Shaw terem tido essa possibilidade. 

6 Underground estreia no Netflix dia 13 de Dezembro de 2019.

sábado, 28 de setembro de 2019

Novo trailer para "El Camino: Um Filme Breaking Bad"


Foi revelado o novo poster e trailer oficial para El Camino: A Breaking Bad Movie, filme passado após o final da série Breaking Bad:


El Camino: Um Filme Breaking Bad estreia no serviço de streaming Netflix no dia 11 de Outubro de 2019.

Leia também:

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Trailer para a segunda temporada de "Disenchantment"

Foi revelado o trailer para a segunda temporada de Disenchantment, série de animação estreada no ano passado em streaming no Netflix:


De Matt Groening, criador original da série The Simpsons, a série acompanha as desventuras da princesa Tiabeanie no seu reino, Dreamland, quando conhece o demónio Luci, e Elfo.


Depois da primeira temporada ter terminado com um final em aberto, a segunda temporada irá focar-se na tentativa de "resgatar" Elfo do Céu, depois da sua vida ter sido trocada pela da mãe de 'Bean', rainha de Dreamland, que parece não ter os intuitos mais afortunados para o reino.

A segunda temporada de Disenchantment estreia no Netflix no dia 20 de Setembro de 2019.

domingo, 25 de agosto de 2019

Primeiro teaser trailer de filme "Breaking Bad"


Foi revelado o poster oficial e teaser para El Camino: A Breaking Bad Movie, filme inscrito no universo da série Breaking Bad:


Tinha já circulado a notícia de que haveria um filme que descreveria os eventos após o final da série em 2013, que viu Jesse Pinkman (Aaron Paul) escapar aos eventos fatídicos ocorridos no último episódio, tendo sido agora revelada a data de lançamento. O filme conta com o regresso de Vince Gilligan, criador original da série e seu spin-off/prequela Better Call Saul, como argumentista e realizador.

El Camino: A Breaking Bad Movie estreia no serviço de streaming Netflix no dia 11 de Outubro de 2019.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Stranger Things - Temporada 3, por Eduardo Antunes

https://splitscreen-blog.blogspot.com/2019/08/stranger-things-temporada-3-por-eduardo.html

Título originalStranger Things (2016– )
CriadoresMatt Duffer, Ross Duffer

É engraçado que a frase que vende esta temporada demonstra que num pequeno período tudo pode mudar. E de facto verifica-se uma mudança substancial no que nos cativou na temporada de estreia, sem que se dediquem inteiramente a isso, tentando inteligentemente contrariar uma estagnação que se reconhece em diversas outras estórias serializadas, mas mantendo inexplicavelmente um pé na estrutura original, desfasada da acção diferenciada que pretendem inserir na série.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Mogli: A Lenda da Selva, por Eduardo Antunes


Título original: Mowgli: Legend of the Jungle (2018)
RealizaçãoAndy Serkis
ArgumentoCallie Kloves

É de facto um infortúnio que Serkis tenha decidido lançar-se na adaptação desta história ao mesmo tempo que a Disney fez a passagem para "imagem real" da sua própria adaptação de 1967. E, ainda que o tom e a narrativa deste incluam elementos aparentemente mais próximos do livro original, talvez por esse mesmo facto não tivesse sido uma boa aposta incluir este filme nos cinemas.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Mudbound - As Lamas do Mississípi, por Carlos Antunes



Título original: Mudbound
Realização: Dee Rees
Argumento: Virgil WilliamsDee Rees
Elenco: Carey MulliganGarrett HedlundJason Clarke, Mary J. Blige


A necessidade de expressar os paralelos e as contradições entre famílias brancas e negras da classe mais pobre na América interior continua a ser premente neste início do século XXI, como a situação política bem demonstra.
Entende-se a aspiração a abordar os anos 1930 e 40 na forma de um épico que ressoe na consciência da actualidade.
Um épico que atravessa a Grande Depressão e a II Guerra Mundial apontado a um sentido de intimidade que possa tocar o público.
Daí o foco na amizade entre dois heróis de guerra tratados de forma oposta no seu regresso a casa. Amizade que contradiz o histórico entre as suas duas famílias e as regras sociais do Mississípi.
O traçado de um drama antigo e que continuará, será inevitável, a ser comum. Aqui focado em dois homens que ajudam a trazer para diante dois grandes temas, o stresse pós-traumático e o racismo - sobretudo este!
Ousar um discurso sobre tais temas por via de um microcosmos assim estreitado traz um perigo, resvalar para o melodrama restrito daqueles personagens.
A ele sucumbe o filme, um longo melodrama pincelado pelos acontecimentos que lhe dão um Tempo, sem o imergir na sua representação.
Sente-se que, em parte, o problema vem da vontade de falar do Presente por via do Passado e, assim, não poder Dee Rees arriscar que uma recriação intensa daquele mundo se sobreponha ao entendimento da sua palestra.
Culpa maior vem da construção dos personagens, todos eles transformados em marcos para dar forma ao melodrama e para marcar o fundo cultural da história.
O soldado negro regressado que perde a dignidade e o reconhecimento que vivera na Europa. O soldado regressado que se embebeda para esquecer os horrores da morte e é olhado como um fraco. A mulher inteligente reduzida a ser apêndice da vontade do marido. O homem determinado que faz face às dificuldades pela casmurrice e a força de braços. O velho racista que nem perante a evidência da sua pobreza perde a sua arrogância. O pai negro que acredita em resgatar a família àquela sociedade por via da obediência e do trabalho.
Serão identidades verdadeiras e abundantes daqueles anos, mas são lugares-comuns da ficção. Sobretudo se não lhes são dadas cenas onde as suas linhas definidoras possam mostrar as suas matizes ou os seus extremos.
Os actores estão no filme sem que alguma exigência lhes seja feita. Por isso se nota que, mesmo havendo quem sinta os temas, nada consegue entregar ao filme.
Dee Rees trata-os como trata os cenários, elementos de sinalização sem uma identidade a contribuir para a construção da obra. Mesmo as lamas não metafóricas do título são raras e pouco convincentes como símbolo da captura que todas as personagens sentem naquele estado americano.
Aquilo em que tudo se afunda é a narração omnipresente com que a realizadora tenta dar gravitas ao filme e que trai as suas origens livrescas. A nomeação ao Oscar de Melhor Argumento Adaptado é pouco menos que um absurdo.
Aquelas décadas continuam a ter ensinamentos a prestar à população americana - "branca" - para que, hoje, deixe de reforçar um século de conflitos nascidos de uma desigualdade que nunca parece ter existido.
Não será, decerto, este filme a conseguir fazê-lo, incapaz de se elevar da lama formada pela combinação da historieta central com a transversal negação de uma identidade aos nela envolvidos.




quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

O Paradoxo Cloverfield, por Eduardo Antunes

https://splitscreen-blog.blogspot.com/2018/02/o-paradoxo-cloverfield-por-eduardo.html

Título original: The Cloverfield Paradox (2018)
RealizaçãoJulius Onah
ArgumentoOren UzielDoug Jung

A grande pergunta com que saímos da visualização de The Cloverfield Paradox é se, em qualquer circunstância, poderiam a mera promessa de atar as pontas soltas de um franchise que ninguém pediu, e a falta de pagamento de uma taxa de entrada numa sala de cinema, ser suficientes para valer o esforço de gastar o nosso tempo num tal empreendimento sem qualquer recompensa.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Review: Please Like Me - Temporada 1

Por Joaquim Silva.

"You know that I'm greedy for love."


A adolescência é difícil. A puberdade manifesta-se, as hormonas tomam conta do físico e, sem que nada possa ser feito, alteram para sempre o psicológico. Sim, o plano de existência superior, metafísico, transcendente, aquele que atribuímos à personalidade, à cognição, ao zodíaco, enfim, a tudo menos às hormonas, é inquestionavelmente moldado (também) por elas. Mas e depois, quando se entra na idade adulta? Temos tudo resolvido ou a vida cada vez se complica mais?

Please Like Me aborda a vida de Josh, um jovem de 20 anos, que, pelo que se percebe, não estuda nem trabalha, mantém uma relação com Claire, é o melhor amigo de Tom e não gosta da namorada deste, Niamh. Abruptamente, Claire tem a epifania que Josh é gay, acaba com ele e destrói o seu pequeno mundo de tudo simples.

Ancorada numa formula simples, mas (extremamente) eficaz de comédia moderna, sem faixas de riso e sem situações inconcebíveis ao comum mortal, Please Like Me explora a redescoberta de Josh da sua vida, do ambiente que o rodeia, dos seus sentimentos em relação ao divórcio dos pais e tentativas de suícidio da mãe, e mais que tudo, das suas próprias necessidades de aceitação. É uma insuportavelmente leve e adequada metáfora da condição humana mais elementar: a vida em grupo. Josh revela-se um jovem emocionalmente fragilizado, infantil por vezes, e ingénuo ao efeito que a sua frieza e distância criam nos que o rodeiam - insegurança e exclusão. Assim, na sua busca pelo seu lugar, Josh acaba por forçar todos a repensarem os seus, desde Tom (que não consegue terminar com Niamh), a Geoffrey (o "namorado" demasiado bem resolvido de Josh), até Rose e Adam.

Apesar da sua orientação cómica, Please Like Me também lida com temas sensiveis, como a depressão nos mais velhos, a redefinição da orientação sexual e o processo de coming out - uma das cenas mais despretensiosas é a de Geoffrey a verbalizar que Josh é gay para a sua família, algo que o próprio ainda não havia feito.

Assim, Please Like Me é mais uma série que lida com a descoberta do eu - em todas as vertentes - e da sua influência no ambiente que o rodeia. A expressão de liberdade em Please Like Me é audivelmente muda, pois os limites de cada um são a cada momento manobrados para encaixar o outro, sem que seja necessário denotá-lo - assume-se esse fenómeno como natural.


ABC 2 / Netflix

Temporada 1

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Netflix renova "Love" e "The OA"


O serviço de streaming Netflix anunciou a renovação de duas das suas séries originais. Love, com produção de Judd Apatow, foi renovado para uma terceira temporada, semanas antes da estreia da segunda temporada da série (a 10 de Março). Esta segue o relacionamento conturbado de Gus (Paul Rust) e Mickey (Gillian Jacobs) à medida que navegam entre as excitações e humilhações da intimidade, comprometimento, amor e outras coisas que ambos tentam evitar.

The OA, a série-surpresa de ficção-científica criada por Zal Batmanglij (Sound of M Voice) e Brit Marling (Another Earth), foi também renovada para uma segunda temporada. Na série seguimos a história de uma jovem cega, Prairie, que regressa a casa depois de sete anos desaparecida - mas a sua visão foi restaurada e agora pede que a chamem de "OA".

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Trailer da terceira temporada de "Black Mirror"


Depois de ter recuperado a série antológica Black Mirror, o Netflix revelou agora o trailer da sua terceira temporada:


A temporada será composta por seis episódios, cada um representando uma realidade diferente na qual as convenções do mundo digital são questionadas. Rashida Jones (Celeste & Jesse Forever), Dan Trachtenberg (10 Cloverfield Lane) e Mike Schur (Parks and Recreation) são alguns dos argumentistas da temporada, que conta ainda com os actores Bryce Dallas Howard (Jurassic World), Gugu Mbatha-Raw (Belle), Mackenzie Davis (Halt and Catch Fire), Jerome Flynn (Game of Thrones) e Kelly MacDonald (Boardwalk Empire), entre outros.

A terceira temporada de Black Mirror estará disponível no Netflix a 21 de Outubro.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Netflix renova "Narcos" para duas novas temporadas


O site de streaming anunciou a renovação de Narcos para duas novas temporadas, a terceira e quarta da produção. As duas primeiras temporadas seguem a trajectória do traficante de droga Pablo Escobar (Wagner Moura) e os esforços dos governos norte-americano e colombiano para prendê-lo.

Para as novas temporadas, a série manter-se-á na trajectória do tráfico de droga na América Latina, podendo chegar até aos dias actuais. José Padilha continuará como produtor executivo, enquanto que Eric Newman assume o lugar de showrunner, deixado vago por Adam Fierro após a segunda temporada.

A terceira temporada de Narcos estreará em 2017, desconhecendo-se o número de episódios encomendados.

domingo, 4 de setembro de 2016

Netflix renova "Stranger Things" para uma segunda temporada


O site de streaming Netflix anunciou a renovação de Stranger Things para uma segunda temporada, depois do público e crítica ter-se rendido à série de Matt Duffer e Ross Duffer.

A história situa-se numa zona interior de Indiana, na década de 1980, quando Will (Noah Schnapp), um menino de doze anos, desaparece. A série utiliza diversas referência de produções cinematográficas e televisivas dos anos 80, ligadas ao público infanto-juvenil e fãs de terror. Para a segunda temporada, os criadores planeiam uma narrativa ainda mais sombria.

Stranger Things regressa para uma segunda temporada em 2017, composta por nove episódios.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Alison Brie protagoniza série de Jenji Kohan sobre liga de wrestling feminina


Depois do enorme sucesso de Orange is the New Black, Jenji Kohan prepara uma nova série de comédia para o Netflix, também focada em mulheres.

Alison Brie (Community) foi a escolhida para protagonizara série baseada na GLOW, uma liga femina de wrestling dos anos 80, que tinha o programa Gorgeous Ladies of Wrestling, como competidor da antiga World Wrestling Federation (agora, WWE).

Com Jenji Kohan como produtora executiva, G.L.OW. é criada por Liz Flahive (Nurse Jackie) e Carly Mensch (Weeds), tendo recebido encomenda de dez episódios para a primeira temporada.