sexta-feira, 3 de abril de 2009

Fringe - que grandes questões serão respondidas?

Os produtores de Fringe falaram mais uma vez do que está para vir e sobre que grandes perguntas veremos respondidas até ao fim da primeira temporada de Fringe.

Após várias tentativas de fazer os códigos HTML funcionar, consegui finalmente introduzir uma nova funcionalidade no blogue: esconder spoilers. Assim quem os quiser ler só tem de clicar em "Ler spoilers".


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O Padrão

As perguntas:
- Por que é que o Padrão está a acontecer?
- O que está a causar tudo isto?
- O que é o Padrão?

O que vamos ficar a saber:
Essencialmente, nada de concreto. As respostas às mais pertinentes perguntas sobre o Padrão demorarão ainda bastante tempo a chegar, e quase de certeza não chegarão nesta temporada. Contudo, várias outras pistas dadas por revelações relacionadas com outras personagens estarão relacionadas com estas.

O Observador

As perguntas:
- Quem é o Observador?
- De que faz parte o Observador?
- Quantos existem?
- Qual é a sua função?

O que vamos ficar a saber:
Até ao fim da temporada ficaremos a saber sobre aquilo de que o Observador faz parte e qual a sua função no meio de tudo o que se tem passado. Quanto à sua identidade não teremos grandes revelações, mas sabendo do que faz parte, certamente teremos uma melhor ideia do que poderá ser. Quanto ao número de Observadores não existe nada em concreto, mas parece que serão revelados mais, incluindo uma mulher.

Olivia

As perguntas:
- Porque foi Olivia escolhida para a equipa de Broyles?
- A relação entre Olivia e Peter vai evoluir?
- O que aconteceu no passado com Olivia?
- Qual a capacidade de Olivia que começámos agora a desvendar?

O que vamos ver respondido:
Tudo. Ou pelo menos um começo de tudo. Ficaremos a saber mais sobre o seu passado, o que se passou com ela e o que lhe fizeram, assim como a justificação para a sua entrada na equipa (será a mesma?). Quanto a Olivia e Peter, os produtores quiseram deliberadamente formar um obstáculo entre eles no início da série usando John Scott, mas a partir do episódio 13 muito mudou.

As relações entre as personagens

A pergunta:
- As personagens principais estavam ligadas no passado?

O que vamos ficar a saber:
Como parece lógico por esta altura, sim, existia uma ligação passada entre algumas das personagens e vamos ficar a saber mais sobre essas relações e o que as envolvia.

William Bell

As perguntas:
- Ficaremos a saber quem é?
- Irá aparecer nesta temporada?
- Iremos saber mais sobre o seu passado?

O que vamos ficar a saber:
Um pouco de tudo, mas claro, dentro dos limites de Fringe. Quanto à sua aparição, provavelmente está reservada para o último episódio, pois há muito que se falava da contratação e um actor com cerca de 60 anos para um papel no último episódio e que se tornaria personagem fixa na segunda temporada, sendo essa personagem um antigo colega de Walter.


E para finalizar, os nomes dos últimos 6 episódios:
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15 - Inner Child
16 - Unleashed
17 - Bad Dreams
18 - Midnight
19 - The Road Not Taken
20 - There's More Than One Of Everything (alguém se recorda do duplicado de Walter que estava no manicómio no episódio The Equation?)



Inception



Inception despertou de imediato a curiosidade dada a realização e argumento da autoria de Christopher Nolan. Agora, segundo a Warner Bros., andam em negociações para que o trio Marion Cotillard (La Vie en Rose), Cillian Murphy (Breakfast on Pluto) e Ellen Page (Hard Candy) posssa integrar o elenco, juntamente com o já confirmado Leonardo DiCaprio.

O argumento de Inception encontra-se ainda no segredo dos deuses, sabendo-se apenas deverá cruzar os conceitos de ficção científica e as zonas mais obscuras da mente humana.

O filme deve estrear nos Estados Unidos a 16 de Julho de 2010.

O Drama de Wolverine



Era um dos filmes mais aguardados e considerado o blockbuster do ano. X-Men Origins: Wolwerine, com Hugh Jackman só chega ao grande ecrã americano no dia 1 de Maio e em Portugal a 30 de Abril deste ano. Mas as cópias ilegais já chegaram à Internet, num caso raro de divulgação antes da estreia.

Ainda antes da ciruculação, algumas críticas negativas chegaram a preocupar os estúdios da longa-metragem, mas agora a 20th Century Fox ficou furiosa quando o filme começou a circular por toda a web mundial. O filme já foi descarregado por 75 mil utilizadores e algumas críticas já começaram a ser divulgadas.

O filme divulgado ainda não está completo, faltando-lhe efeitos especiais e a música final do mesmo. Sem marca de água de estúdio, na cópia, datada de 2 de Marços de 2009, pode ver-se uma breve referência à Rising Sun Pictures, uma companhia de efeitos especiais que trabalhou no filme. No entanto, não foi sugerida qualquer ligação entre a empresa e a fuga.

A Fox está a tentar tirar o filme de circulação e encontrar os culpados, de forma a penalizá-los. De qualquer forma, a companhia conseguiu obter grande apoio dos fãs, que começaram a divulgar que o filme afinal era um vírus, como forma de dissuasão para o donwload ilegal.

Acreditam que esta divulgação vai penalizar em grande escala a receita que o filme poderá obter ou, pelo contrário, vai contribuir para a sua popularidade?

Inglourious Basterds a competir em Cannes



Já está confirmado. O mais recente filme de Quentin Tarantino, Inglourious Basterds vai entrar na competição da próxima edição do Festival de Cannes.

O realizador já não é estreante em Cannes. Em 1992, apresentou Reservoir Dogs, na Quinzena dos Realizadores e em 1994 ganhou a Palma de Ouro, por Pulp Fiction. Mais recentemente, presidiu o júri do festival, ao mesmo tempo que apresentou uma versão longa de Kill Bill. Em 2007, entrou em competição com o seu Death Proof.

Inglourious Basterds conta com Brad Pitt (Burn After Reading), (Diane KrugerTróia), Mike Myers (Austin Powers), Daniel Brühl (The Bourne Ultimatum), Eli Roth (Death Proof), Samm Levine (Freaks and Geeks), B.J. Novak (The Office US), Til Schweiger (Les Dalton), Mélanie Laurent (Paris), Christoph Waltz, Gedeon Burkhard, Paul Rust (Psycho Sleepover), Michael Bacall, Omar Doom, Sylvester Groth, Julie Dreyfus, Jacky Ido, August Diehl, Martin Wuttke, Richard Sammel, Christian Berkel, Sönke Möhring, Michael Fassbender (300), Rod Taylor, Denis Menochet e Cloris Leachman. Mais recentemente foi revelada também a presença de Samuel L. Jackson, que depois de Pulp Fiction, Jackie Brown e Kill Bill volta a colaborar com Quentin Tarantino, desta vez como narrador. A juntar a este nome de peso, surge também a actriz chinesa Maggie Cheung (Clean).

Inglourious Basterds estreia a 27 de Agosto nos Estados Unidos.

Sequelas

O presidente dos estúdios da Sony confirmou, durante a convenção anual da indústria as sequelas de Os Caça-Fantasmas e Homens de Negro.


Segundo indicações recentes, é provável que os actores Bill Murray, Harold Ramis e Dan Aykroyd voltem a protagonizar o terceiro filme dos Ghost Busters. Calcula-se que Ivan Reitman voltará a ser convidado para o projecto.

Quanto a Homens de Negro, apesar de confirmado o terceiro filme, ainda não tem argumentista, nem se sabe ainda se Will Smith voltará a fazer parte do elenco. Provavelmente o motivo de tal dúvida, prender-se-á com os maus resultados obtidos pelo segundo filme.

Sexo e a Cidade 2 ficou de imediato confirmado pela Universal, após o sucesso da primeira longa-metragem adaptada da série. A sequela já tem data marcada para 28 de Maio do próximo ano. Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis e Cynthia Nixon já foram confirmadas na sequela, bem como o argumentista e realizador Michael Patrick King. Jennifer Hudson também já confirmou a sua disponibilidade, se os produtores quiserem o seu regresso.

O primeiro filme de Sexo e a Cidade, conseguiu 308 milhões de euros de receita, a partir de um orçamento de sensivelmente 48 milhões.

Bruno - Red Band Trailer



Será provavelmente a maior polémica do ano até à data. Sacha Baron Cohen, conhecido por Borat e Ali G, tem dado que falar nos últimos meses por causa do novo filme Bruno: Delicious Journeys Through America for the Purpose of Making Heterosexual Males Visibly Uncomfortable in the Presence of a Gay Foreigner in a Mesh T-Shirt (algo como Jornadas pela América com o objectivo de fazer com que um homem heterossexual se sinta visivelmente desconfortável na presença de um desconhecido homossexual com uma t-shirt de rede)

Entre os propósitos do filme, o actor vai tentar fazer com que os homens heterossexuais americanos se sintam desconfortáveis, interpretando um jornalista de moda austríaco homossexual.

Mas a polémica surgiu também com a notícia de há algumas semanas atrás, quando se soube que a equipa de Ali G criou 31 empresas fictícias, de forma a levar várias pessoas a colaborar no filme ao engano, pensando tratar-se de um documentário alemão. A notícia gerou polémica entre as estrelas involuntárias que participaram no filme e que agora se queixam de exploração.

O Myspace revelou também agora um polémico Red Band Trailer do novo filme:


Bruno tem data de estreia prevista para Portugal a 11 de Junho de 2009.

DVD: As Horas, por Tiago Ramos



Título original: The Hours (2002)
Realização: Stephen Daldry
Argumento: Michael Cunningham e David Hare
Elenco: Nicole Kidman, Julianne Moore, Meryl Streep e Stephen Dillane

Estreado entre nós há cinco anos atrás, The Hours (As Horas) mereceu novo visionamento. Afinal, é por vezes, fora dos focos ou das polémicas que alguns filmes atingem o seu esplendor, quer seja por nos ser permitida uma reflexão maior ou por, simplesmente, nós próprios espectadores termos evoluído em personalidade e gostos.


As Horas é baseado num romance de Michael Cunningham com título homónimo e conta a história da escritora Virginia Woolf quando se encontra numa luta constante com o seu interior, ao escrever o seu primeiro grande romance. Esse romance vai inflenciar de alguma forma a vida de outras duas mulheres, uma dos anos 50, Laura Brown, que estando a passar por uma fase depressiva, lê o romance “Mrs. Dalloway” e considera-o tão revelador, que acaba por ponderar efectuar uma mudança devastadora na sua vida. Na actualidade, surge Clarissa Vaughan, a versão contemporânea da Mrs. Dalloway romanceada.

O filme acaba por nos iludir enquanto espectadores, afinal ele foi escrito, realizado e produzido cuidadosamente, de forma a agradecer uma audiência exigente de cinéfilos e de júris sedentos de argumentos sérios e respeitáveis. E se considerarmos isso dessa forma, o filme acaba por corresponder às expectativas. Contudo, se distanciarmos essa visão “oscarizada”, se assim me permitem, o caso muda de figura.

O filme é, ao mesmo tempo, um filme de época e um filme moderno. É o passado que acaba por dominar a narrativa, com o tempo presente a funcionar como um epílogo de todo o argumento. E isso, por vezes, resulta numa série de cenas absolutamente dispensáveis e até enfadonhas. As Horas apresenta-se mais complexo, do que talvez o seja na realidade, surgindo em produto cinematográfico criado para ser intelectualmente estimulante, mas que não o consegue.

Afinal o filme acaba por ser uma mini-biografia de Virginia Woolf, especulando os motivos que a levaram a escrever “Mrs. Dalloway” e o que a conduziu ao suicídio? Procura, de certa forma, explorar a homossexualidade feminina em diferentes épocas? Aborda o desgaste que se cria durante a escrita de um livro ou procura mostrar que por detrás do indivíduo escritor encontra-se uma pessoa assolada por fantasmas interiores? No final de contas, acaba por se perceber que a narrativa entrecruzada de três histórias não foi feita para mais do que simplesmente surpreender razoavelmente o espectador, tornando-se em três pequenos argumentos em vez de todo um argumento lato?

Não sendo propriamente um filme de grande culto, o seu visionamento deve ser visto nem que seja, pelo menos, pela interpretação de três grandes divas de Hollywood: Nicole Kidman, Julianne Moore e Meryl Streep. Nicole Kidman ganhou o seu único Óscar de Melhor Actriz acima de tudo pela caracterização que foi necessária para a interpretação de Virginia Woolf, ao ponto de a deixar irreconhecível.

Contudo, é Julianne Moore que detém a melhor personagem e a que melhor trabalhou nesse sentido. Moore tem uma interpretação surpreendentemente boa, no papel de uma dona de casa depressiva e que poderia, contudo, ter caído nos clichés comuns. Felizmente, tal não aconteceu; valeu-nos a qualidade de uma actriz que, lamentavelmente, não recebeu o galardão da Academia, que lhe seria tremendamente justo. Meryl Streep interpreta uma personagem que poderia ser interessante, mas que acaba por morrer demasiado em importância, devido ao argumento.

As Horas é um filme surpreendentemente bom em termos técnicos, mas que ao invés de nos trazer algo de notável, conforme se anunciou, terminou por nos apresentar uma revisitação de filmes do género.

Classificação:

Extras:



  • Entrevistas com Meryl Streep, Julianne Moore, Nicole Kidman, Ed Harris, Claire Danes e Stephen Daldry
  • Documentários: “As Mentes e Tempos de Virginia Woolf”; “As Vidas de Mrs. Dalloway”; “A Música das Horas”; “Três Mulheres”
  • Introdução do Realizador ao DVD
  • Trailer
  • Making Of
  • Galeria de Imagens


Classificação dos Extras:

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Festival Black & White 2009



O Festival Audiovisual Black & White está de volta pelo sexto ano consecutivo. O B&W é um festival único no mundo, que celebra a produção artística a preto e branco, sendo reconhecido tanto a nível nacional como internacional.

A tecnologia digital, na captação de imagens, nasce com a cor, no entanto a intuição dos artistas apela, inúmeras vezes, à produção a preto e branco. O que comprova a actualidade e o interesse da estética que só o preto e branco comunica. Para além disso, o Festival Black & White tem como objectivo estimular a criação de ambientes sonoros que remetam para a estética a preto e branco. Daí a inclusão de 3 categorias em competição: vídeo, áudio e fotografia. Urge criar uma educação do espectador para a especificidade do preto e branco, para contornar um preconceito que relaciona o preto e branco com obras fastidiosas e pedantes.

O Festival decorrerá de 22 a 25 de Abril de 2009, na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, Centro Regional do Porto, Campus da Foz - Portugal.



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Box Office Portugal - O Melhor Amigo das Bilheteiras



Marley, John e Jennifer Grogan continuam a comover os portugueses, pela segunda semana consecutiva. Saiba os números, já a seguir...

Box Office Portugal - Top 10
Semana de 26 de Março a 01 de Abril de 2009


14 dias após a sua estreia em terras portuguesas, o filme Marley&Eu continua a ser o mais visto da semana, com 50.634 espectadores, acumulando assim 505.332,83€ em receita bruta de bilheteira.



Acabado de chegar às salas de cinema, o thriller Dupla Sedução (Duplicity), de Tony Gilroy, com Clive Owen e Julia Roberts seduziu prontamente 47.099 pessoas, em 56 ecrãs portugueses, ocupando a segunda posição do pódio. Dupla Sedução tem classificação de 6.8/10 no IMDb e média de 68% de críticas positivas no RottenTomatoes e MetaCritic. Conheça a minha opinião e a de Carlos Antunes sobre o filme, clicando AQUI e AQUI.

Clint Eastwood continua a maravilhar os fãs. Estreado há 23 dias em Portugal, o seu Gran Torino foi visto por 102.268 espectadores, com uma receita bruta no valor de 463.275,12€, descendo para a terceira posição. A descer também, está Quem Quer Ser Bilionário, grande vencedor dos Óscares deste ano, que agora aparece no quarto lugar, com 317.360 espectadores acumulados e 1.459.206,15€, em 56 dias de exibição.



Underworld: A Revolta estreou em Portugal há sete dias e deu entrada directa para o meio da tabela, com 16.645 espectadores. O filme tem classificação de 6.7/10 no IMDb e média de 38% de críticas positivas no RottenTomatoes e MetaCritic.

A comédia Hotel para Cães, que a semana passada estava na oitava posição, foi o único filme a subir na tabela. A película surge agora na sexta posição, com mais 5.329 espectadores que na semana anterior. Mais uma vez no plano das comédias, A Namorada do Meu Melhor Amigo, com Kate Hudson deu entrada directa no sétimo lugar do top, com 10.931 espectadores. O filme tem classificação de 5.7/10 no IMDb, 34% de críticas negativas no MetaCritic e 15% de críticas positivas no RottenTomatoes.

Espírito do Mal e O Argentino descem para a oitava e nona posição, com 9.890 e 8.472 espectadores, respectivamente. A finalizar o top dos mais vistos da semana, mantém-se Jonas Brothers: O Concerto 3D, com 4.979 espectadores.



Na próxima semana, não perca os resultados das estreias da segunda parte do filme de Steven Soderbergh, Guerrilha, que conclui a biografia de Che Guevara; a comédia Ele Não Está Assim Tão Interessado e o filme de animação Monsters vs. Aliens. Para conhecer as estreias restantes, consulte os destaques. Até lá, bom cinema.

Dupla Sedução, por Tiago Ramos



Título Original: Duplicity (2009)
Realização: Tony Gilroy
Argumento: Tony Gilroy
Elenco: Clive Owen, Julia Roberts, Tom Wilkinson e Paul Giamatti

Existe um enorme conflito de interesses em Dupla Sedução. Se o nome de Tony Gilroy, conhecido por Michael Clayton - Uma Questão de Consciência, bem como da dupla Julia Roberts e Clive Owen, estimula o espectador, há qualquer coisa entre a complexidade do argumento que não resulta bem.



Seria de esperar uma determinada leveza de Duplicity que acaba por não se revelar. A longa dimensão filme (cerca de duas horas) acaba por se tornar demasiado entediante e superficial, especialmente na primeira hora da película. Contudo, a realização de Tony Gilroy é dinâmica, com recurso a planos rápidos, a split screens constantes, misturados com flashbacks e uma banda sonora intensa, criada por James Newton Howard.

Apesar de tentar surpreender os espectadores com várias reviravoltas, Dupla Sedução acaba por se engolir a si próprio, revelando demasiado cedo o golpe preparado pela dupla de espiões. Isto acaba por fazer com que o restante filme se torne demasiado prevísivel apesar das pretensões do realizador.



O ponto alto do filme é a química resultante da dupla de actores Julia Roberts e Clive Owen, que já se tinha revelado elevada no filme Closer, em 2004. E é essa provocação e charme constantes que culminam no auge da interacção entre ambos, mas que se torna muito curta. Não devemos desconsiderar, no entanto, o mérito dos papéis secundários, essencialmente Tom Wilkinson e Paul Giamatti, enquanto CEOs de empresas concorrentes, que imprimem energia e divertimento à trama e a complementam.

Dupla Sedução é um produto de entretenimento, que girando em volta de um eterno bluff das personagens, provoca essa mesma sensação no espectador, tornando-se demasiado prevísivel.

Classificação: