sábado, 29 de janeiro de 2011

Retrospectiva 2010: As Melhores Actrizes

Continuamos a nossa retrospectiva 2010, com a indicação das nossas actrizes e interpretações preferidas durante o ano transacto, tanto nos desempenhos principais como secundários. Para tal fim, foram apenas contabilizados os filmes estreados comercialmente em Portugal durante o ano.

Actriz principal

1. Carey Mulligan em Uma Outra Educação

2. Charlotte Gainsbourg em Anticristo
3. Tilda Swinton em Eu Sou o Amor
4. Annette Bening em Os Miúdos Estão Bem
5. Juliette Binoche em Cópia Certificada
6. Noomi Rapace em Millennium 2
7. Hye-ja Kim em Mother - Uma Força Única
8. Anita Linda em Lola
9. Abbie Cornish em Bright Star - Estrela Cintilante
10. Julianne Moore em Os Miúdos Estão Bem
11. Helen Mirren em A Última Estação
12. Katie Jarvis em Aquário
13. Soledad Villamil em O Segredo dos Seus Olhos
14. Chloe Moretz em Deixa-me Entrar


Actriz Secundária


1. Julianne Moore em Um Homem Singular

2. Olivia Williams em O Escritor Fantasma
3. Mo'Nique em Precious
4. Marion Cotillard em A Origem
5. Julianna Margulies em City Island - Segredos à Medida
6. Chloe Moretz em Kick-Ass - O Novo Super-Herói
7. Vera Farmiga em Nas Nuvens
8. Anna Kendrick em Nas Nuvens
9. Marion Cotillard em Nove

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Retrospectiva 2010: Melhor Banda Sonora

O Split Screen aproveita agora esta retrospectiva para dar a conhecer as suas bandas sonoras preferidas do ano. A lista foi feita tendo como base, única e exclusivamente, os filmes estreados comercialmente em Portugal durante o ano de 2010. A lista encontra-se por ordem de estreia e não de preferência.

Mark Bradshaw por Bright Star


Nick Cave e Warren Ellis por A Estrada


Carter Burwell e Karen O. and the Kids por O Sítio das Coisas Selvagens


Andrea Guerra por Nove


Randy Newman por A Princesa e o Sapo


Abel Korzeniowski por Um Homem Singular


Vários por Uma Outra Educação


Vários por Shutter Island


Leo Abrahams e Brian Eno por Visto do Céu


John Powell por Como Treinares o Teu Dragão


Vários por Kick-Ass: O Novo Super-Herói


John Adams por Eu Sou o Amo


Byeong-woo Lee por Mother - Uma Força Única


Vários por A Saga Twilight - Eclipse


Alexandre Desplat por O Escritor Fantasma


Hans Zimmer por A Origem


Johan Söderqvist por Troubled Water


Randy Newman por Toy Story 3


Michael Giacchino por Deixa-me Entrar


Trent Reznor e Atticus Ross por A Rede Social


Vários por José e Pilar


Vários por Os Miúdos Estão Bem


Vários por Scott Pilgrim contra o Mundo


Alan Menken por Entrelaçados

Coraline, por Gisela Silva


Título original: Coraline
Realização: Henry Selick
Argumento: Henry Selick e Neil Gaiman
Vozes: Dakota Fanning, Teri Hatcher, Jennifer Saunders, Dawn French e Keith David

Esta animação é, na minha opinião, o melhor fio condutor tecnológico da imaginação. A animação não tem que ser séria ou ter algum significado por detrás, mas deve ser sempre criativa, extravagante e mágica. Este filme exterioriza essa apoteose do cinema de animação, pois oferece-nos uma bela história mágica, contada através de magníficos efeitos visuais, recheados de cor que transmitem um leque de ideias a qualquer faixa etária.


A história é inegavelmente interessante mas a verdadeira apoteose deste filme reside nas suas fórmulas mágicas e atractivo visual. Os desenhos animados e os fundos, remetem-nos para os filmes animados de Tim Burton, um dos meus realizadores preferidos, como por exemplo a grande obra-prima de Henry Selick, o fantástico “The Nightmare Before Christmas”. A herança desse estrondoso filme está patente neste “Coraline” que reutiliza alguma das técnicas especiais/visuais utilizadas nessa mítica obra de 1993. Evidentemente, essas clássicas técnicas visuais foram melhoradas e aperfeiçoadas com as mais recentes tecnologias, nomeadamente com a semi-experimental técnica 3D. Acredito que o visionamento neste formato poderá tornar o filme ainda mais atraente mas também sou da opinião que esta prometedora tecnologia, poderá melhorar ainda mais com o passar dos anos. Seja qual for a escolha do público (3D ou 2D), a experiência visual não será diminuída porque o que verdadeiramente importa é a simplicidade e magia da animação que nos apresenta, uns magníficos gráficos preenchidos por uma estrondosa palete de cores que se conjugam na perfeição com a história e com a personalidade das personagens.


Estas animações podem não ter o pormenor das obras da Pixar ou da Disney, mas a sua qualidade torna-se igualmente forte pois apostam igualmente na essência da imaginação, e ao imaginário do pensamento. Mesmo sem ser um filme brilhante, consegue impulsionar a imaginação de qualquer espectador de qualquer idade através da sua agradável história e do seu imaginário visual.

Um Ano Mais, por Tiago Ramos



Título original: Another Year (2009)
Realização: Mike Leigh
Argumento:
Mike Leigh
É bastante provável que, depois de uma vasta carreira de sucessos, Mike Leigh esteja a entregar agora um dos seus melhores e mais interessantes filmes. Recebido com aclamação no Festival de Cannes – era um dos principais candidatos à Palma de OuroUm Ano Mais é um curioso objecto cinematográfico que poderá ser um catalisador de reacções em espectros bastante distantes entre si.



Mike Leigh sempre apostou numa espécie de realismo social, muito comum no cinema britânico, que desde cedo deu frutos. Começou especialmente desde High Hopes (1988), que apanhou o balanço do espírito do cinema independente (foi nomeado aos Independent Spirit Awards; veio a receber ainda mais quatro por outros filmes), mas foi com Secrets & Lies (1996) e Vera Drake (2004) que o cineasta adquiriu o seu estatuto actual. Estes dois últimos filmes valeram-lhe desde nomeações ao Óscar de Melhor Argumento Original e Melhor Realizador, bem como aos prémios BAFTA, César, Goya, Festival de Veneza e até acabar por vencer a Palma de Ouro no Festival de Cannes.

Um Ano Mais é garantidamente um dos seus mais belos filmes, pois faz do realismo o seu apanágio. Uma espécie de ode ao quotidiano, à banalidade da vida de um casal, ao passar do tempo, à vida. Tanto que durante grande parte da história não encontremos um único conflito, a não ser uma sucessão de acontecimentos banais, com maior ou menor grau de caricato, mas sempre na base da neutralidade, acabando por tomar aquela família normal como um microcosmos de todas as famílias. É praticamente inevitável que a dada altura o espectador se identifique com alguma das situações ocorridas durante o filme, porque flui de forma tão natural que é como se estivéssemos a assistir a algo real.


O casal protagonista é também ele curioso. Na verdade, estas personagens são anfitriões literais – os convidados em sua casa, ao longo de um ano, sucedem-se – mas também metafóricos, ao servirem de alpondra para que as verdadeiras questões levantadas pelo filme surjam. O casal é puramente retórico durante toda a trama, quando confrontados pelos problemas e excessos dos seus convidados são analíticos na resposta, uma espécie de apoio moral sem nunca opinar verdadeiramente – Gerri é psicóloga/assistente social, daí se pode depreender a atitude. Não quer com isto dizer que as interpretações e o papel de Ruth Sheen e Jim Broadbent na trama, não seja de louvar. Ambos já colaboraram com o realizador em filmes anteriores e o seu carisma e profissionalismo são suficientes para engrandecer todo o filme. Ambos são vistos como “santos”, embora não seja realmente assim – perto do fim encontramos o principal conflito da história – mas funcionam sempre como catalisadores das histórias secundárias. Secundárias, mas não menos importantes.

Encontramos ainda em Um Ano Mais um das mais seguras e consistentes interpretações do ano – desprezada pela Academia – que se junta ao rol de grandes actrizes e personagens do cinema de Mike Leigh. Lesley Manville, também habitual colaboradora do realizador, consegue aqui um desempenho notável – histérico e contrastante, perfeita composição de alguém em depressão, que oscila entre estados de euforia e momentos mais depressivos, culminando num clímax (ou anti-clímax?) brilhante.



Construído de uma forma simples, dividido entre estações do ano – Primavera, Verão, Outono, Inverno – um ciclo interminável, que se inicia com um nascimento e termina com uma morte como que a metaforizar o verdadeiro sentido da vida, Um Ano Mais prima pela fina barreira entre ficção e realidade a que Mike Leigh sempre nos habituou. Sensível, comovente, tocante, natural e simples. Como a vida. A família, a amizade, a alegria, a pena, o amor, o conforto, a solidão, o tempo. É um poema sobre a vida.

Classificação:

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Primeiras promos da 83.ª cerimónia dos Óscares



Com o anúncio dos nomeados para os Óscares, caminhamos agora a passos largos para a 83.ª cerimónia de entrega dos Óscares da Academia, que este ano será apresentada por Anne Hathaway e James Franco, com o intuito de garantir um público mais jovem numa cerimónia cada vez menos vista. A título de curiosidade, James Franco foi nomeado para Melhor Actor por 127 Hours e irá apresentar a cerimónia. A última vez que tal aconteceu foi na 59.ª cerimónia, onde Paul Hogan, um dos três apresentadores, esteve nomeado ao Óscar de Melhor Argumento por 'Crocodile' Dundee (1986).

Entretanto foram já divulgadas as primeiras fotos do duo de apresentadores e ainda uma divertida promo, que evidenciam que muito provavelmente esta já é uma aposta ganha.










Split Screen Scenes (XXXIX)


Going the Distance (2010), de Nanette Burstein | Sugerido por Filipe Costa

Naomi Watts ocupa o lugar de Charlize Theron em "J. Edgar", de Clint Eastwood



Com o recente lugar deixado vago por Charlize Theron no elenco de J. Edgar, cabia a Clint Eastwood encontrar alguém para interpretar o papel da arquivista do Departamento de Justiça que acaba como secretária pessoal de Hoover durante mais de 50 anos.

Entre as principais candidatas ao papel destacavam-se Naomi Watts (21 Grams) e Amy Adams (Doubt), mas o cineasta optou pela primeira. A actriz britânica junta-se assim ao elenco composto por Leonardo DiCaprio (The Aviator), Armie Hammer (The Social Network), Damon Herriman (Candy), Judi Dench (Notes on a Scandal), Josh Luccas (American Psycho), Ed Westwick (Gossip Girl) e Ken Howard (The Net).

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Estreias 27 Janeiro'11: Biutiful, Another Year, Love and Other Drugs, Com que Voz e 72 Horas

Amanhã, dia 27 de Janeiro, pode contar com as seguintes estreias numa sala de cinema perto de si:

Destaques:
Biutiful (Biutiful)

Ano: 2010
Género: Drama
Elenco: Javier Bardem, Maricel Álvarez e Hanaa Bouchaib
A odisseia de Uxbal (Javier Bardem), um pai solteiro entre conflitos, que se perde e encontra pelos labirintos do submundo de Barcelona, e que, acima de tudo, tudo fará para salvar os seus filhos e reconciliar-se com um amor perdido enquanto a sua morte parece cada vez mais próxima. Amor e espiritualidade, crime e culpa, conjugam-se para levar Uxbal, com negócios escuros na exploração de imigrantes ilegais e uma suposta capacidade de comunicar com os morto, até ao seu destino de herói trágico... "É um requiem", resume o realizador Alejandro González Iñárritu ("Babel", "21 Gramas", "Amor Cão). O filme, nomeado nos EUA para um Globo de Ouro para melhor filme estrangeiro, valeu ao oscarizado Bardem o prémio para melhor actor no festival de Cannes.

Outras sugestões:

Um Ano Mais (Another Year)

Ano: 2010
Realização: Mike Leigh
Argumento: Mike Leigh
Género: Comédia, Drama
Elenco: Jim Broadbent, Ruth Sheen e Lesley Manville
Tom (o oscarizado Jim Broadbent) e Gerri (Ruth Sheen) atingiram a maturidade do amor e da felicidade, vivendo uma existência simples e descomplexada - ou, pelo menos, assim parece. O mesmo, porém, não se pode dizer daqueles que os rodeiam: uma amiga (Lesley Manville) a passar por uma crise de meia-idade, um amigo (Peter Wight) alcoólico em busca de uma nova oportunidade no amor, o filho (Oliver Maltman) com a nova namorada, o irmão de Tom, Ronnie (David Bradley), em depressão após a morte da mulher. Ao sabor das estações do ano, eles vão oferecendo conforto a quem os procura, entre comida, bebida e memórias, ao mesmo tempo que vão revelando um pouco mais sobre si próprios. Um filme de Mike Leigh, depois do premiado "Um Dia de Cada Vez" (2008), escolhido para integrar a Selecção Oficial de Cannes. Broadbent, Sheen e Manville foram indicados para os britânicos BAFTA (respectivamente: melhores actor, actriz e actriz secundária), assim como Leigh (melhor realizador).


O Amor é o Melhor Remédio (Love and Other Drugs)

Ano: 2010
Realização: Edward Zwick
Argumento: Edward Zwick e Charles Randolph
Género: Comédia
Elenco: Jake Gyllenhaal, Anne Hathaway e Oliver Platt
Jamie (Jake Gyllenhaal) vive a vida com um optimismo contagiante. São os anos 90 e, nos Estados Unidos, parece que qualquer um pode enriquecer de qualquer forma. Por isso, ao contrário do que a família deseja - que siga os passos do pai na medicina -, Jamie prefere tentar a vida como vendedor. Primeiro de electrodomésticos e depois como delegado de informação médica pela Pfizer, convencendo os médicos a prescreverem Zoloft em vez do famoso Prozac. E, pelo caminho, vai conquistando tudo o que é mulher à sua volta. Até se cruzar com Maggie (Anne Hathaway), uma jovem que cultiva a sua independência e liberdade de espírito. A atracção entre os dois é inevitável. E quando Jamie falha sexualmente com Maggie, terá a revelação da sua vida: o Viagra, acabadinho de chegar ao mercado e que promete resolver a sua vida sexual e também a profissional. Mas nem tudo será perfeito: assim que sente a relação a tornar-se mais séria, Maggie, a enfrentar o processo degenerativo da doença de Parkinson, decide afastar-se. A partir da autobiografia de Jamie Reidy, "Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman", é dirigido por Edward Zwick ("Estado de Sítio", "O Último Samurai"). Gyllenhaal e Hathaway foram ambos nomeados para o Globo de Ouro pelos seus papéis.


Com que Voz (Com que Voz)

Ano: 2009
Realização: Nicholas Oulman
Género: Documentário
Um retrato de Alain Oulman (1928-1990), o homem que revolucionou o fado ao lado de Amália Rodrigues, num documentário realizado pelo seu filho, Nicholas. Artista multifacetado, celebrizou-se pelo seu trabalho conjunto e continuado com a fadista, sendo responsável pela introdução de alguns dos maiores poetas e escritores lusos na canção nacional. Mas há mais Oulman para além de Amália: nascido em Lisboa, no seio de uma família judaica tradicional de origem francesa, foi perseguido pelo regime de Salazar - chegando a exilar-se em França -, foi agente literário mundial de Patricia Highsmith, engenheiro, fundou o grupo de teatro Lisbon Players e dirigiu Eunice Muñoz, João Perry ou Raul Solnado, foi editor de "Portugal Amordaçado" de Mário Soares... Homem apaixonado por causas, pela literatura e pela música, é recordado e comentado neste documentário por figuras como, entre muitos outros, Soares, Maria Barroso, Muñoz, Perry, Manuel Alegre, Celeste Rodrigues, Fontes Rocha, Rui Vieira Nery, David Ferreira, Fernando Lopes, Raul Solnado, Jorge Sampaio, Zita Seabra ou Amos Oz. O título do filme reporta a um álbum histórico, assim baptizado pelo fado homónimo, musicado por Oulman a partir de Camões: "Com que voz chorarei meu triste fado / que em tão dura paixão me sepultou / Que mor não seja a dor que me deixou / o tempo, de meu bem desenganado." O doc recebeu o Prémio de Melhor Primeiro Filme Documentário de Longa-Metragem no Doclisboa 2009 e foi seleccionado para o Festival Internacional de Cinema de Ourense.

72 Horas (The Next Three Days)

Ano: 2010
Realização: Paul Haggis
Argumento: Paul Haggis e Fred Cavayé
Género: Thriller
Elenco: Russell Crowe, Elizabeth Banks e Liam Neeson
John e Lara Brennan (Russell Crowe e Elizabeth Banks) e o pequeno filho de ambos têm a perfeita vida familiar. Até que, numa manhã como tantas outras, a polícia entra de rompante na sua casa e detém Lara, acusada do assassínio do seu chefe. As provas são demasiado evidentes e, apesar de a mulher declarar a sua inocência, o tribunal delibera o veredicto de culpada. Durante três anos, John faz tudo para conseguir a sua mulher de volta. Mas, quando a última hipótese de recurso é negada, a esperança morre. E Lara, não aguentando a pressão do presídio e o afastamento do filho, tenta o suicídio. É então que John decide tirá-la da prisão. Custe o que custar... Acção dramática por Paul Haggis (o realizador de "Colisão" e argumentista de sucessos como "Cartas de Iwo Jima" ou "Million Dollar Baby - Sonhos Vencidos"), num "remake" do filme francês "Pour Elle" (2008), de Fred Cavayé.
Sinopses: Cinecartaz Público

Poster de "Hanna", de Joe Wright

O trailer deixou os fãs de Joe Wright (Atonement) de pé atrás, especialmente depois do já não tão bem sucedido The Soloist (2009). Entretanto foi divulgado o primeiro poster do seu novo filme, Hanna, sob o mote «Adapt or die»:


Destaque óbvio para o protagonismo de Saoirse Ronan, uma das principais estrelas em ascensão do momento. No filme interpreta o papel de uma criança de 14 anos que foi criada pelo seu pai para ser uma fria máquina de matar, mas que acaba por relacionar-se com uma família francesa que a ajuda a seguir uma vida mais convencional. Ao elenco juntam-se Eric Bana (Star Trek), Cate Blanchett (The Aviator), Olivia Williams (The Ghost Writer) e Tom Hollander (The Soloist).

Hanna estreia a 8 de Abril deste ano.
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Primeiro poster de "Source Code", de Duncan Jones

Foi hoje divulgado o primeiro poster de Source Code, o novo filme de Duncan Jones, depois de ter surpreendido o público e crítica com o excelente Moon (2009):


O poster, revelado pelo Yahoo! Movies, fica bastante aquém do desejável, com graves limitações gráficas. O próprio realizador ironizou a situação, com uma sugestão deveras curiosas, através do seu Twitter.

Source Code terá banda sonora de Chris Bacon (Waking Sleeping Beauty), que substitui Clint Mansell (que trabalhou com o realizador em Moon) por motivos de conflito de agenda. O filme gira em torno de um soldado (Jake Gyllenhaal) que faz parte de um programa experimental do governo que investiga um incidente terrorista, acabando por se encontrar no corpo de um desconhecido a reviver o acontecimento, até que descubra o responsável pelo ataque. O elenco completa-se com a presença de Michelle Monaghan (Gone Baby Gone), Vera Farmiga (Up in the Air) e Jeffrey Wright (Angels in America).

Source Code terá honras de abertura do SXSW Film Festival a 11 de Março.

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