sábado, 31 de março de 2012

Poster e trailer de "House at The End of the Street", com Jennifer Lawrence


Com o sucesso estrondoso e exposição mediática de Hunger Games, parece a altura ideal para promover uma pequena produção de terror protagonizada por Jennifer Lawrence. O filme House at the End of the Street já tem um poster e trailer:


No filme, uma mãe e filha mudam-se para uma nova cidade e acabam por descobrir que na casa ao lado, uma jovem rapariga matou os seus pais. House at the End of the Street estreia a 21 de Setembro.

Os posters que não chegaram a ser (XL)

Design © Menina Limão

sexta-feira, 30 de março de 2012

Woody Allen quer Bradley Cooper e Cate Blanchett no seu próximo filme filmado em Copenhaga ou Munique


Mantendo o ritmo constante de um filme por ano, Woody Allen quer agora Cate Blanchett (The Aviator) como protagonista feminina do seu próximo filme, ao qual quer juntar também o actor Bradley Cooper (The Hangover).

A dúvida permanece no local das filmagens. Depois de ter terminado de filmar na cidade de Roma, o seu próximo filme poderá ser filmado em Copenhaga, na Dinamarca, já que a produtora (e irmã) Letty Aronson esteve reunida com o produtor dinamarquês Per Holst, de forma a poderem filmar na cidade já em 2013. Contudo e segundo anteriores notícias, também a cidade de Munique, na Alemanha, encontra-se no lote de cidades a poderem servir de fundo a uma história do cineasta norte-americano. Recorde-se que há três anos atrás alguns rumores indicavam que os produtores de Woody Allen se encontravam também a estudar possíveis locais para filmar no Rio de Janeiro, Brasil. A decisão final poderá ser influenciada pela proposta com maior incentivo financeiro.

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Aprovada união entre os sindicatos norte-americanos SAG e AFTRA


Decorreu há instantes a divulgação dos votos acerca da união entre os sindicatos norte-americanos SAG (Screen Actors Guild) e AFTRA (American Federation of Television and Radio Artist) que culminou na sua aprovação. Durante a cerimónia dos SAG Awards 2012 foi anunciada esta intenção, mas que nos últimos meses não tem sido pacífica. Alguns dos sindicalizados manifestaram-se contra a união, considerando que esta diminuiria a importância do SAG e criaria problemas com as pensões e planos de saúde. Vários membros, entre os quais Martin Sheen, abriram um processo judicial contra o SAG de forma a impedir que este convocasse os seus membros para votar pela fusão, sob a alegação que esta acordo violava as leis trabalhistas

Contudo, 82% dos membros do SAG e 86% dos membros da AFTRA votaram a favor desta fusão, com Ken Howard e Roberta Reardon a tornarem-se co-presidentes do recém-formado sindicato SAG-AFTRA, como único representante dos actores, jornalistas e artistas sindicalizados da indústria cinematográfica, televisiva e rádio.

GfK e a polémica das audiências - A novela continua


Depois do nosso artigo que contextualizava a polémica da nova medição de audiências televisivas pela GfK há quase um mês atrás, parece que a novela está para continuar. Tal como no início, o Conselho de Redacção da RTP tem exigido durante semanas uma «clarificação imediata das audiências», algo a que o CAEM parece continuar a desconsiderar, mesmo que tente transmitir sempre um parecer idóneo e que não ponha em causa a sua escolha.

A RTP tem insistido, já que parece ser o canal português mais "prejudicado" pelos recentes dados estatísticos. Entre os já anunciados no início do mês mais casos altamente improváveis se seguiram, juntamente com uma sucessiva série de atrasos na publicação das audiências por parte da GfK que têm contribuído para descredibilizar a empresa. O director de informação da RTP, Nuno Santos, entre vários outros elementos do canal, tem encetado uma jornada visivelmente irritada perante estes acontecimentos, onde esporadicamente destaca alguns casos mais flagrantes dos potenciais "erros" no registo de audiências e até têm sido divulgadas várias peças durante o Telejornal, relacionadas com o tema. Alguns dos casos mais flagrantes registados por Nuno Santos, remontam a "apagões" nas audiências: por exemplo, a 7 de Março, segundo dados da GfK, a RTP1 não foi vista por qualquer português entre as 17h24 e as 17h54; num jogo de futebol e também no programa "Portugal no Coração", de um minuto para outro passou-se de 200 mil espectadores para zero. O mesmo tem acontecido no canal por cabo, RTP Informação ou em outros como a RTP África ou Canal Hollywood. Ainda no plano dos exemplos, o programa Cuidado com Elas, na SIC, às 02:44 regista mais audiência que a Praça da Alegria; num fim-de-semana, o programa Domingo Espectacular da TV Record conseguiu, segundo a GfK, a liderança dos canais por cabo, com mais de 60 mil espectadores: o jogo Sporting-Manchester City, exibido na SIC a 15 de Março, teve mais espectadores que o jogo do Benfica-Zenit, para a Champions League, emitido pela RTP1 duas antes antes (normalmente o Benfica é lider de audiências, desta vez registou 1,8 milhões de espectadores contra os 2,2 milhões do Sporting).

Embora a SIC não se tenha manifestado contra este novo sistema de medições (já que parece ser dos canais mais "beneficiados"), houve também alguns casos estranhos. Por exemplo, o Jornal das Nove na SIC Notícias tem num determinado dia 5.500 espectadores, quando duas semanas antes registou 42 mil, colocando o canal em valores mínimos. Em casos mais inusitados, temos por exemplo o canal angolano TPA a liderar audiências por cabo no Algarve ou cerca de 90% da amostragem de maiores de 75 anos a serem registadas no item Outros, que corresponde a outra utilização do aparelho televisivo, como jogos, gravações ou canais espanhóis na fronteira.

Curiosamente, depois de ter aparentemente ter ignorado parte desta polémica, ontem a TVI surpreende ao lançar em comunicado que iria iniciar contactos com a Marktest, antigo provedor de audiências, para a medição de audiências, já que considera que este novo sistema de medições da GfK constitui uma fonte de instabilidade, visto que labora há um mês sem funcionar correctamente. A Media Capital confirmou que ainda não assinou novo contrato com a Marktest, mas que estará para breve, já que pretende um painel mais fiável - uma das críticas da RTP tem sido a sub-representatividade da classe idosa. Do lado da TVI coloca-se a RTP que já exigiu uma auditoria externa ao novo sistema - que entretanto a CAEM já validou. Mediante estes novos dados, a Markest retirou do seu site os dados de audiências que continuamente publicava mesmo após a GfK ter vencido o concurso da CAEM. Embora a Marktest diga que esta decisão seja para evitar comparações e polémicas, não deixa de ser curiosa esta decisão que poderá reflectir um puro jogo comercial, agora que tem a Media Capital do seu lado.

Este anúncio da TVI veio gerar tomadas públicas de decisão, colocando o canal de Queluz lado a lado com a RTP1 e do lado oposto a APAN (Associação Portuguesa de Anunciantes), a SIC e agora a APAME (Associação Portuguesa de Agências e Meios) que defendem a GfK, salientado que não é aceitável a existência de dois sistemas de medição de audiências de um mesmo meio no mercado e que respeitarão o sistema aprovado pela CAEM (Comissão de Análise de Estudos e Meio), entidade que representa o sector. A ZON e a PT têm permanecido em silêncio.


De recordar que, segundo um artigo do jornal SOL, neste mês primeiro mês, a RTP1 perdeu 29% de share e a TVI 11%. Também a SIC apresenta menos 1% de share médio mensal do que tinha nos dados da Marktest. Esperam-se novidades.

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Três novos posters das personagens de "On the Road"

A página oficial de Facebook de On the Road continua a divulgar posters das personagens do filme. Hoje foram divulgados mais três de onde se destacam as personagens de Amy Adams (The Fighter), Alice Braga (Blindness) e Elisabeth Moss (Mad Men):




Em On the Road, Amy Adams será Jane (um alter-ego de Joan Vollmer), Alice Braga será Terry (um alter-ego da mexicana Bea Franco) e Elisabeth Moss será Galatea Dunkel (como alter-ego de Helen Hinkle).

On the Road é adaptado do romance homónimo de Jack Kerouac e estreia em Portugal a 31 de Maio.

Guilty of Romance, por Tiago Ramos



Título original: Guilty of Romance (2011)
Realização: Shion Sono

O cinema de Shion Sono é tão pertubador, conturbado e sangrento quanto hipnotizante. Cineasta peculiar, o japonês assume a sua veia poética e reflecte-a sempre de uma forma ponderada nos seus filmes. Veja-se por exemplo a atenção aos detalhes com que filma em Guilty of Romance: a repetição constante de cenas, os belos planos, a relação visceral entre as personagens e o ambiente que os rodeia. Autor transgressivo, há tanto aqui de satírico como cruel, especialmente na forma como é abordada de uma forma quase obsessiva a forma como três diferentes melhores encaram e se relacionam com a sua própria sexualidade. O sexo e a morte sempre em sintonia como um bailado sangrento que só Shion Sono sabe criar. Em Guilty of Romance assume-se a forma de um thriller psicossexual poderosamente guiado pelas excelentes interpretações das actrizes protagonistas (Miki Mizuno, Makoto Togashi e Megumi Kagurazaka) que se entregam literalmente de corpo e alma a uma história negra como esta.

Uma história selvagem sobre desejo sexual, auto-descoberta e descontrolo que completa a Saga do Ódio do cineasta japonês, composta pelos igualmente bons Love Exposure (2008) e Cold Fish (2010). Funde-se entre a exuberância da fotografia de Sôhei Tanikawa (Love Exposure) e a poesia da banda sonora de Yasuhiro Morinaga, para dar um tom extremo a uma história que assume alguns contornos do cinema noir. Admitimos que no meio desta experiência, que também é visual, Shion Sono se perde um pouco na sua intenção. Mas culmina de uma modo tão pungente, confuso e perturbador numa história tão bem liderada que, de facto, há muito por onde perdoar.


Classificação:

Um Amor de Juventude, por Carlos Antunes


Título original: Un amour de jeunesse
Realização: Mia Hansen-Løve
Argumento: Mia Hansen-Løve
Elenco: Lola Créton, Sebastian Urzendowsky e Magne-Håvard Brekke

O amor é um tema imenso que serve por si só de tema a uma obra. Quando vem da adolescência, em que tudo se vive mais intensamente, acaba mesmo por preencher tal obra sem deixar espaço a muito mais.
Esse é o problema de Un amour de jeunesse, filme em que o amor está sempre em foco para uma protagonista que vive um primeiro amor tão intensamente que, quando se vê abandonada, só muitos anos depois conseguirá recuperar à custa de um outro amor com um homem mais velho e que é também seu mentor.
Um segundo amor tão real e forte como o primeiro mas tão diferente desse que quando ele ressurge nem a nova identidade encontrada impede que ela se envolva com o rapaz que a tinha deixado.
É amor a mais para uma mulher que evolui mas que parece sempre sujeita aos caprichos do amor. A sua identidade é sempre consequência da sua submissão aos sentimentos.
Como personagem, Camille é pobre porque está afogada em amor. A sua afirmação como mulher independente não acontece.
A sua formação em arquitectura, a obra de que se encarrega e o casamento que está em marcha, nenhum desses elementos que deveriam servir para a tornar
Isso dá cabo da interpretação de Lola Créton que tem mostra intuição para sugerir um pouco mais do que o é pouco sensível no argumento.
A actriz tem, certamente, um promissor futuro (e que já trabalhou com Catherine Breillat sem que tenhamos tido oportunidade de ver essa colaboração), mas não lhe fazem justiça neste filme.
Afinal - e é a mesma ideia a voltar sempre - tudo o que o filme tem para lá do amor parecem acrescentos pouco substanciais que quase nem servem de contexto à história.
Como o périplo pela beleza arquitectónica que não tem figuração simbólica de nenhum traço de personalidade da protagonista ou do progresso narrativo que ela enfrenta.
Trata-se apenas de um prolongamento da construção visual do filme - que, com isso, se torna um pouco longo demais - que assim tem mais atenção à execução do que à substância.
Ainda que, no final, um significado maior para a história seja sugerido pela metáfora do rio que corre levando um chapéu com importância para a protagonista. Mas também isso a destrói mais um pouco como personagem pois nega-lhe a oportunidade final de se afirmar como mulher forte e, finalmente, independente.


Novas imagens de "Cosmopolis", de David Cronenberg

Por esta altura estamos convictos que Cosmopolis marcará o regresso ao fantástico universo de David Cronenberg. Depois do poster e teaser trailer, foram agora divulgadas novas imagens que destacam Juliette Binoche (Copie conforme), Paul Giamatti (Sideways), Sarah Gadon (A Dangerous Method) e Robert Pattinson (Twilight):





O filme tem co-produção do português Paulo Branco e estreia em Portugal a 31 de Maio.

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Passatempo Na Terra de Sangue e Mel



Tendo como pano de fundo a Guerra da Bósnia, que dilacerou a região dos Balcãs nos anos 90, In the Land of Blood and Honey conta a história de Danijel (Goran Kostić) e Ajla (Zana Marjanović), dois bósnios de diferentes lados de um brutal conflito étnico. Danijel, um agente da polícia Bósnio Sérvio e Ajla, uma artista Bósnia Muçulmana, estão juntos antes da Guerra, mas a sua relação vai alterar-se, à medida que a violência irrompe no território. Meses mais tarde, Danijel está às ordens do seu pai, o General Nebojsa Vukojevich (Rade Šerbedžija), como oficial no Exército Bósnio Sérvio. Ele e Ajla encontram-se face a face quando ela é retirada pelas tropas sobre o comando de Danijel do apartamento que partilha com a irmã, Lejla (Vanesa Glodjo) e o bebé desta. À medida que o conflito vai tomando conta das suas vidas, a relação entre eles muda, os motivos e a conexão entre ambos tornam-se ambíguos e deixam de saber a quem devem lealdade. In the Land of Blood and Honey retrata o incrível preço emocional, moral e físico que a Guerra exige ao ser humano, bem como as consequências que derivam da falta de vontade política para intervir numa sociedade abalada pelo conflito.




O Split Screen e a Pris Audiovisuais vão levar os leitores do blogue à sessão de antestreia do filme que, para todos os efeitos, marca a estreia de Angelina Jolie como argumentista e realizadora.
As sessões irão decorrer pelas 21h30 do dia 3 de Abril nos cinemas UCI El Corte Inglés em Lisboa e UCI Arrábida Shopping em Gaia.
São dez convites por cinema que estão a ser sorteados entre os participantes que preencham devidamente o formulário abaixo.




Regulamento:
- O passatempo decorre até às 23:59 do dia 2 de Abril, sendo excluídas todas as respostas que chegarem depois desse prazo.
- Para participarem terão de preencher o formulário aqui apresentado com todos os dados solicitados.
- Os premiados serão escolhidos aleatoriamente entre todos aqueles que apresentarem uma participação válida e a escolha será definitiva a menos que se apresente um caso de fraude.
- O Split Screen reserva-se o direito de fazer uma selecção das respostas validadas quando se apresentarem circunstâncias duvidosas da legitimidade da origem das mesmas.
- O nome dos vencedores será publicado neste blogue e os mesmos serão avisados por email.
- Só serão permitidas participações a residentes em Portugal e apenas uma por participante.
- Antes de participarem certifiquem-se que poderão comparecer no dia indicado. Em casos de força maior, deverão comunicar atempadamente a vossa ausência através do e-mail acima indicado. Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não cumprirem estas regras.
- Os convites estão limitados à lotação da sala. O Split Screen não se responsabiliza por eventuais lotações esgotadas que possam ocorrer na data indicada.
- Em caso de não concordar com alguma destas regras, deverá abster-se de participar.